Em alusão ao Dia Mundial da Higiene das Mãos, celebrado em 5 de maio, o Hospital Universitário da Univasf (HU-Univasf) realizou uma série de atividades voltadas à conscientização de profissionais, estudantes, pacientes e acompanhantes sobre a importância da prática no ambiente hospitalar. Neste ano, a campanha mundial traz o tema “Ação que Salva Vidas”, destacando o papel essencial da higienização das mãos na prevenção de infecções e na promoção da segurança do paciente nos serviços de saúde.
Considerada a medida mais simples, acessível e eficaz no combate a infecções relacionadas à assistência à saúde, a higienização das mãos foi o foco de uma programação educativa dentro da unidade. Entre as ações, uma atividade lúdica itinerante, inspirada no universo dos super-heróis, chamou a atenção ao simular situações de risco e reforçar boas práticas por meio de dinâmicas e quizzes.
As atividades foram realizadas em setores como clínicas de internação, Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e parte da Emergência. “A higienização das mãos é um dos atos mais simples e ao mesmo tempo mais poderosos dentro do nosso cuidado. Sem esse hábito, podemos transformar um cuidado em risco e causar danos graves, mesmo sem intenção”, destacou a enfermeira Rafaella Alves, da Unidade de Vigilância em Saúde.
Como higienizar corretamente
A técnica correta é fundamental para garantir a eficácia da higienização. Quando há sujeira visível ou contato com matéria orgânica, a recomendação é utilizar água e sabão, com fricção entre 40 e 60 segundos. Já nas demais situações, deve-se utilizar álcool a 70%, com aplicação por 20 a 30 segundos, cobrindo toda a superfície das mãos.
Também é importante seguir os chamados “cinco momentos” da higienização, recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS): Antes de tocar o paciente
Antes de procedimentos limpos ou assépticos
Após risco de exposição a fluidos corporais
Após contato com o paciente
Após contato com superfícies próximas ao paciente
A iniciativa integra uma mobilização global liderada pela OMS, que busca reforçar a adesão à prática como estratégia essencial para reduzir infecções e garantir um cuidado mais seguro nos serviços de saúde.


