Dona Nina do Trevo ironiza Lossio por ‘calote’ que diz ter levado do ex-prefeito

Em fase de reciclagem no exterior, o ex-prefeito de Petrolina Julio Lossio (PMDB) foi ironizado pela comunitária e artesã Nina Tavares, mais conhecida na cidade como Dona Nina do Trevo. Ao comentar, em seu perfil no Facebook, que está nos Estados Unidos para um curso de seis semanas na renomada Universidade de Harvard, Lossio recebeu duras críticas de Dona Nina, que também usou a rede social. (mais…)

Escultor juazeirense ameaça ‘derreter’ estátua em homenagem a Osvaldo Coelho por conta de calote da gestão anterior

Autor de várias esculturas adquiridas pela Prefeitura de Petrolina na gestão passada – de gosto, inclusive, questionado pelos petrolinenses – e um dos maiores defensores do Governo Julio Lossio (PMDB), o escultor juazeirense Ledo Ivo desabafou nas mídias sociais.

Depois da estátua do Padre Cícero, do relógio na Praça Dom Malan e da Iara no Rio São Francisco, que ficou conhecida como ‘Iemanjá de Julio Lossio’ Ledo disse que uma escultura em bronze, encomendada pela prefeitura em homenagem ao eterno deputado federal Osvaldo Coelho, pode ser dissolvida por falta de pagamento. Em outras palavras, o escultor levou um calote de quem tanto defendia.

O Blog já entrou em contato com o escultor, mas ainda não obteve retorno.

Professor universitário de Juazeiro reclama de “calote” dado por instituto de cursos superiores

sala de aulaRevoltado pela falta de compromisso de uma instituição de cursos superiores da Bahia, o professor universitário Thiago André Félix critica o “calote” que ele e outros colegas receberam, após ter recebido o convite para lecionar no mês de outubro nas cidades de Senhor do Bonfim e Casa Nova.

Num desabafo feito ao Blog, ele cobra o que lhe é devido e pede respeito por parte da instituição.

Confiram:

Fui professor convidado do IAES, que é um instituto que oferece cursos superiores para algumas cidades aqui da Bahia – Senhor do Bonfim e Casa Nova. Eu e mais um grupo de professores aqui de Juazeiro fomos convidados para lecionar nestas cidades em outubro, e de previsão de pagamento para 15 de novembro. Mas a instituição tem nos dado calote, estendendo a data para um futuro incerto.

A instituição alega más condições financeiras, mas a mesma não tem o menor trato com os docentes em dar qualquer notícia ou explicação. Somos educadores de alto nível, e estamos a todo tempo sendo destratados, seja moral ou financeiramente.

Thiago André Félix/Professor Universitário

Servidores com as ‘barbas de molho’

Lagoa GrandeEm Lagoa Grande (PE), no Sertão do São Francisco, a apreensão com um eventual ‘calote’ por parte da gestão que está encerrando seu ciclo na prefeitura toma conta dos servidores municipais. E não é à toa.

Em contato com o Blog, uma fonte lembrou que em 2012 a categoria ficou no prejuízo pelo não pagamento dos salários referente ao mês de dezembro. A prefeita, na época, era Rose Garziera, que acabou derrotada para Dhoni Amorim. Este ano, Dhoni também não levou a melhor nas urnas. Por isso, os servidores já deixaram ‘as barbas de molho’.

Possível ‘calote’ da atual gestão preocupa equipe de Miguel Coelho

dividas-prefeitura-petrolina2

O prefeito eleito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), poderá arcar com um ônus indesejável ao assumir o município, a partir do dia 1°de janeiro de 2017. Trata-se de uma dívida de R$ 16,7 milhões referentes a “restos a pagar” – que são obrigações financeiras assumidas pela administração municipal, entre despesas empenhadas e liquidadas e aquelas apenas empenhadas, mas ainda aguardando serem liquidadas. (mais…)

Com mercadoria milionária, caminhoneiros param em Juazeiro e vivem drama por falta de pagamento

caminhoes-estacionados-juazeiro

Nove caminhoneiros que saíram do Ceará para entregar uma carga em uma fazenda em Campo Formoso, norte da Bahia, estão parados há três semanas em um posto de gasolina da BR-407, em Juazeiro (BA). Eles viajaram cerca de 1.100 quilômetros com peças usadas na construção de torres eólicas para geração de energia com o vento, mas a empresa que contratou o serviço não pagou. Os motoristas estão sem saber como irão descarregar a mercadoria, que é avaliada em R$ 5 milhões.

