3 COMENTÁRIOS

  1. Pois é! Para complementar o entendimento, vale a pena ler O fator Deus de José Saramago. Um trecho:

    “E, contudo, Deus está inocente. Inocente como algo que não existe que não existiu nem existirá nunca, inocente de haver criado um universo inteiro para colocar nele seres capazes de cometer os maiores crimes para logo virem justificar-se dizendo que são celebrações do seu poder e da sua glória, enquanto os mortos se vão acumulando, estes das torres gêmeas de Nova York, e todos os outros que, em nome de um Deus tornado assassino pela vontade e pela ação dos homens, cobriu e teimam em cobrir de terror e sangue as páginas da história.”

  2. É… Lastimável mesmo! Mas nada comparável aos que matam, mutilam, aprisionam, explodem, torturam em nome de Alá! Ou aos que fazem as mesmas coisas em nome de um regime comunista ou socialista, que, em muitos casos, negam a existência de um Deus.

  3. A questão não é exatamente o que os homens fazem, mas o que diz a doutrina que eles seguem. Cristo nunca pregou a violência, antes se entregou para o resgate de muitos. Não vemos na Bíblia nenhuma referência a uma Jihad ou a uma ditadura do proletariado, através da luta armada contra infiéis ou contra uma “elite”. Isso sim é que estimula a violência e uma perseguição.
    Vale lembrar que as cenas grotescas de pessoas sendo queimadas vivas, ou degoladas, pelo Estado Islâmico, essas vítimas todas elas eram cristãs. Sem falar nesses refugiados, fugindo de uma perseguição implacável desses que ostentam a bandeira de Alá.

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