Primeiro Núcleo Intersetorial de Educação Sanitária passa a funcionar em Petrolina

por Carlos Britto // 20 de março de 2026 às 09:00

Foto: Deivid Menezes/Ascom PMP/SMS

O município de Petrolina passou a contar, desde a quarta-feira (18), com o primeiro Núcleo Intersetorial de Educação Sanitária. A finalidade é alinhar ações para a população e evitar possíveis erros no fornecimento de serviços, no trabalho e infrações sanitárias.

A iniciativa, que tem à frente à Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS), contou com a participação de instituições de ensino técnico e superior, como Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), Faculdade Soberana, Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (APEVISA), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), fiscais e inspetores sanitários e Conselho Municipal de Saúde.

O primeiro encontro serviu para apresentar os setores envolvidos no Núcleo e alinhar ideias, com foco em unificar informações e colocar o processo educativo em prática. A proposta é gerar resultados reais, formando multiplicadores de conhecimento e beneficiando diretamente a população.

O professor doutor da Univasf, João Alves, destacou a importância de integrar a fiscalização e o ambiente universitário: “Esse momento, sem dúvidas, é muito importante e construtivo no quesito sanitário municipal. Por meio dessas ações de educação, podemos multiplicar os fiscais, pois levaremos informação às pessoas. Além disso, no campo acadêmico, podemos transformar esses momentos em ações de extensão, gerando atividades educativas com os alunos”.

Produtores independentes

Um dos pontos discutidos no primeiro encontro foi a regularização de produtores independentes nos mais variados ramos alimentícios. “Petrolina já possui o Selo de Inspeção Municipal (SIM), uma importante certificação para produtos de origem animal como leite, ovos, carnes e mel, que assegura qualidade aos produtos e segurança no consumo para a população. Nesse contexto, sugiro que possamos incluir a ADAGRO para discutir também o Selo ARTE, certificação federal que atesta a produção artesanal de alimentos de origem animal”, enfatizou o auditor fiscal federal agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Washington Luiz Gonçalves.

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