Conselho de Saúde de Petrolina aponta irregularidades nas AMEs e nos postos de saúde

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EuniceEm vistoria aos postos de saúde e às AMEs (unidades de Atendimento Multiprofissional Especializado), o Conselho de Saúde de Petrolina identificou várias irregularidades, que vão desde a deterioração das paredes até a caixa d’água suja e a falta de reposição do material. Em entrevista ao Blog na tarde de ontem (3), a presidente do conselho, Eunice Nunes de Amorim (foto), garantiu que irá cobrar melhorias do Executivo municipal.

“Quando o gestor diz que tem que cuidar da população, ele tem realmente que cuidar. O usuário tem o direito de ser servido como manda a constituição, como manda a lei; e o gestor tem o dever de fazer”, afirmou. De acordo o levantamento, a obra da unidade de saúde do Núcleo 3 (N-3) do Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho, por exemplo, já foi concluída, faltando apenas balcão e vasos para que o posto entre em funcionamento.

Essas e outras denúncias serão formalizadas na próxima sessão da Câmara de Vereadores, na terça-feira (8), quando os membros Conselho Municipal de Saúde usarão a Tribuna para apresentar a real situação das unidades de saúde de Petrolina.

“Em dezembro, o Conselho apresentou um relatório com essas denúncias e deu um período de 60 dias para resolvê-las. Nada foi feito. Queremos que o gestor cumpra seu papel”, cobrou.

Reestruturação

Durante a sessão, a entidade também apresentará a proposta para que os vereadores coloquem em votação o Projeto de Lei que reestrutura o conselho, tornando-o mais participativo, já que a Lei 2.048 de 2008 impede a participação de alguns membros.

“Atualmente, o Movimento de Mulheres, Pastorais, representantes dos usuários, conjunto de trabalhadores – que deveriam estar participando dentro da cota de 10 participantes – foram ‘excluídos’. A lei restringe a dois representantes de sindicatos e os demais são representantes de associações comunitárias indicados por uma única entidade”, conclui Eunice convidando a população para participar do debate na Casa Plínio Amorim.

 

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  1. “Atualmente, o Movimento de Mulheres, Pastorais, representantes dos usuários, conjunto de trabalhadores – que deveriam estar participando dentro da cota de 10 participantes – foram ‘excluídos’. E muito simples, a presidente atual, é lider sindical, ja foi presidente de sindicatos e tem lado partidário, é de um partido politico, por isso que este conselho não vai e nem vem. ela deseja que os vereadores coloquem em votação o Projeto de Lei que reestrutura o conselho, a Lei 2.048 de 2008 impede a participação de alguns membros, no minimo mais sindicatos participando do conselho. Um forte abraço.

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