Denúncias de perseguição e assédio moral na Regulação da SMS geram clima de tensão

por Carlos Britto // 10 de fevereiro de 2026 às 19:05

Foto: Ascom PMP/SMS Arquivo Blog

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Petrolina virou alvo de sérias denúncias, que vão desde supostas perseguições administrativas a assédio moral. Servidores que pediram anonimato relatam a este Blog um ambiente de trabalho tóxico, em meio a gritos e substituições injustificadas por “apadrinhados”.

Funcionários veteranos da Secretaria Executiva de Regulação seriam as maiores vítimas. Segundo relatos, a atual gestora da área teria instaurado um regime de medo e instabilidade desde que assumiu o cargo.

De acordo com os servidores, o cotidiano no setor tem sido marcado por episódios de assédio moral, que incluem exclusão deliberada de funções e decisões estratégicas, abordagens agressivas e gritos em ambiente de trabalho e desgaste emocional, gerando um mal-estar generalizado em toda a equipe.

O objetivo dessas manobras, segundo as denúncias, seria forçar a saída de profissionais técnicos e experientes para abrir espaço para “conhecidos e colegas” da gestora, configurando uma tentativa de aparelhamento do setor.

Trocas sem critérios

A maior queixa dos servidores, no entanto, recai sobre a cúpula da pasta. A SMS é cobrada por não resolver a situação. Relatos indicam que a Pasta estaria autorizando demissões e substituições baseando-se apenas na única palavra do pessoal da Regulação, sem considerar o histórico, a competência ou o trabalho construído pelos profissionais desde o início da gestão. “É lamentável ver currículos e anos de dedicação serem descartados em prol de amizades pessoais, sem que haja uma avaliação justa do desempenho técnico“, afirma um dos autores das denúncias.

A reportagem entrou em contato com a SMS, que ficou de se manifestar sobre o asusnto por meio de nota.

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