Acentos quebrados, portas penduradas e superlotação. De acordo com os comunitários de Caititú, localidade da zona rural de Petrolina, essa é a realidade do transporte coletivo da empresa São Francisco. Segundo um dos moradores, José Gomes, os ônibus não têm condições de uso. “Não aguentamos mais andar em ônibus caindo aos pedaços, a porta de um deles está pendurada, os bancos quebrados, e a frota é pequena demais, os coletivos só andam lotados, podendo acontecer algum acidente”, reclamou um comunitário no Programa Opinião, da Grande Rio AM. De acordo com o diretor da EPTTC, Pedro Norberto, ainda hoje (13), vai haver uma reunião com os representantes da empresa de ônibus São Francisco para discutir as melhorias do transporte coletivo.
Daqui a uns 2 anos vai estar cobrando mais de 2 milhões de reais de cache