Ato de vandalismo deixa Orla II de Petrolina às escuras

por Carlos Britto // 05 de janeiro de 2026 às 18:40

Foto: Ascom PMP/divulgação

Considerada um dos principais cartões-postais de Petrolina, que reúne espaço de convivência, lazer e turismo, a Orla II foi palco de um ato de vandalismo na noite do último domingo (4). De forma proposital, a rede de iluminação pública, que atende um trecho de 700 metros, foi desligada e provocou escuridão na área, gerando transtornos para frequentadores e condutores que passaram pelo local.

De acordo com a Secretaria de Serviços Públicos e Defesa Civil, o responsável por tal ato violou a caixa de rede e desligou o disjuntor. Felizmente, a situação foi normalizada ainda na noite de ontem.

A Secretaria informou que o desligamento de disjuntores já foi registrado também embaixo do Viaduto dos Barranqueiros, na Praça da Sementeira e em parte da Avenida da Integração. A ausência de iluminação pública compromete a mobilidade, aumenta a sensação de insegurança e pode favorecer a ocorrência de acidentes e outras práticas ilícitas, afetando diretamente o direito de ir e vir dos cidadãos.

A pasta ressalta que a Orla é um patrimônio coletivo, construído e mantido com recursos públicos, pertencente a todos os petrolinenses. Preservar esse espaço é uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a sociedade. Atos de vandalismo não atingem apenas a estrutura física, mas impactam a qualidade de vida, o turismo, a economia local e a imagem da cidade. Caso a população presencie situações semelhantes, basta entrar em contato com o setor de iluminação da Secretaria de Serviços Públicos e Defesa Civil pelo telefone 0800 608 1022, que opera 24 horas todos os dias da semana. Para denunciar atos de vandalismo é só acionar a Polícia Militar (PMPE) no 190 ou a Guarda Civil Municipal (GCM) no 153.

Ato de vandalismo deixa Orla II de Petrolina às escuras

  1. MARCOS ANTONIO disse:

    Nessa situação o pessoal que fica nas câmeras de monitoramento, tem que passar a ocorrência com urgência para a CGM e para a ENGIE que administra a iluminação pública, não pode ser tratado como uma simples falta de energia.
    Apenas uma opinião.

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