Poeta e cantador Maviael Melo lança livro na Bienal de SP e participa de encontro com Zeca Baleiro

por Antonio Carlos Miranda // 16 de setembro de 2026 às 21:35

Foto: CLAS Mk/divulgação

Poesia, música e literatura marcaram a passagem de Maviael Melo pela 28ª Bienal de São Paulo. Entre os dias 9 e 11 de setembro, o poeta e cantador pernambucano, radicado na Bahia, integrou a programação do Espaço ‘Cordel e Repente’, da Editora IMEPH, além de participar do podcast oficial da Bienal. Ao longo dos três dias, Maviael esteve envolvido em diferentes momentos da programação – entre conversas, mediações, apresentações e lançamentos literários.

Um dos destaques da agenda aconteceu no primeiro dia do evento, quando Maviael dividiu uma conversa com o poeta, cantor e produtor Zeca Baleiro. O encontro percorreu temas como literatura, poesia, música, política e contação de histórias, em uma prosa mediada pelo jornalista e editor Fábio Uechara.

Ainda no dia 9, no palco do Espaço Cordel e Repente, Maviael apresentou uma cantoria poética e musical, levando ao público parte do repertório de seu novo disco, que está atualmente em processo de gravação. A atuação do poeta na Bienal também passou pela mediação de lançamentos. Maviael conduziu, no dia 10, a apresentação do livro ‘O Dia em que os Erros Sumiram do Mundo’, do escritor cearense Diego Azevedo Albuquerque. No dia seguinte, mediou o lançamento da obra do poeta potiguar Gelson Pessoa.

Encerramento

A programação de encerramento contou ainda com uma prosa poética com a poeta Mariana Guimarães, acompanhada por uma condução instrumental de Maviael, durante o lançamento de seu primeiro livro de poesia, ‘Nudações’. O poeta também conduziu um bate-papo com o ator, escritor e palestrante Nado Grimberg sobre o livro ‘Falar até Papagaio Fala’.

Fechando sua participação em sua terceira Bienal de São Paulo, Maviael Melo também apresentou ao público seu novo trabalho literário: “Um Conto Cumulativo na Invasão do Cabral”, publicado pela Editora IMEPH. O lançamento teve mediação do escritor e editor Theognis Florentino.

Com uma agenda que transitou entre a palavra falada, a música e a literatura, Maviael reforçou na Bienal uma trajetória construída justamente no encontro entre diferentes linguagens artísticas e a tradição da poesia popular.

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