Atentos as questões sociais, Hospital Memorial agora conta com uma casa de acolhimento em Petrolina

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Quem busca tratamento médico em Petrolina e não tem condições financeiras de custear hospedagem, agora conta com um espaço especial oferecido pelo Hospital Memorial e o Instituto Memorial do Vale. A casa de acolhimento fica localizada no bairro Gercino Coelho e foi inaugurada na última sexta-feira (13).

A hospedaria é o primeiro trabalho social do grupo, que pretende investir mais neste seguimento ofertando local para descanso para quem está em tratamento e para acompanhantes. “Este local é o primeiro passo de muitos trabalhos voltados para o social que estão por vir. A finalidade é que o local seja abrigo para pessoas procuram tratamento de saúde aqui em Petrolina, e que não têm familiares e nem condições de pagar hospedagem”, explicou a sócia do Hospital Memorial, Dra. Irene Cavaggioni.

O local foi escolhido devido à proximidade com o Hospital Dom Tomás, que recebe diariamente diversas pessoas que buscam tratamento de combate do câncer. A casa fica localizada na Rua da Piedade. Além do Dom Tomás, a unidade abriu as portas para pacientes e acompanhantes do Hospital Universitário (HU) de Petrolina e do Hospital Memorial.

“Pessoas em tratamentos de alta complexidade, como o cateterismo, cirurgia cardíaca, marca-passo e que vem de fora. Enquanto os familiares se encontram no hospital se recuperando do procedimento, os acompanhantes que não tem onde ficar podem ficam hospedados aqui nesta hospedaria”, afirma Dra Irene.

Hospedagem

A hospedagem pode ser curta ou durar até 15 dias, com alimentação gratuita para menores de 18 anos e maiores de 60.

Em uma residência nova e bem organizada, Dra. Irene Cavaggioni prefere não comentar sobre o valor do investimento, e sim do papel social que o local vai desempenhar.

O valor do investimento é muito pequeno dentro da grandeza das questões sociais. Não tem mais como o setor privado não ter esse olhar voltado para o social, para aqueles que foram menos favorecidos e que estão sofrendo. Porque aqueles que podem não são a mão estendida neste momento? Devemos ser a ponte para que outros setores privados na área de saúde tomem a mesma atitude e, dessa forma, a gente consiga aliviar um pouco o sofrimento das pessoas da região do Vale do São Francisco”, finalizou.

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