Sobre novo escândalo político no país, Paulo Câmara afirma que Temer “deve explicações” à nação

Em vídeo gravado, o governador de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) também se pronunciou sobre o novo escândalo político que abalou o país. Ele disse, entre outras coisas, que o presidente Michel Temer – envolvido nas denúncias – “deve explicações” à nação.

Confiram a íntegra do vídeo:

Depois da Petrobras, programa ‘Minha Casa Minha Vida’ pode ser o novo escândalo da vez

MInha casa minha vidaDepois da Petrobras, o ‘Minha Casa Minha Vida’ pode se tornar o novo alvo de escândalos no país. De acordo com O Globo, organizações criminosas andam se associando em cartéis para burlar concorrências, superfaturar obras, pagar propinas e bancar campanhas políticas com recursos do programa federal. O Ministério Público já teria contabilizado mais de 300 ações de investigação sobre o programa.

O modelo lembra o do Petrolão, mas em nível municipal e com empreiteiras de médio porte. No entanto, o caso preocupa pelo orçamento de R$ 278 bilhões do ‘Minha Casa Minha Vida’, além do risco de o resultado das eleições de 2016 ser comprometido. Em Petrolina já se falou de muitas suspeitas, porém nunca houve prova ou investigação aprofundada.

Dilma diz lamentar “brasileiro Eduardo Cunha” em escândalo na Suíça e garante que ministro da Fazenda “fica”

dilma

A presidente Dilma Rousseff confirmou neste domingo (18) a permanência de Joaquim Levy à frente do Ministério da Fazenda e disse lamentar que o escândalo envolvendo as supostas contas secretas mantidas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, na Suíça tenha como protagonista “um brasileiro”.

As declarações foram dadas a jornalistas no hotel onde a presidente está hospedada, em Estocolmo, na Suécia. Dilma está em viagem oficial pelo país e pela Finlândia durante quatro dias. Ela retorna ao Brasil na noite da próxima terça-feira.

Sobre Levy, Dilma desmentiu informação divulgada pela revista Veja na última sexta-feira (16) de que o titular da Fazenda teria lhe apresentado seu pedido de demissão do cargo. Os dois se reuniram na sexta-feira passada no final da tarde, depois que o ex-presidente Lula pediu publicamente a demissão de Levy.
“O ministro Levy fica“, acrescentou. “Ele não está saindo do governo”.

A partir de agora, não vou mais responder sobre o ministro Levy. Se ele fica, é porque nós concordamos com ela (política econômica)”, afirmou a presidente.

Questionada sobre a declaração do presidente do PT, Rui Falcão, que também defendeu o afastamento de Levy se ele não mudar em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo deste domingo, Dilma afirmou que “o presidente do PT pode ter a opinião que quiser”.

“Não é a opinião do governo. A gente respeita a opinião do presidente do PT, porque ele é o presidente do partido que integra a base aliada, mas isso não significa que é a opinião do governo“, disse.

Lula

Dilma criticou especulações de que Levy teria demonstrado insatisfação sobre a pressão que vem recebendo de integrantes do PT, entre eles do ex-presidente Lula. Sobre Lula, a presidente disse que o petista nunca lhe cobrou a demissão de Levy. “Ele nunca me pediu nada. Quando o presidente Lula quer uma coisa que diz respeito a posições dele, ele não tem o menor constrangimento de falar comigo“. (fonte/foto: BBC Brasil)

Presidente da Petrobras rebate ex-gerente: “Ela nunca citou corrupção”

graça fosterA presidente da Petrobrás, Graça Foster, afirmou que a ex-gerente da diretoria de abastecimento da estatal, Venina Velosa da Fonseca, não fez denúncias de irregularidades a ela nem por e-mail nem pessoalmente. A informação contradiz o que afirmou Venina neste domingo ao programa Fantástico, da Rede Globo. “Ela (Venina) nunca citou palavras simples como corrupção e conluio“, afirmou.

Graça respondeu às acusações da funcionária em entrevista ao Jornal Nacional, também da Rede Globo. Da mesma forma, a presidente da Petrobrás disse que, em nenhum momento, denúncias de corrupção foram feitas à diretoria da empresa. “Ela (Venina) não fez uma denúncia; poderia ter feito, mas não fez. Ela dizia tarde demais para entrar em detalhes“, disse Graça.

A presidente contou ainda que, ao assumir o cargo, conversou pessoalmente com Venina, mas não sobre denúncias. A conversa, segundo Graça, foi sobre a agenda do dia-a-dia da empresa, sobre prazos e preços dos projetos. “Conversamos sobre custos de projetos mais altos do que o previsto, prazos e atitudes que eu precisava tomar para ir para outro caminho“, afirmou a presidente da Petrobras.

