Nove suspeitos de participação no forte esquema de corrupção na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, localizada em Petrolina, foram indiciados por cinco crimes. A Polícia Civil (PCPE) concluiu a investigação e remeteu o inquérito para avaliação do Ministério Público (MPPE), que ainda não se posicionou.
Na lista de indiciados está o ex-diretor da unidade, Alessandro Barbosa Martins de Sousa, afastado das funções públicas desde agosto de 2025 quando foi deflagrada a operação Publicanos. Também inclui policiais penais e detentos.
A investigação indica que valores via Pix teriam sido repassados ao ex-gestor como propina para liberação de entrada de drogas, bebidas alcoólicas, celulares e negociação de venda de cantinas e até camas na unidade prisional. Mensagens de WhatsApp, anexadas ao processo, serviram de provas.
Alessandro, apontado como o líder do “núcleo de agentes públicos”, permaneceu com tornozeleira eletrônica até abril deste ano. A PCPE se pronunciou sobre a conclusão do inquérito apenas por meio de nota oficial. No texto enviado à coluna ‘Segurança’, do Jornal do Commercio, informou que, na investigação, foram individualizadas as condutas atribuídas a cada um dos suspeitos, indiciados por cinco crimes: organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, corrupção ativa e ingresso ou facilitação de ingresso de aparelho telefônico em estabelecimento prisional.



Se o “governo e justiça”, não conseguem combater a criminalidade, corrupção nem dentro dos PRESIDIOS, marginais presos, imaginem nós, que circulamos nas ruas, vergonhoso nosso sistema prisional no Brasil.