A viagem, que deveria durar dois dias, se transformou em um drama. De acordo com os caminhoneiros, todo esse problema começou porque a empresa contratante teria atrasado as operações de transporte, não teria feito o pagamento do frete e nem dado condições para descarregar as peças. Com isso, gerou diárias, que também ainda não foram pagas.

O diretor comercial da empresa Tomé Equipamentos e Transportes, que contratou os caminhoneiros, informou que pagou 60% do valor do frete e que o restante será repassado quando a carga for entregue. Ele disse ainda que, depois de um acordo, a empresa vai pagar os adicionais por esses dias parados. Porém, de acordo com o advogado Eduardo Madureira, ainda não houve acordo com a empresa. “Todas as tentativas de acordo foram sem êxito porque a empresa, apesar de apresentar propostas, ela mesmo se retrai ao cumpri-la”, disse.

Drama

Eduardo Pereira, caminhoneiro de Betim, em Minas Gerais, está longe de casa há dois meses e não sabe quando irá rever a família. Os mantimentos que ele possui já estão acabando e ainda não há solução para o problema. “Está precária a situação. Não tem nenhum acordo. A gente está dormindo mal e não tem como tomar banho porque é cobrado o banho, e o dinheiro já acabou. Aguardamos a resposta da empresa e até hoje nada”, disse o caminhoneiro.

O motorista André Voelkl é outro que está passando por dificuldades. Na cozinha improvisada no caminhão, os alimentos também estão acabando. Tudo que ele queria era rever a família. “A gente está aqui trabalhando, tentando trabalhar, a gente não está conseguindo. Se eu for lembrar das minhas crianças em casa, dá vontade até de chorar”, disse o caminhoneiro.

André, Eduardo e outros sete caminhoneiros não sabem o que fazer para voltar para casa. “Estamos aguardando que eles pelo menos se manifestem e digam ‘olha, a partir de tal data vai ser acertado’. E cumpra!”,  disse indignado o caminhoneiro Flávio Santos. Apenas um dos nove motoristas conseguiu autorização para descarregar as peças, mas até agora o dono do caminhão também não recebeu pelo serviço.

O acordo foi de pagar umas diárias e depois fazer um depósito na conta após a descarga desse caminhão. Foi feita a descarga, mas até agora nada”, disse o caminhoneiro Marcos Barros. “É muito complicado. Espero que resolva o mais rápido possível para cada um seguir o seu caminho”, concluiu o caminhoneiro Eduardo Pereira. (fonte: G1-BA/foto: reprodução TV São Francisco)

Leitora revolta-se contra “calote” de consórcio de motos em Petrolina

Revoltada com um consórcio de motos em Petrolina, a leitora Greyce Kelly denuncia que mesmo após pagar todas as parcelas, ainda não recebeu seu veículo e encontra dificuldades em manter contato com a empresa.

Confiram:

Há mais de 90 dias terminei de pagar meu consórcio premiado MOTO ELETRO e não fui atendida, como escrito no contrato.

Procurei o escritório da MOTO ELETRO e todas as vezes uma desculpa diferente. Me mandam falar com o gerente Naldo, e nunca consigo falar com o mesmo.

Após o pagamento dos boletos, se eu não fosse premiada eu receberia o prêmio em até 30 dias, e como eu já disse já passa de 90 dias.

E aqui está minha indignação com o descaso que fazem com os clientes, pois não sou a única que reclama. Vi vários clientes atrás de seu prêmio e não encontram solução nenhuma.

Greyce Kelly/Leitora

Representante da EPTTC e Setranvasf voltam a debater sobre tarifa de ônibus e líder sindical teme novo “calote” de empresas

IMG-20150107-WA0013Enquanto os petrolinenses já não sabem a quem recorrer para reclamar do transporte coletivo na cidade, a EPTTC e o Setranvasf não conseguem chegar a um consenso sobre o valor “justo” das tarifas de ônibus. Durante debate promovido hoje (7) pela Rádio Jornal, no programa ‘Manhã no Vale’, o diretor-presidente da EPTTC, Paulo Valgueiro, voltou a falar da polêmica planilha apresentada pelo órgão, na qual o valor sugerido da passagem era de R$ 2,62 na área urbana, quando a planilha do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Passageiros do Vale do São Francisco (Setranvasf) apontava para um valor de R$ 2,84.