Graça disse esperar que Venina tenha os documentos que comprovem suas denúncias de existência de um esquema de corrupção na petroleira. “Espero muito que ela tenha todos os documentos. Vai ajudar muito a Petrobras e o Ministério Público Federal”, afirmou.

A presidente da Petrobras elogiou Venina e o seu trabalho em Cingapura, onde esteve por dois momentos. No primeiro momento, quando foi cursar uma pós-graduação, ainda era aliada do ex-diretor Paulo Roberto Costa, delator da Operação Lava Jato da Polícia Federal. No segundo, após um desentendimento com Costa, Venina teria assumido a área de comercialização do escritório no país asiático.

Auditoria

Apesar do elogio sobre a qualidade do trabalho de Venina na empresa, Graça disse que ela foi afastada do cargo de chefia por ter cometido “não conformidades” de procedimentos. Segundo a presidente da Petrobras, a funcionária está sendo investigada pela auditoria interna por não ter seguido à risca os procedimentos internos para inibir desvios de recursos na contratação de equipamentos e serviços. De acordo com Graça, as investigações da auditoria demonstraram que Venina não cumpriu regulamentos internos.

Ao fim da entrevista, Graça fez ainda um apelo para que os funcionários da companhia que tiverem informações de irregularidades em contratações recorram à ouvidoria da empresa. Ela também pediu aos funcionários que “enfrentem a situação com determinação”. (fonte: Estadão/foto reprodução)

Empresa de comunicação prestou serviços de R$ 7 milhões à Petrobras sem contrato, admite dono a CPI

cf2d5eecfb4f718eb82476f1227f9c6fA empresa de comunicação Muranno Brasil, sediada em São Paulo, confirmou nesta terça-feira (25) à CPI mista da Petrobras que prestou serviços à estatal petroleira no valor de R$ 7 milhões sem assinar qualquer contrato. As informações foram enviadas ao Congresso a pedido do colegiado da comissão parlamentar. Os advogados anexaram o depoimento prestado pelo dono da Muranno, Ricardo Marcelo Villani, 62, à Polícia Federal de Curitiba (PR) no dia 9 de setembro passado, em inquérito que integra a Operação Lava Jato.

Villani alegou que trabalhou sem contratos para a Petrobras sempre nos Estados Unidos, em eventos relativos às provas da Fórmula Indy, na “montagem de áreas de receptivo de pessoas com bares, bufê, simuladores de corrida para a recepção de convidados a fim de conhecerem os planos de etanol para o Brasil”.

Villani se disse “um grande contratador”, empregando “recepcionistas, estrutura física das unidades de recepção, brindes, passagens para pessoas, transportes, hotéis, jantares de boas-vindas”.

Todo esse trabalho, argumentou Villani, era realizado sem qualquer contrato formal com a Petrobras. Villani reconheceu à polícia que “foi um erro seu não ter formalizado contrato“. Mas os pagamentos, segundo sua versão, ocorreram até por volta de 2008, quando o então “gerente de etanol na Petrobras”, Silas Oliva, deixou o cargo. A partir daí, alegou Villani, a Petrobras acumulou dívidas com a Muranno no valor de R$ 7 milhões.

Em 2009, Villani soube que os gastos na área de etanol estavam “sendo auditados por conta de possível CPI contra Petrobras“. A CPI foi instalada no Congresso Nacional naquele mesmo ano. A partir daí, alegou o publicitário, ele passou a cobrar sua suposta dívida de R$ 7 milhões, tendo conversado pessoalmente com o então diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa. Segundo Villani, Costa o tranquilizou dizendo que tudo seria pago.

Entre abril e março de 2009, prosseguiu Villani em sua narrativa à PF, ele foi procurado pelo doleiro Alberto Youssef, com quem se encontrou em um café. Segundo Villani, o doleiro lhe disse que estava ali a mando de Costa para “resolver o problema”. O publicitário diz que Youssef tinha em suas mãos um papel com um valor anotado de R$ 6,83 milhões.

Ameaça

Entre maio e novembro de 2009, disse Villani, as contas da Muranno receberam em torno de R$ 1,5 milhão. A PF apresentou então documento que indicava o depósito de R$ 1,79 milhão feito pela empresa Sanko Sider, que prestava serviços ao Consórcio Camargo Corrêa em contratos com a Petrobras. Villani disse “desconhecer” a Sanko, mas admitiu que podem ter sido a mesma depositária.

