TRE-PE atinge 98,32% em ranking de transparência, diz CNJ

por Antonio Carlos Miranda // 27 de junho de 2026 às 18:34

Fotoarte: TRE-PE

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) atingiu o 98,32% no seu índice de transparência. Foi o melhor resultado alcançado pelo Tribunal desde que o ranking foi instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2018. Os resultados parciais da 9.ª edição do Ranking da Transparência do Poder Judiciário foram publicados, na última quinta-feira (25).  O levantamento é realizado anualmente com o objetivo de estimular os órgãos do Judiciário a disponibilizarem informações à sociedade de forma mais clara e padronizada, facilitando o controle social e ampliando a transparência pública.

Nesta edição do levantamento, todos os órgãos do Judiciário foram avaliados em seis categorias: Justiça Estadual; Justiça Federal; Justiça do Trabalho; Justiça Militar Estadual; Justiça Eleitoral; e Tribunais Superiores e Conselhos.

A avaliação é baseada em 83 questões, distribuídas em 11 temas: Gestão; Audiências e Sessões; Serviços de Informações ao Cidadão (SIC); Ouvidoria; Tecnologia da Informação e Comunicação; Gestão Orçamentária e Financeira; Licitações, Contratos e Instrumentos de Cooperação; Gestão de Pessoas; Auditoria e Prestação de Contas; Sustentabilidade; e Acessibilidade.

Entre as informações a serem disponibilizadas publicamente pelos órgãos estão: os resultados do planejamento estratégico alcançados pelo órgão; o calendário das sessões colegiadas; as respostas às perguntas mais frequentes (FAQ); e se o órgão possui painel visual de informações relacionadas à TIC, que permita ao usuário filtrar, consultar e até extrair dados públicos.

Outros detalhes

O formulário também verifica se são publicados, na aba “Transparência”, o mapa anual dos precatórios; nomes de vencedores de licitações; e a prestação de contas do ano anterior, entre outros. Ainda são analisadas a acessibilidade dos portais, incluindo o uso de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e a adequação para pessoas com deficiência. As informações são do CNJ.

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