Conselho de PE discute segurança pública e alerta para inscrições em processo eleitoral 2027/28

por Antonio Carlos Miranda // 17 de setembro de 2026 às 18:58

Foto: SDS-PE/divulgação

O Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social de Pernambuco (CESPDS) realizou, na última terça-feira (15), sua terceira reunião ordinária de 2026. Participaram o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho, representantes das operativas e da sociedade civil organizada para debater as futuras ações do setor no Estado e discutir caminhos para o aprimoramento contínuo das políticas públicas de segurança em Pernambuco.

A sessão também atualizou os conselheiros sobre o andamento do processo eleitoral para renovação da composição do colegiado no biênio 2027/2028, cujas inscrições seguem abertas até o dia 5 de outubro. Com o encerramento do mandato atual, o CESPDS tem em curso o processo eleitoral para renovação de sua composição. As inscrições para entidades candidatas e votantes seguem abertas até o dia 5 de outubro de 2026, e o resultado final será homologado no dia 7 de dezembro. O edital está disponível neste link.

No total, são oito vagas destinadas à sociedade civil organizada, com a proposta prioritária de que duas sejam ocupadas por entidades da Região Metropolitana do Recife (RMR), duas da Zona da Mata, duas do Agreste e duas do Sertão, com o objetivo de ampliar a interiorização no âmbito do Conselho. Vale destacar que, caso não haja candidaturas de determinadas regiões, as vagas podem ser preenchidas por entidades de outras regiões, conforme previsto na legislação.

Ter a sociedade civil representada, de forma ampla e contemplando as diferentes regiões do Estado, fortalece o diálogo e permite que as políticas de segurança pública sejam continuamente aprimoradas a partir das diferentes realidades de Pernambuco“, afirmou o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.

Requisitos

Podem se inscrever entidades sem fins lucrativos sediadas em Pernambuco que atendam aos seguintes requisitos: ter personalidade jurídica própria; estar em funcionamento há mais de dois anos; desenvolver atividades ou pesquisas nas áreas de segurança pública, prevenção da violência, capacitação ou reinserção social de egressos do sistema prisional e socioeducativo; e possuir registro legal na região do Estado que pretende representar.

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