Depois desses depósitos, afirmou Villani, não houve mais pagamentos. Ele chegou a propor a Paulo Costa uma “comissão” sobre os valores a serem recebidos, mas não houve resposta do ex-diretor. Segundo a revista “Veja” divulgou no final de outubro, o doleiro Youssef disse, em depoimento que prestou no acordo de delação premiada, que o ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli o incumbiu de quitar um débito que era cobrado por uma empresa de publicidade. De acordo com a revista, a agência ameaçava denunciar o esquema de corrupção na estatal. O nome da Muranno não foi citado. (fonte: Folhapress/foto: Vanderlei Almeida/AFP)

Dilma afirma que escândalo da Petrobras “será marco” no país e põe culpa em governos passados

 

Dilma/Foto: EstadãoNo seu primeiro pronunciamento desde a prisão espetacular de chefes de empreiteiras no escândalo de corrupção da Petrobras, a presidente Dilma Rousseff exaltou o mérito do governo de estar investigando a corrupção “pela primeira vez na História do Brasil”. E ainda culpou governos passados pela corrupção que está acontecendo hoje na empresa, afirmando que ninguém fez nada antes dela para combater.

Para a presidente, o escândalo será um marco na história do país. “Eu acho, de fato, que isso pode mudar o país para sempre. Em que sentido? No sentido de que se vai acabar com a impunidade. Este é, para mim, a característica principal desta investigação”.

Vestida num terno bege, respondendo tranquilamente a todas as perguntas, a presidente disse que nem ela, nem o país vão se abalar por causa disso. É parte do jogo democrático, afirmou.

“O Brasil não se abala por um escândalo”, disse.

O escândalo, também, não vai significar o fim nem a revisão de todos os contratados do governo com as principais empreiteiras do país, muito menos uma devassa na Petrobras.

Não acho que nem a Petrobras, nem todas as empreiteiras…não dá para demonizar todas as empreiteiras desse país. São grandes empresas e se a,b, c ou d praticaram malfeitos, atos de corrupção, ou de corromper, eles pagarão por isso”, frisou.

Segundo Dilma, é “um absurdo fazer raio X de todas as companhias para trás”, isto é, rever todos os contratos

Não tem como fazer isso. Não se pode achar que todo mundo cometeu delito. Isso não ocorre. Não é assim que a Justiça age. Para achar que alguém cometeu delito tem que ter indícios. Não vou sair por aí procurando todas as empresas”.

Punição

Falando logo após o encerramento da reunião de líderes das 20 maiores economias do mundo – G20 – em Brisbane, na Austrália, a presidente ainda culpou governos passados pelos escândalos de corrupção hoje na Petrobras. Depois de dizer que poderia listar uma “quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram levados a efeito”, ela alfinetou: “e talvez sejam esses escândalos que não foram investigados que são responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras”.

A presidente se disse convencida que o escândalo da Petrobras vai mudar também as relações entre sociedade, estado e empresas privadas. E garantiu que os culpados serão punidos. (Fonte: Agência o Globo/foto reprodução)

Osvaldo Coelho sobre escândalo do São João do Vale: “Nunca se ouviu nada feio como isso nesta prefeitura”

Osvaldo Coelho Foto2Em entrevista concedida ao Blog, o ex-deputado Osvaldo Coelho (DEM) não se esquivou de responder a perguntas avaliando o Governo Julio Lossio (PMDB). Com olhar de quem conhece bem a história de Petrolina, o ex-deputado elogia a atual administração, mas também faz críticas duras aos aos escândalos sobre irregularidades no São João do Vale.

Dr. Osvaldo classifica como “feio” o episódio envolvendo as investigações da Polícia Federal (PF), afirmando que os culpados terão de ser responsabilizados.

“Acompanho uma história de pelo menos dez prefeitos e nunca se ouviu nada feio como isso nesta prefeitura. Eu não vou na onda de boatos, espero a averiguação, mas quem for culpado tem que pagar a conta”, disse.

Contudo, o ex-deputado demonstrou sua satisfação com a administração de Lossio ao afirmar seu “grande feitos”. “Julio tem grandes feitos que não podem ser esquecidos. A revolução fundiária do Terras do Sul, aquilo foi um grande feito. Foi facilitador do ‘Minha Casa Minha Vida,’ a creche dele (Nova Semente) é visão de futuro. As crianças que as mães trabalhavam e morriam na gamela, ele pegou isso e deu dignidade. As AMES, hospitais…tem tudo isso”, finalizou.

Escândalo do São João do Vale: Os números e os créditos especiais para a festa

Atrações favoritas São JoãoNão ficou claro ainda para Petrolina quais os valores gastos pela prefeitura municipal, autorizados pelo prefeito Julio Lossio (PMDB), nas festas de São João nos anos de 2012 e 2013. As duas festas são motivos de investigação da Polícia Federal.

Para tentar jogar luz sobre o assunto o Blog pesquisou e tenta esclarecer para os seus leitores:

As Leis Municipais N.º 2.468/2012 e 2.469/2012, de 23 de abril de 2012, sancionadas por Lossio, dão algumas pistas dos valores gastos.

