“Ele salvou três vidas”, diz mulher sobre tentativa de homicídio na Avenida Adolfo Viana

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Bem no meio da Avenida Adolfo Viana, área central de Juazeiro (BA), a cena de um homem brutalmente esfaqueando outro assombrou a população sanfranciscana na noite do último sábado (1º). O fato correu na frente de dezenas de testemunhas e começou de uma agressão envolvendo a vítima contra três mulheres. Duas delas vieram a público para falar sobre o caso e dizer que o agressor “salvou três vidas”.

Por meio de um vídeo divulgado nesta terça-feira (4) nas redes sociais, Norma Suelí e a irmã Nélia afirmam que elas e sua mãe, de 73 anos, sofreram violência praticada pelo esfaqueado, e disseram que a alcunha de “assassino” deveria ser utilizada para os dois homens e que, mesmo assim, esperam que a vítima sobreviva aos ferimentos.

O rapaz [acusado] só foi em busca de salvar vidas. Ele também foi agredido dentro do prédio por me salvar, porque eu fui jogada de uma escada [sic] de dois andares, fiquei machucada; no entanto foi ele e uma irmã minha que me salvaram”, relatou Norma Suelí.

Para Norma, o crime do último sábado ocorreu num momento de fúria e irracionalidade. “Ele perdeu a cabeça. Peço a compreensão de vocês, não acusem o que vocês não sabem, só procurem entender a história”, comentou ela. “Eu espero melhora, sim, para o marido da minha irmã, mas ele [acusado] realmente salvou a minha vida, da minha mãe e da minha irmã“, complementou Nélia.

Foto: Reprodução/WhatsApp

2 COMENTÁRIOS

  1. Realmente, a gente se habituou a ver o homem matando mulheres, impunemente, ou tentando e ameaçando. As medidas protetivas não são eficazes. Resta às mulheres comprarem armas, ou se valerem da proteção de amigos e familiares. Por sorte, nesse caso, houve final feliz, com o agressor virando agredido, como deveria acontecer sempre. Logo eu vi que ali não se tratava de um crime comum. Ele na verdade estava defendendo as mulheres. E com agressor de mulheres, só se resolve no cemitério. Meu respeito ao esfaqueador, que nem conheço. Desculpem os que acham minha posição radical, mas infelizmente tivemos que chegar a esse ponto.

  2. Não conheço a motivação do crime, pouco me importa se esse cara de pau tava defendendo mulheres de serem mortas não se sabe o esfaqueado nem arma tinha, tão menos inteligência lhe faltou na hora que bastava dar uma ré

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