Acidente de trânsito em cruzamento de avenidas parte poste ao meio

Um carro colidiu nesta manhã de sexta-feira, 21, com um poste que se partiu ao meio. O acidente foi próximo ao Posto Cacheado, nos cruzamento das avenidas Terezinha Campos,  bairro João de Deus; dos Tropeiros, bairro Pedro Raimundo e Transnordestina conhecida como Perimetral. Ainda não se sabe se há vítimas.

 

Desrespeitos às leis: Em Petrolina, agora até poste de obra parada é da cor do partido do prefeito

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Petrolina é realmente a ‘terra dos impossíveis’. Mesmo com a lei que afirma que monumentos e equipamentos públicos devem ter cores neutras ou cores da bandeira, a prefeitura continua pintando tudo de verde – a cor do partido do prefeito Julio Lossio (PMDB) – e toda a cidade se cala.

Agora foi a vez dos postes de iluminação que, praticamente às vésperas das eleições, apareceram na avenida Cardoso de Sá. Sim, a mesma avenida que seria duplicada, revitalizada, moderna e que depois a obra virou ciclovia. Isso no papel, porque depois não virou nada e está como obra abandonada.

Mas os postes verdes já estão por lá. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), diz o que mesmo? A Câmara de Vereadores, poder fiscalizador, também vai se calar?

Aliado de FBC, vereador Edilsão poderá mudar de partido

EdilsãoEleito em 2012 no palanque do grupo político do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), o vereador Edilsão do Trânsito (PSL) garantiu a este Blog que segue firme com FBC.

Edilsão disse apenas estar analisando seu futuro em relação a siglas partidárias. Dificilmente o vereador continuará onde está, uma vez que o PSL hoje está nas mãos do prefeito Julio Lossio (PMDB).

Ele ressaltou que está apenas esperando a conjuntura nacional se definir para tomar seu posicionamento.

Mais um partido pretende se consolidar em Pernambuco e no país

P7-Partido-7-PernambucoUma nova legenda partidária está surgindo em Pernambuco e no país. E promete chegar com força total. Trata-se do P7, o Partido das Sete Causas, ou dos sete princípios básicos: social, cristão, democrático, ecológico, nacionalista, humanista e progressista.

O P7 já se encontra em muitos estados em busca de um novo conceito em política, com novas ideias e propostas, ressaltando o compromisso “com a verdade e com o desejo de transformação”. Os fundadores do partido justificam não se considerar “adequadamente” representados por nenhuma das atuais legendas, por isso partiram para democratizar suas ideologias com um novo partido.

Mas o P7 ainda está em fase de fundação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em buscas das assinaturas para registrá-lo. Perguntar não ofende: a Rede Sutentabilidade de Marina Silva não conseguiu esse intento. O P7 conseguirá?

TSE nega registro para Rede de Marina

rede marinaA maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votou contra a concessão de registro ao partido Rede Sustentabilidade, fundado pela ex-senadora Marina Silva. Os ministros entenderam que a legenda não conseguiu o número mínimo de 492 mil assinaturas de apoiadores exigido pela Justiça Eleitoral. Com a decisão, o partido não poderá participar das eleições do ano que vem. O prazo final para registro de partidos termina no sábado (5). O julgamento ainda não terminou, faltam os votos de três ministros.

Os ministros João Otávio de Noronha, Henrique Neves e Luciana Lóssio seguiram voto da relatora do processo, ministra Laurita Vaz. A relatora entendeu que não é possível validar no TSE as 95 mil assinaturas que foram invalidadas pelos cartórios eleitorais.

Em seu voto, Noronha disse que a ex-senadora Marina Silva é “um exemplo de ética na política”, no entanto, declarou que não pode votar a favor do registro do partido, porque não foram validadas as assinaturas mínimas de apoiadores. Henrique Neves também entendeu que as assinaturas não foram suficientes.