É que na Lei 2.468/2012, o prefeito solicitou à Câmara de Vereadores e foi autorizado a abrir crédito especial no valor de R$16,81 milhões, e na Lei N.º2.469/2012, solicitou e foi autorizado abrir crédito especial no montante de R$8,39 milhões, num total de  R$ 25,2 milhões.

Os créditos especiais autorizados, entre outros, foram abertos em favor das Secretarias de Cultura, de Turismo e a de Desenvolvimento Econômico e Eventos. Foram essas as secretarias as principais envolvidas na realização dos festejos juninos.

Para essa operação foram anuladas dotações de várias outras secretarias.

Desta forma fica cada vez mais difícil acreditar que o próprio prefeito não soubesse sobre as contratações, tidas como irregulares pela Polícia Federal, já que foi ele quem solicitou autorização para abertura de créditos à Câmara de Vereadores. O montante envolvido equivale a mais de 03(três) vezes o que o município recebe mensalmente de FPM, que é a sua maior fonte de recursos.

É muito dinheiro para passar desapercebido por um gestor.

Em artigo ao Blog, advogado informa que após denúncia de ‘laranjas’ na TV Record, Pilão Arcado “entrou em convulsão”

Pilão Arcado, no Norte da Bahia, vive momentos de incerteza após recente denúncia da TV Record acerca da existência de empresas-fantasmas que teriam desviado mais de R$ 20 milhões da prefeitura municipal, com a conivência do prefeito João Porfírio (PSD).  Segundo o advogado Perez Mangueira, a sensação é de que a cidade “entrou em convulsão” diante das consequências geradas pelo escândalo.

Confiram:

Depois da exibição da reportagem “Os ‘laranjas’ do Sertão”, pela TV Record, Pilão Arcado passou a viver momento políticos conturbados. Paira sobre a cidade uma nuvem de apreensão e até de pânico. As piadas e as expressões de angústia do povo nas casas e nas rodas de bares se misturam e todos indagam-se: o que nos trará o futuro?

Como a reportagem apresentou muitas denúncias graves de esquema de desvios de recursos públicos através de empresas que utilizam nomes de empregados-laranjas e empresas fantasmas nos processos licitatórios, com cifras milionárias, tanto o prefeito Joãozinho como os seus secretários, comerciantes, vereadores e servidores envolvidos nas denúncias reagem com ameaças, ferocidade e ira.

João Porfírio (PSD), o prefeito, foi a público dizer que “encaminharia denúncias para apuração”; comerciantes promoveram os laranjas em cargos de chefia, sendo o caso de José Ribeiro Rocha – o entregador que faturou mais de R$ 1 milhão – realmente cômico: deram-lhe vestes novas e o colocaram à porta do mercado União, como se proprietário fosse.

O vereador Thaísio Ribeiro foi ameaçado por Eli Rogério, com queixa-crime registrada; os vereadores Afonso e Rogério sistematicamente procuram a empregada doméstica, cujos dados foram usados em fraude, pressionando-a para mudar versão dos fatos.

Do prefeito Joãozinho se ouviu que iria mandar matar o Dr. Perez Mangueira e Edvaldo Santos. Pilão, ao que parece, entrou em convulsão.

Empresas de repente apareceram na cidade, casos da Pirajá/Ecomax, do Lixo e da Totaliteé, de São Paulo, aquela da irmã de PC Paulo Churisco, o diretor do Cartório e presidente do PTB, instalando-se em pequenos salões.

Os vereadores agora querem o inusitado: promover a cassação não dos envolvidos nas falcatruas conhecidas no Brasil, casos de Luiz Rogério e suas bombas d’água inexistentes, o próprio presidente Afonso do SAAE, com seu contrato-fantasma da gráfica-fantasma de Débora, ou Renilton Mello e seu laranja milionário. Querem a cassação do vereador Thaísio Ribeiro!

Mas qual infração, crime ou quebra afinal cometeu o jovem vereador? O de fazer oposição do lado do advogado Perez Mangueira?

Como é do conhecimento dos munícipes pilãoarcandeses, o valoroso vereador fiscaliza as contas no TCM, vai ao MP, usa as redes sociais e a Tribuna da Câmara cobrar, para se opor ao governo de João.

Por esse motivo, por ser diferente dentre os seus pares, querem casá-lo.

Mas o povo de Pilão Arcado não vai permitir mais essa injustiça. Ainda que seja necessário convocar manifestação com milhares de pessoas para protestar em frente à Câmara e casas dos mal intencionados desse desígnio covarde, estúpido, canhestro e equivocado.

Perez Mangueira/Advogado

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