Avião que saiu de Petrolina faz pouso de emergência no aeroporto de Brasília

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Aeronave AviancaUma aeronave da Avianca fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília (DF), na tarde de hoje (28). Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o avião pousou de barriga no chão – o trem de pouso dianteiro não abriu. O voo, de número 6393, fazia o trajeto Petrolina a Brasília.

Segundo a FAB, não há registro de feridos. A aeronave aterrissou apenas com o trem de pouso traseiro e depois deslizou com o nariz pela pista, que já estava preparada para receber o avião. Peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) já estão no aeroporto iniciando as investigações para apurar o que pode ter ocorrido com a aeronave.

De acordo com O Globo, o avião levava 49 passageiros e aterrissou na pista nova do aeroporto internacional, que foi interditada. Esse voo, que sai de Petrolina às 14h02, normalmente chega a Brasília duas horas depois. Por questão de segurança, a FAB orientou os pilotos a voarem por mais tempo antes de fazerem o pouso.

11 COMENTÁRIOS

  1. Vim de Brasília terça-feira neste mesmo vôo e tive muito medo,pois o mesmo era muito velho e ouvi um barulho estranho. Foi um alívio quando aterrissou aqui em Petrolina. Espero que tenham responsabilidade e tirem de vez do ar. Antes que vidas sejam ceifadas.

    • Pois é isso aí, Lúcia. Há uma coisa dessa ai, velha, fazendo assombração aos passageiros. Eu tambem peguei um treco assi
      m, recentemente. Quando algum deputado desse ai compartilhar de um susto assim, dentro duma lata velha desta, teremos grandes repercursões e ai sim podem tomar providencias, retirando do ar esta coisa. Fica o seu alerta. Que Deus não permita um acidente fatal, mas se ocorrer, a empresa responderá criminalmente e as autoridades omissas também precisam pagar criminalmente. Pelo menos deveriam responder também!

    • Esses aviões tem mais de 50 anos de uso. Já deram o que tinham de dar. Deve entregar aos museus ou vender como sucata. O que não pode é continuar insistindo em matar as pessoas. Acredito que este avião é o mesmo que quase mata há uns dois anos atrás, mais de noventa pessoas vindo de Recife para Petrolina. APOSENTADORIA PRA ELES JÁ.

  2. A decisão de ficar no ar, para o consumo de grande parte do combustível foi do Piloto, que com muita calma e perícia, informou a Torre do problema e como ele ia resolver. Apenas pediu apoio ao pessoal do solo.

  3. Já trabalhei na manutenção de aeronaves. A manutenção é prevista pelo próprio fabricante de acordo com as horas de vôo. O manual de manutenção destes aviões parece mais uma enciclopédia onde se contemplam todos os sistemas a serem submetidos à manutenção. Deve ser seguido à risca, inclusive com a troca de peças que sequer apresentam sinais de fadiga. Dessa forma, a vida útil destes aviões pode facilmente ultrapassar 10 ou 15 anos. Quando eu trabalhava na área, o DAC (atual ANAC) fiscalizava rigorosamente o cumprimento deste cronograma. Hoje, confesso que não sei como isso está. É claro que, mesmo com a manutenção em dia, problemas como esses podem acontecer. O travamento do trem de pouso de nariz pode ocorrer até em decorrência de um pouso mal feito anteriormente, mas não há como julgarmos.
    O piloto seguiu os procedimentos de segurança nesses casos, que são exaustivamente treinados em simulador. Primeiro gastou o combustível, depois usou um pouco mais de pista para que o bico do avião não batesse com muita força na pista, correndo o risco de danificar a estrutura e quebrar ao meio. Merece os parabéns pela perícia da manobra.

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