Candidato à reeleição em Petrolina, o prefeito Simão Durando (UB) pautou sua entrevista na Grande Rio AM, na manhã desta terça-feira (27), nas várias ações do seu governo. No entanto, não deixou de pontuar algumas críticas, começando pelos adversários na disputa majoritária. Sem citar nomes, o gestor alertou o eleitorado contra “promessas mirabolantes”, porque os petrolinenses “não aguentam mais”. Ontem (26), o candidato Julio Lossio (PSDB), que abriu a série de entrevistas, prometeu lutar pela construção de uma nova ponte para a cidade.
Na educação, o atual prefeito destacou a climatização de unidades escolares e assegurou a construção de novas escolas em tempo integral até o final do ano. Simão lembrou ainda que os investimentos no setor levaram Petrolina a conquistar o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Enaltecendo o trabalho do seu grupo, desde a gestão do então prefeito Miguel Coelho (UB), Simão lembrou que o cenário encontrado na saúde era crítico, mas em sete anos essa realidade mudou significativamente. Além dos mutirões de cirurgias, ele citou obras como o Centro de Parto e se comprometeu com a construção de mais dois hospitais, caso seja reeleito. Na infraestrutura ele citou os viadutos, revitalização de feiras livres e do Centro de Convenções, a construção do teatro municipal e a duplicação de avenidas – a exemplo da maior delas e que está em andamento: a Honorato Viana.
Críticas à Compesa
Ele também citou ações no campo social e na segurança pública. Nesta última, Simão lembrou o reaparelhamento da Guarda Civil Municipal (GCM), a criação de patrulhas em parceria com os demais órgãos de segurança no Estado e a implantação da pasta de Segurança Pública. O gestor destacou que Petrolina foi a primeira cidade em Pernambuco a ter 100% de iluminação em LED, o que colaborou para aumentar a sensação de uma cidade mais segura entre os cidadãos.
Sobre o serviço de água e esgotamento sanitário, o prefeito reiterou as críticas à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Segundo ele, a empresa não cumpre com a meta de investir em todo o município. Para minimizar os problemas de abastecimento na zona rural, Simão destacou o Programa ‘Água na Torneira’ e o trabalho de perfuração de poços.
Ele revelou ainda que, para uma próxima gestão, a prefeitura tem mais R$ 20 milhões para concluir os 33% do saneamento que falta para Petrolina atingir 100% desse setor. Falou ainda do projeto de macrodrenagem que resolverá os problemas de alagamentos e afirmou que sua luta “é para reassumir o serviço de água e esgoto” no município, já que somente assim os cidadãos saberão a quem procurar pelo serviço.



Porquê não fez? Tempo e dinheiro teve demais.
Se tivesse olhado só um pouquinho para a Petrolina real. Mas preferiu olhar para uma petrolina de fachada, para rico e rico não precisa de hospital e escolas.
Uma nova ponte é urgente. Petrolina e Juazeiro têm sua logística prejudicada em razão do tráfego na ponte. Estão intervindo nas duas cidades, mas observa-se que será mais um paliativo, pois, o tráfego pesado continuará passando em áreas centrais, o que causa sérias retenções. A proposta de um nova ponte é retomada do que foi enterrado na gestão do Bezerra, quando em negociata até hoje sem qualquer razão (cadê o hotel), fulminar a construção. Com relação a hospitais, são prioritários, já que o primeiro somente agora foi construído!