O  detalhe é que a EPTTC teria voltado atrás, mostrando oficialmente em reunião do Conselho Municipal de Transportes uma tarifa de R$ 2,37. A justiça, no entanto, interveio e deu ganho de causa ao Setranvasf, determinando que a passagem ficasse em R$ 2,46. Por detalhe de troco, a  entidade sugeriu às empresas que cobrassem R$ 2,45.

Valgueiro, que já tinha comentado o assunto, voltou a se justificar. “A planilha foi apresentada, sim, mas ainda em um momento de discussão. Essa de R$ 2,62 ainda não era oficial”, disse.

Para a gestora do Setranvasf, Josicléa Rodrigues, a solução para o impasse seria a realização de uma nova perícia que deve apresentar o valor justo das tarifas de ônibus na cidade. “Há uma grande divergência na conclusão das planilhas. Para acabar com esse dilema é preciso pedir uma nova perícia com profissionais neutros”, disse  Josicléa.

Calote

Se para as entidades está difícil chegar a um acordo sobre o preço justo das passagens, para os trabalhadores a preocupação é outra. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrolina, Jaime Pessoa, afirma  que muitos funcionários estão inseguros, temendo um novo calote das empresas de ônibus da cidade.

Tem mais de  vinte anos que estas empresas de transporte estão aí, se arrastando e dando calote nos trabalhadores. Estamos com muito medo disso acontecer mais uma vez. Precisamos ter muito cuidado para não levar um novo calote”, disse o líder sindical.

Diretor de empresa de material hospitalar acusa Promatre em Juazeiro de dar calotes

Uma grave denúncia contra a Promatre, em Juazeiro, foi feita ao Blog pelo diretor comercial da Biomedical, Paulo Braga.

A Biomedical fornece material hospitalar à Promatre, mas está acionando a instituição na justiça para receber o valor de R$ 97,8 mil devidos pela Promatre.

Braga acusa a gestão do hospital de dar calotes em empresas fornecedoras e de fraudar impostos. Confiram:

promatre_800x600Este hospital não paga aos fornecedores, e quem comanda a pilantragem é o Dr.Pedro Borges. Este senhor teve a cara de pau de me fazer a seguinte proposta indecente: a Biomedical fornecer R$100.000,00 em material de cirurgia vascular, pois tinham um mutirão para fazer de cirurgias. Ou seja, para a Biomedical poder receber o que hospital deve, R$97.800,00 em seis vezes, tinha que fornecer este valor em material médico, o que não foi aceito. Minha vontade foi de dar um murro na cara desse patife.

A Biomedical está entrando com uma ação de execução contra o hospital, pois tem tentado receber de forma amigável e não consegue. O Dr.Pedro vive se escondendo, tem um capacho por nome de Marcondes que fica no financeiro. Um ‘faz tudo’ dele, nunca atende as ligações, nunca está no hospital. Eles vivem fugindo dos fornecedores como o diabo da cruz.

Já ia me esquecendo de uma pessoa na hemodinâmica do Hospital, por nome Iolanda. Ela também é sócia, mas só da hemodinâmica. É quem cuida da captação de novas empresas para poder enganá-las e assim continuar com os golpes contra as empresas desavisadas.

A justiça precisa tomar providências contra esta quadrilha. E o Ministério Público, onde está? a Sesab ainda faz convênios com uma empresa picareta? e a Prefeitura, continua repassando recursos do SUS para uma empresa que frauda os impostos, INSS, etc? são verdadeiros picaretas, pois compram e não pagam. Se este País fosse um País sério, esta quadrilha estava presa. Chamo de picaretas pois tenho provas, e apresento se preciso for.

Paulo Braga/Diretor Comercial-Biomedical

OBS: O mesmo espaço é reservado à diretoria da Promatre dar sua versão para os fatos. (Foto: AM 730)

(c) 2015 Blog do Carlos Britto | produzido por proximavenda.com.br