Aplicativo para auxiliar vítimas de violência doméstica começa a ser testado em Petrolina

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aplicativo-smartphoneA Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (VVDFM) de Petrolina, em parceria com a Polícia Militar (PM), iniciou os testes do aplicativo “Alerta de Maria”. A ferramenta eletrônica poderá ser utilizada por mulheres resguardadas por medidas protetivas de urgência, quando se sentirem ameaçadas. Com o aparelho será possível acionar a autoridade policial, por meio de celular, além de avisar a amigos e familiares sobre a uma ocorrência.

O aplicativo será instalado nos aparelhos celulares das mulheres com as medidas protetivas autorizadas pelo magistrado. Por meio de dois cliques no dispositivo, é possível acionar o 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Petrolina. Os testes, que começaram na última semana, estão sendo feitos pelas equipes da VVDFM e do 5°BPM e devem se estender até o fim de dezembro. A disponibilização para o teste pelas mulheres começará após essa etapa. Estão sendo avaliadas e corrigidas questões como layout, localização, tempo de recebimento e resposta.

Na unidade judiciária, serão realizados os cadastros e fornecidas as orientações sobre a utilização do aplicativo, com disponibilização de Guia de Instrução. As informações serão recebidas e monitoradas pela VVDFM, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Petrolina e pelo 5º BPM, que terá equipe especializada para atender ao pedido de socorro e acionar a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Segundo o juiz titular da VVDFM de Petrolina, Sydnei Alves Daniel, a expectativa é que o aplicativo seja uma ferramenta efetiva e célere no combate à violência contra as mulheres. “Com a ferramenta, conseguiremos atender a mulher em situação de risco de forma imediata, ao acionarmos com urgência à polícia e à Vara de Violência Doméstica”, afirmou.

Aplicativo

O aplicativo foi criado com a colaboração do programador Luciano Lopes e do publicitário Filipe Durando. O dispositivo representa mais um instrumento de proteção às mulheres, além da possibilidade de contato telefônico através dos números 190 (Polícia Militar), 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 0800 281 8187 (Teleatendimento Cidadã Pernambucana).

1 COMENTÁRIO

  1. Aplicativo e nada é a mesma coisa se a lei não funciona,as mulheres denunciam 50 vezes e os caras ficam soltos,só são preso por 2 horas quando matam as coitadas e ainda vem falar de aplicativo.

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