Aeronáutica investiga pouso de emergência de avião que saiu de Petrolina a Brasília

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AviãoO Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica, investiga as causas do pouso de emergência da aeronave da empresa Avianca no Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek, em Brasília (DF). A informação é da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Na tarde de ontem (28), às 17h42, o avião, com 49 pessoas a bordo, não conseguiu baixar o trem de pouso dianteiro e pousou de barriga, “de forma segura”, segundo nota da empresa. A aeronave Fokker MK 28, fazia a rota Petrolina/Brasília. Após o pouso, caminhões jogaram espuma sobre o avião para reduzir o risco de explosão.

Segundo a companhia, todos os 44 passageiros a bordo foram assistidos, sendo que 20 deles seguiram viagem em voos da própria empresa, 14 seguiram para suas residências em Brasília e nove adultos e uma criança foram acomodados em um hotel. A Anac informou que está acompanhando a assistência aos passageiros.

Segundo a Inframérica, concessionária que administra o Aeroporto de Brasília, as pistas do aeroporto operam normalmente hoje (29). Ontem, a pista onde o avião pousou foi liberada por volta das 21h e os voos programados foram direcionados para a segunda pista do aeroporto, o que provocou atraso em 15 voos. (Fonte/foto: Agência Brasil)

4 COMENTÁRIOS

  1. Vamos lá! O Fokker (MK-28 ou 100 msm) tem mais de 20 (20 anos pra um avião ainda é meia é vida) anos de fabricação (Os que estão operando na Avianca), essas aeronaves já foram compradas de segunda mão da American Airlines. Até ai tudo bem, o Fokker ao contrário do que maioria pensa, é uma EXCELENTE aeronave, ué, FERNANDO, vc tá louco? E os acidentes com ela que teve aqui no Brasil? …Opa! Falou certo, no Brasil! No Brasil a principal operadora dela foi a TAM! Fez enorme sucesso, aeronave de baixo custo, boa autonomia, ou seja, ótima pra vôos regionais. Mas temos um grande problema: A TAM, que operava esses aparelhos naquela época NEGLIGENCIOU sua manutenção pra cortar custos, isso mesmo, CORTAR CUSTOS! A mídia parece que se apaixonou pelo Fokker ..só n aprenderam a escrever o nome certo (FOCKER, FOQUER, FOKER…dentre outras bizarrices) Nem a queda de um Embraer 120 Brasília da RICO, matando 28 pessoas no MESMO DIA do acidente na TAM que matou 99 pessoas, impediu o foco exclusivo no Fokker 100. Restou à TAM encostar os aviões e ir se desfazendo da frota… o que foi acontecendo paulatinamente. Era o fim do Fokker 100? Negativo, em Dezembro de 2005 a OceanAir introduziu um tipo novo: MK28! (O que pousou em Brasilia) Risos, não podia ter algo mais bizarro em nossa aviação comercial, o Fokker 100 rebatizado, com medo do operador em ficar igualmente marcado, mas o MK28 (fusão do MK0100 com o F28, ou seja o FOKKER 100), cumpre seu papel na OceanAir/Avianca até hoje, sem ter protagonizado nenhum acidente e mais recente passou a operar na MAIS (esta não esconde que é um Fokker 100). Lá fora o Fokker 100 fez sucesso na American Airlines, KLM, AIR FRANCE, diversos operadores satisfeitos! Fica a dica do site http://www.fokker-aircraft.info, de entusiastas holandeses, onde é possível se aprofundar sobre o F100. Acho apenas que muitas pessoas deveriam se informar melhor, que avião não é só BOEING ou Airbus. Temos a EMBRAER (reconhecida no mundo pela sua qualidade).O Fokker, é uma EXCELENTE aeronave sim! Pena que a a fabricante faliu e quem fornece as peças hoje é governo Holandês…. Pergunte a qualquer piloto sobre o Fokker e verá tripulantes apaixonados pelo avião!! Só pra finalizar, avão como qualquer outro equipamento precisa de MANUTENÇÃO e na aviação, não é diferente, um avião pode ter 40 anos de operação, mas se for respeitado seus limites e sua manutenção, dificilmente dará problema… Enfim, Não há muito romantismo nem drama. Qualquer componente mecânico ou eletrônico está sujeito a falhas em qualquer avião. O q importa saber é que há contingências projetadas para as piores falhas, e essas contingências quando associadas ao profissionalismo e treinamento, resultam em vidas sem nenhum arranhão e com história para contar aos filhos. Infelizmente, se fosse um pneu furado em um ônibus, estaríamos amargando as vidas perdidas em ribanceiras por esse país afora. O que aconteceu em Brasília não foi sorte dos que estavam a bordo. Aconteceu exatamente o que teria de acontecer em caso de uma falha de trem de pouso deste tipo. O piloto menciona no áudio que perdeu um dos sistemas hidráulicos. Mais uma vez o projeto de redundância funcionou como deveria, pois a aeronave não perdeu manobrabilidade. O piloto fez conforme foi treinado e mostrou sabedoria e confiança!

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