A ministra Luciana Lóssio destacou que o processo de colheita das assinaturas foi feito com “filtro ético e com lisura“, mas não cumpriu a regra mínima. Sobre a alegação de que certidões foram anuladas sem justificativa, a ministra disse que o fato não foi questionado pelo partido no processo. “Houve recurso dessas recusas? As recusas foram questionadas a tempo? Pelo que pude compreender, a resposta é negativa. Não cabe agora ao TSE validar, por presunção, as certidões”, declarou.

Irregularidades

O advogado do partido, Torquato Jardim, disse que a Rede conseguiu mais de 900 mil assinaturas e que houve diversas irregularidades cometidas pelos cartórios eleitorais, responsáveis pela validação das assinaturas dos apoiadores. Jardim citou a anulação de 95 mil assinaturas sem justificativa e a falta de cumprimento do prazo de 15 dias para que os cartórios certificassem os apoiamentos. “É inadmissível que possa o Estado restringir o direito fundamental (criação de partido político) em razão da má-gestão“, argumentou.

O vice-procurador eleitoral, Eugênio Aragão, manifestou-se contra a concessão do registro. Segundo Aragão, o partido não obteve o número mínimo de 492 mil assinaturas necessárias para a obtenção do registro. Para o procurador, a legenda conseguiu validar 442.500 assinaturas. “A Rede Sustentabilidade cumpriu todos os requisitos, menos o número mínimo das assinaturas de apoiadores. Esse dado é fatal”, disse. (Fonte: Agência Brasil)

Ministério Público Eleitoral manifesta-se contra criação da Rede de Marina

rede marinaO vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, enviou nesta terça-feira (1º) parecer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no qual se posiciona contra o registro do partido Rede Sustentabilidade, com o qual a ex-senadora Marina Silva pretende disputar as eleições presidenciais no ano que vem. O julgamento sobre o registro da nova legenda deve ser realizado pela Corte eleitoral na quinta (3).

Segundo o parecer, o partido só tem 442 mil assinaturas de apoio, enquanto a lei exige 492 mil. Para o procurador, “constata-se que o ora requerente não obteve o número mínimo necessário de apoiamentos”.

“Há que ser registrado certo pesar pela não obtenção dos apoiamentos necessários à criação da agremiação em questão. O presente registro de partido político, ao contrário de outros recentemente apresentados a essa Corte, não contém qualquer indício de fraude, tendo sido um procedimento, pelo que se constata dos autos, marcado pela lisura”, destacou o procurador.

Mais cedo nesta terça, Marina afirmou estar “inteiramente confiante” sobre a criação do partido.

O prazo máximo para obter registro a tempo de participar do pleito vence no sábado (5) de outubro), mas a sessão do TSE para analisar o caso está marcada para esta quinta. Na segunda, a ministra Laurita Vaz, corregedora do TSE e relatora do processo da Rede, deu prazo de 24 horas para o MP se manifestar.

Comprovação

Para o procurador eleitoral, “a criação de um partido não se destina à disputa de determinado pleito eleitoral”.

Marina Silva afirma ter 445 mil assinaturas validadas, mas ela quer que o TSE reconheça a legalidade de outras 95 mil assinaturas que foram anuladas pelos cartórios eleitorais. Segundo a ex-senadora, não houve justificativa para a rejeição.

Mas, segundo Aragão, que já havia dado parecer contra o partido, o registro da Rede “continua sem condições de ser atendido, sem prejuízo de que o seja em momento posterior, quando inequivocamente comprovados os apoiamentos mínimos exigidos por lei”.

Para o procurador eleitoral, não há como cobrar que todos os cartórios informem o motivo da anulação. “Provar a autenticidade das assinaturas é ônus do partido e não dos cartórios”. Aragão lembrou que em parecer anterior já havia “manifestado preocupação” com as assinaturas. Na ocasião, em 20 de setembro, ele citou que Marina só tinha comprovado 20% do apoio necessário. (Fonte: G1)

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