Profissionais de saúde de Ouricuri têm formação sobre parto humanizado

Acontece até esta sexta, 17, o primeiro módulo da formação em assistência humanizada ao parto para profissionais da atenção básica e gestores de saúde do município de Ouricuri. Ministrada pela enfermeira obstétra e educadora do Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP), Edilasy Barbosa Mariz, participam da atividade mais de vinte profissionais da saúde, que está sendo realizada no auditório do Centro de Referências em Saúde do Trabalhador (CEREST). A formação é uma das estrategias que o CNMP desenvolve através do projeto “Mulheres Doulas Articulando Vidas”, com apoio financeiro da União Europeia.

Além desse curso, também se realizam formações para mulheres sobre direitos sexuais e direitos reprodutivos e Doulas, assim como ações de incidência (reuniões nos Conselhos Municipais de Saúde, audiências públicas e ações culturais). Até agosto de 2018, o CNMP trabalhará para contribuir com a redução da morbidade e mortalidade materna em nove municípios: seis do sertão do Araripe (Lagoa Grande, Cabrobó, Santa Filomena, Ouricuri, Ipubi e Trindade) e três da Região Metropolitana do Rio Grande do Norte (São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim).

O Fórum de Mulheres do Araripe, a ONG CAATINGA e a Articulação Nacional de Educação Popular em Saúde (ANEPS – RN) colaboram ativamente como organizações parceiras para a implementação e realização do projeto. (Foto: Ascom)

Parto humanizado é tema de oficina para profissionais da saúde de Lagoa Grande

Oficina parto Lagoa GrandeEquipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) de Lagoa Grande (PE), no Sertão do São Francisco, fizeram uma oficina esta semana no hospital municipal para orientar os profissionais da unidade sobre o parto humanizado. O objetivo é fazer com que o processo de trabalho de parto seja um momento prazeroso para as mães.

Durante o encontro, as técnicas de enfermagem puderam relatar um pouco de como elas recebiam as gestantes em trabalho de parto, o passo a passo, e até algumas dificuldades, sendo a mais comum para elas, o trauma psicológico do parto normal, quando as mães muitas vezes optam pela cesariana.

Para o psicólogo e coordenador do NASF, Edjan Santos, esse é um pensamento comum das mulheres modernas que pensam em ser mãe, mas não querem sofrer para dar a luz. “Nós, como profissionais, devemos as estimular o parto humanizado, é um trabalho demorado, requer muito cuidado, mas no fim a mãe tem uma recuperação rápida e em muitos casos pode ir para casa no mesmo dia”, explicou.

Após o término da oficina teórica, a equipe do NASF conduziu os profissionais a um momento de aula prática, onde eles demonstraram quais os procedimentos corretos a aplicar quando uma paciente chega ao hospital. A ideia é que as oficinas também sejam realizadas nos postos de saúde, fazendo o acompanhamento das gestantes do pré-natal ao parto. (Foto: Ascom PMLG)

Parto comemorado

esposa wesley partoO fotógrafo e integrante da assessoria da Câmara de Vereadores de Petrolina, Wesley Lopes, está feliz da vida com o seu trabalho. Na tarde da última terça-feira (11), às 16h18,  Alessanda Manuela deu à luz a Miguel, em um parto domiciliar totalmente humanizado.

Segundo Wesley escreveu ao Blog, o parto foi acompanhado pelos enfermeiros obstetras Théo Oliveira, Waldirene Cunha, assistido pelos familiares e fotografado pelo próprio. Alessandra realizou seu sonho, mesmo diante da indicação de cesariana por desproporção céfalo-pélvica, pois as explicações dadas a ela era de que havia risco de ruptura uterina, por conta de cesário anterior.

Em um pais como Brasil, onde a modalidade de cesarianas, muitas delas desnecessárias, atingem 93% das instituições privadas, este modelo de parto se tornou cada vez mais raro, porém indubitavelmente melhor para mãe e bebê”, afirmou Wesley, que registrou em fotos esse momento especial. Parabéns à família!

Maternidade de Juazeiro treina voluntárias para parto humanizado

cursoA Maternidade de Juazeiro realizou durante quase toda a semana um curso de capacitação para pessoas voluntárias que se oferecem para dar apoio físico e emocional aos familiares e às mulheres que buscam assistência quando vão dar à luz, especialmente as desacompanhadas. Segundo nota da assessoria, a unidade foi a primeira do interior da Bahia a introduzir este modelo de assistência ao parto humanizado e ao nascimento.

O curso faz parte do projeto “Doulas Comunitárias”, no qual os voluntários capacitados deverão dar apoio às gestantes na assistência ao parto. No atendimento, as mães deverão ser submetidas a massagens de relaxamento usadas para transmitir tranquilidade à paciente visando à qualidade do parto.

Desde agosto de 2010 é realizado um trabalho humanizado para as mulheres e bebês da cidade e de 35 municípios circunvizinhos situados na região de Pernambuco e Bahia. O projeto deve fortalecer o modelo de atenção ao parto e ao nascimento preconizado pelo Ministério da Saúde, através da Rede Cegonha. (foto/divulgação)

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