Após muita polêmica, Governo de Pernambuco decide cancelar peça na edição 2018 do FIG que mostraria Jesus Cristo travesti

4
Foto: André Penner/divulgação

A edição 2018 do tradicional Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), no Agreste pernambucano, acontecerá este mês sem uma grande polêmica que se anunciava. Trata-se da peça teatral “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, que trazia uma visão atual de Jesus Cristo vivendo como travesti.

Como não seria diferente, a confirmação da peça na programação do evento causou indignação e grande revolta entre a comunidade católica de Garanhuns, a ponto de o prefeito Izaías Régis se manifestar dizendo que não permitiria a exibição do espetáculo. O clamor surtiu efeito. Por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o Governo de Pernambuco decidiu cancelar a apresentação da peça.

Por meio de nota enviada à imprensa, o Estado justificou:

O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, decidiu cancelar a apresentação “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” da Mostra de Teatro Alternativa do Festival de Inverno de Garanhuns de 2018, diante da polêmica causada pela atração e da possibilidade de prejuízos das parcerias. O Festival de Inverno de Garanhuns foi criado para unir e divulgar nossas expressões culturais, e não para dividir e estimular a cultura do ódio e do preconceito. estratégicas e nobres que o viabilizam. O Governo de Pernambuco também repudia todas tentativas de exploração eleitoreira feitas do episódio.

Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco

4 COMENTÁRIOS

  1. O raciocínio é simples: Se o Estado é laico e não pode ter uma religião oficial, da mesma forma esse Estado não deve ser contra nehuma religião, porque, se não estaria indiretamente promovendo uma em detrimento de outra. Laicidade do estado não quer dizer que o estado é contra a religião, mas tão somente que não tem uma religião específica, devendo oferecer condições para que todos exerçam sua religião de forma livre e pacífica. Nesse caso noticiado, o Estado, como ente público que é, não deveria jamais patrocinar esse tipo de espetáculo, cujo objetivo único é ridicularizar a fé de milhões de cristãos, atribuindo à figura santa de Jesus Cristo, um comportamento incompatível com o que as escrituras e a própria história relatam dele. Esses pseudo artistas não teriam a mesma coragem de colocar como travesti o maior líder muçulmano, Maomé. Mais ridícula foi a nota enviada pelo Governo do Estado, eximindo-se de qualquer responsabilidade, e ainda atribuindo a todos aqueles que discordam comportamento preconceituoso e de promover um discurso de ódio. Pro governo, o problema está em nós, e não nessa peça ridícula e de péssimo gosto.

  2. CULTURA DO ÓDIO E DO PRECONCEITO, ou seja, destilam desprezo, ódio, desrespeito e agressividade aos valores cristãos e ainda insinuam que o ódio é dos que são atacados e desmoralizados. Por isso repito sempre que ativismo LGBT e feministas só serve o princípio da reciprocidade: Se agridem merecem serem agredidos. Corja, escória, vitimistas, covardes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Comentar
Seu nome