Cancão se posiciona contra rumores de fechamento do matadouro e dos boxes nas feiras livres e faz alerta

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cancão e marchantes_640x480Seis meses após o acordo entre Prefeitura de Petrolina e marchantes, que garantiu as atividades no matadouro público até o início de agosto, o vereador Ronaldo Cancão (PSL) reacendeu a polêmica com graves denúncias. Ao Blog, o líder da bancada de oposição criticou veementemente as notícias que circulam na cidade de que a prefeitura pensa em fechar não apenas o matadouro, como também os boxes de carnes nas feiras livres.

Segundo Cancão, é inadmissível sequer pensar nessa hipótese. Em relação ao matadouro, o vereador revela que mesmo após o acordo, no início do ano, as chances de o consumidor petrolinense estar consumindo carne clandestina são grandes.

“O matadouro abatia 14 mil caprinos (mês), e passou a abater 3,7 mil. Mas o consumo na cidade continuou o mesmo. A Adagro emite 7 mil guias de caprino, mas só entraram 3,4 mil no matadouro, o que significa dizer que a população está consumindo carne clandestina”, alertou. “Isso coloca em risco a saúde das pessoas e ainda dá uma queda na receita do município”, reforça Cancão.

Uma das razões que o vereador elenca para descartar o assunto é o fato de o matadouro de Juazeiro ter perdido o selo de inspeção. Além disso, a empresa Abatal, que administra o equipamento na cidade baiana, não dá conta da demanda de Petrolina. Para completar, Cancão – que visitou na manhã de hoje (22) o matadouro de Petrolina com alguns colegas de Câmara (foto) – afirmou que o grupo de marchantes conseguiu reverter a situação.

Além do trabalho de higienização do local, os marchantes também sanearam um débito de R$ 380 mil deixado pelos dois administradores anteriores, do Governo Lossio, e ainda sobra caixa para pagar a folha de pessoal e resolver problemas corriqueiros. “A prefeitura fica apenas com a parte da energia elétrica e alguns funcionários da EMPA cedidos”, garante Cancão.

Sem projetos

Em relação às feiras livres, o vereador justifica que o petrolinense tem a tradição de consumir a carne verde (fresca) de caprinos e ovinos nesses espaços. Além disso, houve investimentos nas feiras, a exemplo das coberturas.

Segundo ele, o que a prefeitura deveria fazer era tirar do papel o compromisso que firmou com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em relação a uma linha de crédito para ajudar os feirantes a instalarem balcões frios. O tema foi tratado na última audiência pública, na Casa Plínio Amorim, em janeiro deste ano. Até o momento, nem esse e nem o projeto de construção do novo matadouro foram priorizados pelo município. “Sei que existe a lei, mas é preciso também sermos flexíveis. Se a prefeitura não cumpre as recomendações do MPPE, como é a que Agência de Vigilância Sanitária quer colocar a faca no pescoço do marchante ou  do feirante?”, critica. O prefeito interino Osório Siqueira deverá ter uma reunião, em breve, com os marchantes sobre mais essa nova polêmica.

3 COMENTÁRIOS

  1. verlania vc deve escrever errado para chamar atenção num é?? vc sabe o q é picanha ? coitada deve nunca ter saido da feira comprando carne de terceira para cuzido de 01 hora ao menos ” pobre seguidora de um pobre prefeito!!! kkkkkkk e para vc q não sabe SUA PICANHA E FILÉ vem do matadouro pq o mais proximo estar em juazeiro depois num sei nem onde esta outro.. vai estudar mulher!!!!! não aceito q fechem esse matadouro ao menos q tenha outro já pronto ou quase pronto

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