Estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Padre Manoel de Paiva Netto, localizada no bairro Jardim Amazonas, Zona Oeste de Petrolina, reclamam de problemas na rotina escolar – como um bebedouro que, segundo eles, estaria dando choques, além da falta de copos para beber água e as salas trancadas durante o intervalo. “Já informamos sobre o problema e nenhuma providência foi tomada até o momento. Passamos o dia na escola e precisamos descansar. Além disso, nos negam copos e trancam as salas durante o intervalo, que é o momento que temos para descansar”, relataram dois alunos.
Segundo os estudantes, mesmo com câmeras instaladas nas salas, os alunos precisam permanecer no pátio durante o intervalo. O espaço, conforme os relatos, não comporta todos e muitos acabam ficando expostos ao sol.
Outra reclamação é referente ao pós-almoço, quando os estudantes têm uma hora de intervalo. Segundo os relatos, alguns retornam cansados para as aulas e acabam dormindo. Nesses casos, há professores que encaminham os alunos à direção, onde eles recebem advertências. A Redação mantém espaço aberto para um posicionamento da unidade escolar sobre os problemas relatados.



Meu filho estudou lá 3 anos não tenho o que reclamar…. escola organizada, ensino maravilhoso e com doutrinas, infelizmente tem jovens que não tem costume de seguir as regras e aproveitam uma triste situação para denegrir a imagem direcionada por pessoa de alta capacidade
Nesses momentos difíceis, há sempre aqueles que se aoroapropria de narrativas infundadas. Esse tipo de narrativa não é nem legítima nem verdadeira, pois a escola, e eu conheço bem, dispõe de área arborizada e corredores cobertos, como é que esses dois alunos ficam expostos ao sol se não existe espaço pra essa exposição? A não ser que eles escolham ficar na quadra aberta! Aí é questão de escolha… quantos aos outros pontos, eu sugiro à redação que busque mais informações, pois o primeiro filtro de reclamação de alunos é o professor em sala de aula. Como estava ocorrendo alguma incidência de choque elétrico se não foi relatado a ocorrência aos professores? Ou essa narrativa vem para acender especulações sobre evento traumático, tanto para os alunos como para todos os profissionais da escola, que lutam diariamente para o desenvolvimento de pessoas.