Cabrobó: PM localiza carro utilizado no sequestro de casal, mas veículo é incendiado em frente à delegacia

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Carro utilizado em sequestro foi incendiado em Cabrobó. (Foto: Reprodução/WhtasApp)

Uma equipe da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) localizou, na tarde de quarta-feira (6), o veículo usado no sequestro de um casal na cidade de Cabrobó (PE), no Sertão do São Francisco. O crime ocorreu na noite de terça-feira (5) e o casal só foi libertado na madrugada de ontem, já zona rural do município.

O carro é um Volkswagen Voyage, de cor prata. Foi constatado que o mesmo havia sido tomado de assalto há mais de dois anos e estava com a placa adulterada, sendo que o emplacamento original é da cidade de Juazeiro do Norte (CE).

De acordo com a 2ª CIPM, após os procedimentos de praxe, o veículo foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil (PDC) da cidade, que iria tomar as providências e o veículo seria periciado para encontrar possíveis vestígios deixados pelos sequestradores. Só que na madrugada desta quinta-feira (7) o carro foi incendiado em frente à delegacia da cidade.

Em conversa com este Blog, o delegado Elioenai Dias confirmou que o veículo foi incendiado por volta das 3h e disse que os trabalhos de investigação já foram iniciados. Ele adiantou que a perícia ficará a cargo de fazer esse trabalho, mas não sabe quando o resultado ficará pronto. Câmeras de segurança da área devem ajudar nas investigações.

O sequestro

Conforme este Blog mostrou, o casal foi resgatado na madrugada de ontem, após ser levado de casa no bairro Alto da Temperatura, em Cabrobó. O homem sequestrado é um comerciante de 68 anos. Já a esposa dele, de 50, é gerente da agência dos Correios da cidade.

A 2ª CIPM informou que as vítimas foram levadas de dentro de casa por quatro homens armados. Eles teriam pedido uma alta quantia em dinheiro para liberar o casal, mas devido à intensa movimentação da polícia na área, os sequestradores resolveram libertar o casal sem receber o resgate. Ninguém ficou ferido. O casal procurou a Polícia Civil (PC) e o caso segue sob investigação.

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