Artigo do Leitor: “E se o Brasil…”

por Karyne Ramos // 06 de julho de 2026 às 21:11

Foto: Reprodução

Neste artigo do leitor, Teobaldo Pedro faz uma reflexão sobre a eliminação da Seleção Brasileira e usa o episódio como ponto de partida para uma análise mais ampla sobre escolhas e consequências. No texto, ele compara o sentimento de frustração no futebol com decisões da vida cotidiana e do cenário político, destacando a importância da responsabilidade no momento do voto e na construção dos resultados individuais e coletivos.

Confiram:

A derrota da Seleção Brasileira deixou no torcedor um sentimento conhecido: a frustração de saber que, mais uma vez, será preciso esperar quatro anos para tentar novamente. Dói ver outras seleções seguirem na competição enquanto o Brasil volta para casa antes da hora. Mais do que um resultado esportivo, fica a sensação de que faltaram entrega, determinação e a vontade de transformar a oportunidade em conquista. Para quem ama futebol, resta a amarga espera e a esperança de que, no próximo ciclo, a história seja diferente.

Mas essa reflexão não vale apenas para o futebol. Na vida pessoal, familiar, social e, principalmente, na vida política, também convivemos com as consequências das escolhas que fazemos. Uma decisão equivocada pode custar anos de arrependimento. Por isso, antes de depositar um voto de confiança, é preciso ouvir atentamente as propostas, analisar o caráter, a história e o compromisso de cada candidato. O voto é um instrumento valioso e não pode ser entregue por impulso, por emoção ou por conveniência. É preciso responsabilidade para que o nosso “pênalti” também não seja perdido.

No futebol, um pênalti desperdiçado pode significar a eliminação de uma equipe. Na democracia, um voto mal escolhido pode representar anos de frustração para toda uma sociedade. Em ambos os casos, o resultado é consequência das decisões tomadas no momento decisivo. Que saibamos transformar nossas oportunidades em acertos, assumindo a responsabilidade por nossas escolhas e trabalhando para construir o Brasil que desejamos.

Teobaldo Pedro/Leitor

Artigo do Leitor: “E se o Brasil…”

  1. Edilberto disse:

    Antes do inicio eu já previa derrota do Brasil. Esse Ancelotti como técnico é um exímio “mascador” de chicletes, radical ditador dono da razão, o povo pede Neymar, Endrix, Luiz Henrique e outros bons jogadores. Mas ele prefere testar varais escalações em plena copa do mundo, quando já deveria ter uma seleção dos melhores formada. Ele prefere escalar “Astros, estrelas que jogam lá fora, como ele “estrela”! Essas estrelas cheias de “trancinhas”, talvez façam sucesso no cinema em Hollywood, é preciso raça, amor a camisa, como exemplo, Vini jr, Neymar que chorou após a derrota, eles já são famosos no mundo todo, milionários jogam pelo amor a camisa. Temos técnicos excelentes no Brasil, melhor que o gringo, mas a CBF prefere pagar 1 milhão de euros/mês ao gringo. Se em 2030 ainda for ele, será outra decepção. A melhor defesa é o ataque não esse joguinho de “comadres”, na própria área com o goleiro. Técnico não ganha jogo, cada partida é diferente, não existe padrão, é criatividade, raça, técnica e talento.

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