Qualidade de vida de idosos está em baixa em Juazeiro e Petrolina, aponta levantamento

Um estudo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), identificou as melhores e piores cidades do Brasil para envelhecer. O resultado foi apresentado no Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL).

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a pesquisa identifica ambientes amigáveis para idosos, levando em conta aspectos como cuidados de saúde, bem-estar, transporte, situação financeira, trabalho e oportunidades educacionais, envolvimento com a comunidade e habitação.

No ranking, as cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) aparecem entre as 25 piores. A maior cidade do Norte baiano aparece na 7ª posição entre os municípios com mais de 100 mil habitantes (144º lugar no ranking geral). Já a maior cidade do Sertão pernambucano aparece na posição 15 entre os municípios com mais de 100 mil habitantes (136º lugar no ranking geral).

Esses números mostram que os dois municípios precisam ampliar as políticas públicas e o acesso a serviços de saúde e bem-estar, fundamentais para as pessoas acima de 60 anos, que precisam aproveitar a velhice, pois já contribuíram durante toda a vida para o desenvolvimento local, bem como do país.

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