Leitora questiona critérios utilizados pelo Exército para contratação de caminhoneiros da Operação Pipa

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A leitora Jéssica Silva levanta um questionamento, por meio deste Blog, acerca dos critérios utilizados pelo Exército Brasileiro para contratar os caminhoneiros que fazem parte da Operação Pipa.

Confiram:

Queria levantar uma questão referente à Operação Pipa. É justo um caminhoneiro ficar de fora por mais de 3 meses? Será que a forma com que está sendo realizado o sorteio não está sendo desvantajoso para alguns caminhoneiros? Por ser um projeto do Exército, não seria justo ter uma ficha aleatória em que todo saíssem com vantagens?

Exemplo: verificar a quantidade de caminhoneiros atualmente, depois disso verificar os que estão fazendo as entregas atualmente.

Quando fosse ter o sorteio, seria mais que justo o que estavam de fora entrar, e os que já estavam trabalhando, estes sim irem pra sorteio, caso as vagas não forem preenchidas. E assim sucessivamente.

Muitos trabalhadores estão saindo prejudicados com esse método utilizado.

Jéssica Silva/Leitora

2 COMENTÁRIOS

  1. Na minha opinião o exército tem de endurecer o jogo com esse pessoal . Admito que tem muita gente boa trabalhando mas também temos muitos desviando água . Quanto aos critérios de escolha acho que o primeiro critério deve ser honestidade no que faz . Conheço muitas famílias com mais de ano sem receber água do exército pois o município interfere politicamente nestes lugares o que torna vergonhoso este benefício

  2. Não concordo com a senhora.
    Isso é mi mi mi canhoto!
    Trabalha quem tem boa avaliação, que não seja drogado maluco, que não apronta, não se mete em encrenca, que seja confiável, bom profissional, experiente, com caminhão ADEQUADO que passe na revista, com boas condições mecânicas… Ou seja… MOTORISTA BOM com CAMINHÃO BOM.

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