Artigo: Novidade na vitivinicultura

por Carlos Britto // 15 de janeiro de 2012 às 20:32

O empresário petrolinense Luiz Eduardo Coelho nos envia um novo artigo sobre uma importante novidade na produção de uvas para vinhos – ideia que poderia ser assimilada por aqui.

Confiram:

Uma empresa holandesa, em parceria com uma universidade sul-africana e a Agência Espacial Europeia, desenvolveu um sistema que ajuda a otimizar o aproveitamento da água em vinhedos. A precisão do manejo economiza água e melhora a qualidade do vinho.

A imagem de satélite, mostrando as regiões produtoras de vinho da África do Sul, é do site da WaterWatch. A indústria do vinho é uma das boas coisas da globalização. Ou, talvez melhor, da “glocalização”, como diz Augusto de Franco.

Recuperei uma reportagem sobre isso, The globe in a glass, que The Economist publicou no fim de 1999. Ela começa com uma boa piada que a baronesa Philippine de Rothschild gostava de contar para os convidados no seu château em Bordeaux: “Fazer vinho é realmente um negócio muito simples. O difícil é só os primeiros 200 anos”.

Não mais. Terra boa, água e sol abundantes, tecnologia de ponta e cadeias internacionais de produção e comercialização espalharam a cultura do vinho pelo mundo. Os melhores vinhos do novo mundo são tão bons ou melhores que os do velho mundo. A primeira vez que um vinho da Califórnia bateu os franceses numa degustação às cegas em Paris, em 1976, foi um espanto. Hoje ninguém se espanta tanto quando uma nova vinícola ou uma nova região produtora entram rachando no mercado.

Resultado: mais e melhores vinhos, relativamente mais baratos. Quem pode ser contra isso? Talvez os franceses, um pouco…

Nós, plebeus do mundo, temos mais é que brindar a isso. Com um bom espumante brasileiro, quem sabe, da serra gaúcha ou – ok, sem bairrismo – do vale do São Francisco.

Viva a globalização!

Luiz Eduardo Coelho/Empresário

Artigo: Novidade na vitivinicultura

  1. epaminondas disse:

    luiz eduardo esta de parabens!empresario atento as diversidades e potencialidades dovale,fala com desenvoltura sobre a industria do vinho.o que esta por tras disso e o turismo-importante setor ,gerador de emprego e renda.

  2. Andre Fontes disse:

    Ele está de parabéns se fosse politico e não empresario, muito fraco como empresário e com certeza arrogante ao extremo
    att,
    g1 Andre fontes filho de Genoveva PSDB

    1. hedio disse:

      imagine so quem e que e arrogante…depois de dizer tanta bobagem este sr andre…ainda acusa os outros…va trabalhar invejoso!

  3. Ricardo disse:

    Os empresários do ramo da vitivinicultura do Vale estão anos luz a frente de muitos empresários em nosso país, tanto em investimento quanto, principalmente, pela mão-de-obra barata encontrada por aqui.

    O lucro de todo tipo de empresariado é muito grande em nossa região, seja do ramo imobiliário, da fruticultura irrigada, do comércio, pois os Sindicatos não têm poder (e nem querem te-lo) para negociar com esses patrões.

    A especulação imobiliária em Petrolina é absurda, um quartinho não sai alugado por menos de R$200,00, uma casa não é vendida por menos de R$50mil, e pode ser no bairro que for, já temos casas avaliadas em 3 ou 4 milhões e não são lá essas coisas todas. Enquanto isso, os agricultores do Projeto Pontal vão ser indenizados em apenas R$100,00 por hectare (100m x 100m = 10000m²) em terras consideradas irrigáveis, quer dizer, gerarão um lucro milhares de vezes superior ao preço que querem pagar, enquanto que um metro quadrado (m²) na região central de Petrolina custa em média R$170,00. Preste atenção ao disparate, estão pagando menos por 100m dos nossos agricultores aqueles que primeiro se implantaram aki do que por um no centro.

    O comércio paga um salário de miséria e os quartéis de empresários implantados é absurdo e me parece com uma venda posta aos OLHOS do Ministério Público, já que é sabido que quase todas as óticas petrolinenses pertencem a um ou dois donos apenas e o preço implantado para a venda de óculos é exorbitante, além dos quartéis dos combustível tão absurdo quanto o de óticas.

    Os empresários da fruticultura pagam muito, mas muito mal os trabalhadores rurais, além de aplicarem veneno com trabalhadores em suas áreas, o que gera malefícios a ambos os lados, ao patrão que pode ser obrigado e indenizar o emprego quanto pro trabalhador que perderá sua saúde.

    Antes de vermos inovação apresentada por um empresário que não tem respeito sequer do próprio empresariado e que manda um artigo desses apenas para aparecer em ano eleitoral, visto que é sabida sua incompetência como administrador, vamos apresentar primeiro às lamúrias de nossas terras, da roubalheira que é feita em cima de nós, invés de ficarmos aparecendo para a imprensa sulista como coitadinhos.

  4. marcos disse:

    podia ser comentarista…alias articulista…parece saber tanto …mas gosta mesmo e de criticar!escreva seu artigo sr ricardo e deixe de falar mal dos outros…se nao fica parecendo picuinha!

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