Uma mãe atípica de Lagoa Grande relata as dificuldades que enfrenta para garantir o tratamento necessário ao filho de 3 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 2. Segundo ela, há cerca de um ano vem buscando acesso aos atendimentos especializados, mas ainda não conseguiu obter a assistência necessária.
“A luta é grande. Não é fácil para uma mãe ver seu filho precisando de tratamento e receber um não”, desabafou.
De acordo com o relato, a mãe tentou viabilizar o tratamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), porém não conseguiu acesso aos serviços de que o filho necessita. Sem condições financeiras para custear o acompanhamento na rede particular, ela afirma viver uma rotina de luta e incertezas.
Diante da situação, a mãe pede apoio das autoridades competentes para que seu filho tenha acesso ao tratamento adequado e possa receber o acompanhamento necessário para seu desenvolvimento.


