Com 92 anos de existência, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CRE-PE) viverá um novo momento de renovação olhando para o futuro. A autarquia realizará, no próximo dia 3 de julho, suas eleições gerais, que ocorrerão das 8h às 19h. Depois dos dois candidatos que apresentaram ao Blog suas propostas, casos vençam o pleito, chegou a vez de Nielsen Christianni.
Com a experiência de quem já foi superintendente do CREA-PE (de 2021 a 2023), Nielsen converge de seus adversários em pelo menos um ponto: a necessidade de esclarecer a população sobre o papel do Conselho, que é responsável por habilitar e fiscalizar em todo o país o exercício de profissionais e empresas nas áreas de engenharia, agronomia e geociências.
Pelo menos quanto à fiscalização, o candidato acredita que já houve avanços – uma vez que essa tarefa, no passado da instituição, não era feita com a agilidade que o Estado e os municípios requeriam, devido à morosidade para emitir documentos atestando a viabilidade de uma determinada obra. “De 2021 para cá, esse caminho já foi feito com a capacitação de servidores da casa e o aparelhamento tecnológico com a aquisição de computadores”, frisou.
No entanto, Nielsen avalia que agora o CREA-PE precisa também cumprir seu papel social, até porque vive uma nova página. Ele reconhece que a instituição se distanciou de fatos importantes no Estado, a exemplo da refinaria e da implantação da fábrica da Jeep. Por isso, no contexto atual, temas que passem pela engenharia, como políticas de saneamento e mobilidade, necessitam a presença do Conselho. Por isso, o candidato disse que, se eleito, trabalhará para levar o CREA-PE a rincões que antes não chegava. “Não faz sentido termos um Conselho que atue No Recife, em Petrolina e Caruaru, e não faça o mesmo em municípios de menor porte”, ponderou. Ele ainda citou ações como o Programa ‘CREA Desenvolve’, que ajudar a resgatar o protagonismo da instituição.
Outro ponto defendido pelo candidato diz respeito à capacitação dos seus engenheiros, fundamental para a tarefa de fiscalização. Segundo ele, é necessário aprimorar esse trabalho, “porque não dá para ensinar engenharia como ensinávamos há 60 anos”. Nielsen acredita esse item leva à valorização dos profissionais, sobretudo no que tange a uma atualização do piso salarial da categoria (que vem sendo discutida pelo CREA-PE no Congresso Nacional).
Sistema Mútua
Na mesma linha, a candidata à diretora financeira do Sistema Mútua, Maristela Cavalcanti, afirma que o desafio é aproximar os profissionais da caixa de assistência criada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). O Mútua funciona como um clube de vantagens e previdência, oferecendo benefícios sociais, planos de saúde, seguro de vida, auxílio funeral e linhas de crédito com taxas de juros bem abaixo do mercado para engenheiros, agrônomos e geocientistas. No entanto, Maristela revela que a maioria dos profissionais ainda desconhece o sistema.
“A gente enfrenta as dificuldades de fazer o profissional saber da existência da Mútua. O CREA já muito anos, e poucos profissionais conhecem o Mútua”, afirmou. Enquanto coordenadora do Conselho no Vale do São Francisco, ela contou que desempenhava a missão de divulgar o Mútua. Agora, com a possibilidade de integrar a chapa, ela destacou que pretende intensificar esse trabalho.



As melhores propostas para os profissionais e a sociedade.
CREA PARA TODOS!
Essa é a minha chapa de apoio:
Vinicius
Nielsen
Clóvis
Aerton
Maristela.
Rumo a vitória.
Bom dia.
Colocações perfeitas, tanto na fala de Nielsen, como também de Maristela.
Propostas e ações que vão se destacar na renovação de um novo CREA..
E VAMOS QUE VAMOS, JUNTOS E MISTURADOS.
PARABÉNS AOS DOIS.
O candidato mais preparado para o Crea continuar avançando!