Considerado uma dádiva do povo ribeirinho, o Rio São Francisco é registrado nesta foto de 1906. Como se percebe, desde o século passado até os dias atuais, o Rio da Integração Nacional segue vivo – apesar dos problemas ambientais que o atingem.
Em junho, tem mais uma edição da campanha ‘Eu Viro Carranca Pra Defender o Velho Chico’, desta vez em Juazeiro (BA). É mais uma oportunidade para a população ter consciência de que precisa cuidar melhor desse bem natural tão precioso.



A vida de um Rio não se define tão somente pela existência de um leito com água. Mas, principalmente, pela biodiversidade da sua ictiofauna.
Até meados da década de 1970, no Rio São Francisco existiam em abundância espécies como o Caboja, Cari, Cascudos, Curimata, Dourado, Pirá, Piau, Mandin, Mandin Açú, Matrinxan, Pacomam, Piranha preta, Piranha amarela, Pirambeba, Surubim, Piaba, Sarapo, entre outros. Ja hoje, predomina o Tucunare e, em criatorios, a Tilapia. Por esse prisma, o Rio São Francisco, infelizmente, agoniza em águas poluídas com esgoto e infestadas com cianobacterias.