Qualidade de vida de idosos está em baixa em Juazeiro e Petrolina, aponta levantamento

Um estudo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), identificou as melhores e piores cidades do Brasil para envelhecer. O resultado foi apresentado no Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL).

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a pesquisa identifica ambientes amigáveis para idosos, levando em conta aspectos como cuidados de saúde, bem-estar, transporte, situação financeira, trabalho e oportunidades educacionais, envolvimento com a comunidade e habitação.

No ranking, as cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) aparecem entre as 25 piores. A maior cidade do Norte baiano aparece na 7ª posição entre os municípios com mais de 100 mil habitantes (144º lugar no ranking geral). Já a maior cidade do Sertão pernambucano aparece na posição 15 entre os municípios com mais de 100 mil habitantes (136º lugar no ranking geral).

Esses números mostram que os dois municípios precisam ampliar as políticas públicas e o acesso a serviços de saúde e bem-estar, fundamentais para as pessoas acima de 60 anos, que precisam aproveitar a velhice, pois já contribuíram durante toda a vida para o desenvolvimento local, bem como do país.

Exposição de artista petrolinense que retrata beleza dos contornos da velhice abre amanhã em Juazeiro

obraO Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro (BA), recebe a partir desta quarta-feira (4) uma exposição com obras de um artista petrolinense recém-formado no curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Vinte e uma obras de desenho a lápis compõem a exposição “Linhas do Tempo” do artista Diego Carvalho.

A mostra terá início a partir das 19h e estará aberta gratuitamente à visitação até o dia 18 de fevereiro. As peças foram criadas durante a parte prática do projeto de conclusão de curso de Diego e variam de dimensões com miniaturas de 10 x 10 cm a ampliações de até 200 x 160 cm.

Essa é a primeira exposição individual de Diego Carvalho, que relacionou as linhas que o lápis faz no papel com o contorno que o tempo insere na expressão facial de pessoas idosas. “Tentei dar visibilidade a um ser que não tem. Que é belo, mas que está fora dos padrões de beleza da sociedade atual”, conta, ao falar sobre a representação do idoso nas Artes Visuais, tema de sua pesquisa. Diego disse que teve como referência imagens da vida real através de visitas a ambientes geriátricos como o Lar São Vicente de Paula, em Juazeiro. (foto/divulgação)

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