Na coletiva concedida neste domingo (2) à imprensa, em sua convenção que a homologou candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) minimizou a polêmica em torno das indicações ao Senado. Focando no futuro, a gestora afirmou que os investimentos que conseguiu viabilizar no primeiro mandato a deixam convicta de que os anos seguintes serão ainda melhores.
“São obras e ações já contratadas para Pernambuco, R$ 40 bilhões de atração de investimentos privados. Não tenho dúvida nenhuma que os próximos quatro anos serão os melhores da nossa história”, afirmou, ao lado da vice-governadora Priscila Krause e dos candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).
Rachel destacou também as alianças, que garantiram com que pudesse viabilizar os recursos necessários para tirar o Estado da situação em que se encontrava. Tudo isso, segundo ela, não deixou de passar pelo aval da população pernambucana.
Chapa para Senado
Sobre o impasse das últimas semanas envolvendo a indicação dos nomes para candidatos ao Senado em sua chapa, Raquel argumentou que a escolha foi deliberada dentro do conjunto de forças que a respaldaram. Os escolhidos foram Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha. O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB), que também sonhava ser indicado, ficou de fora, gerando grande insatisfação em seu grupo político.
A governadora evitou polemizar, dizendo apenas que já tinha conversado com Miguel antes e depois de bater o martelo. Raquel aproveitou para agradecer a Miguel por ter caminhado com ela os quatro quantos do Estado nesses últimos meses, mas deixou claro que essa questão não tem nada a ver com os anseios dos pernambucanos.
“Nosso povo não tem partido político. As crianças das creches e as mães das maternidades também não. A discussão sobre partidos políticos e como eles se montam, muitas vezes não tem a ver com o dia a dia do povo. Tem a ver com o conjunto de alianças formadas para representar Pernambuco. Quero agradecer a todos os nossos aliados que estão aqui, com a gente, e que vão continuar seguindo e que outros que vierem também serão muito benvindos”, finalizou.



Petrolina continuará sem hospital regional estadual, lamentável.