A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Petrolina virou alvo de sérias denúncias, que vão desde supostas perseguições administrativas a assédio moral. Servidores que pediram anonimato relatam a este Blog um ambiente de trabalho tóxico, em meio a gritos e substituições injustificadas por “apadrinhados”.
Funcionários veteranos da Secretaria Executiva de Regulação seriam as maiores vítimas. Segundo relatos, a atual gestora da área teria instaurado um regime de medo e instabilidade desde que assumiu o cargo.
De acordo com os servidores, o cotidiano no setor tem sido marcado por episódios de assédio moral, que incluem exclusão deliberada de funções e decisões estratégicas, abordagens agressivas e gritos em ambiente de trabalho e desgaste emocional, gerando um mal-estar generalizado em toda a equipe.
O objetivo dessas manobras, segundo as denúncias, seria forçar a saída de profissionais técnicos e experientes para abrir espaço para “conhecidos e colegas” da gestora, configurando uma tentativa de aparelhamento do setor.
Trocas sem critérios
A maior queixa dos servidores, no entanto, recai sobre a cúpula da pasta. A SMS é cobrada por não resolver a situação. Relatos indicam que a Pasta estaria autorizando demissões e substituições baseando-se apenas na única palavra do pessoal da Regulação, sem considerar o histórico, a competência ou o trabalho construído pelos profissionais desde o início da gestão. “É lamentável ver currículos e anos de dedicação serem descartados em prol de amizades pessoais, sem que haja uma avaliação justa do desempenho técnico“, afirma um dos autores das denúncias.
A reportagem entrou em contato com a SMS, que ficou de se manifestar sobre o asusnto por meio de nota.



Isso é grave, se confirmados os fatos aqui narrados. A saúde nao deveria, mas é um bom cabo eleitoral. E certamente um reduto de apadrinhados. As autoridades, nao envolvidas diretamente, devem apurar imparcialmente.
Quem comete essa conduta de coação Moral através de “GRITOS e AMEAÇAS” é o Diretor da Regulação, ele sim tem conduta anti ética com os profissionais colaboradores do setor basta perguntar a qualquer um de lá. A Secretária Executiva sempre teve moral, caráter, ética e todos o Adjetivos corretos pra o pleno desempenho das atividades dentro da regulação. Sem contar que ela nunca deixou de receber ninguém da melhor forma possível, seja profissional do setor ou não. Ela sempre esteve disponível e disposta a dar uma solução adequada a quem quer seja.
É o prenúncio do que a reforma administrativa vai trazer. A PEC 38 gera prejuízos reais porque:
● Desorganiza o sistema de concursos;
● Fragiliza o aproveitamento entre órgãos;
● Enfraquece a estabilidade como garantia institucional;
● Amplia perseguições administrativas disfarçadas de gestão;
● Premia proximidade, não mérito;
● Silencia o servidor técnico;
● Politiza a máquina pública.
Diga não a PEC 3oitão!
O povo tá preocupado se o serviço está sendo prestado com qualidade e não se o servidor tem ou não estabilidade.
É totalmente compreensível que o povo acredite que “não haverá prejuízo”. O cidadão comum quer:
atendimento rápido no posto de saúde;
segurança na rua;
escola funcionando;
menos impostos;
menos burocracia;
Porque o impacto não é imediato nem visível.
Mudanças administrativas:
não fecham hospitais no dia seguinte;
não demitem todo mundo de uma vez;
não colapsam o sistema instantaneamente.
O efeito é gradual e silencioso:
decisões técnicas passam a ser políticas;
fiscalização perde rigor;
servidores começam a evitar conflitos;
qualidade cai devagar.
E quando a queda aparece, é difícil ligar o problema à causa original.