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Petrolina,PE
29 de janeiro de 2020

Duda Oliveira

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Urgente: Caso Beatriz pode sofrer reviravolta nesta quarta-feira

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Beatriz Angélica foi brutalmente assassinada aos sete anos de idade. (Foto: Reprodução/Facebook)

O Caso Beatriz pode sofrer uma reviravolta nesta quarta-feira (16). A mãe da menina, Lucinha Mota, está no Recife. Ela elevou documentos que revelariam supostas tramas para atrapalhar as investigações, obtidos através de investigação particular paralela ao Estado.

Segundo a família da menina, esses documentos comprovariam o envolvimento de agentes públicos nas investigações do caso. A intenção é notificar o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS).

Beatriz Angélica Mota, então com sete anos, foi brutalmente morta a facadas durante uma solenidade de formatura do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, no Centro de Petrolina, onde estudava. O fato aconteceu no dia 10 de dezembro de 2015. Até o momento o caso é um mistério e ninguém foi preso.

Delegado detalha operação contra grupo especializado em golpes com cartões de crédito em Petrolina; compras eram feitas pela internet

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Delegado Grogório Ribeiro. (Foto: Gabriel Siqueira/Blog do Carlos Britto)

O delegado Gregório Ribeiro detalhou como se deu a investigação que culminou com a Operação ‘Delivery’, deflagrada hoje (9) pela manhã em Petrolina. O objetivo da operação é desarticular uma associação criminosa que atua na cidade, envolvida com um esquema de estelionato, através do uso de cartões clonados.

Essas pessoas adquiriam os dados desses cartões através de redes sociais e nós conseguimos identificar cerca de 29 cartões dando golpes no comércio da região”, informou.

O grupo vinha realizando compras online. “Eles pegaram os dados de pessoas de fora da região e compravam online. Essas pessoas realizavam os pedidos, que chegavam nos endereços que realizamos as buscas de hoje. Até o momento não houve prisão”, explica o delegado.

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão domiciliar, resultando na apreensão de aparelhos celulares e computadores com informações sobre a prática criminosa. Os mandados foram cumpridos nos bairros Vila Eduardo, Fernando Idalino e Loteamento Geovana. As fraudes foram identificadas nos meses de agosto e setembro deste ano.

Com essa ação de hoje identificamos oito envolvidos nessa prática delituosa aqui na região. Eles já foram indiciados e agora vão ser ouvidos e responder ao inquérito policial, quando será analisado o mérito da situação”, reforça. “Com o cumprimento das buscas, identificamos mais cinco envolvidos, incluindo o possível fornecedor dos dados dos cartões“, destaca o delegado.

(Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Compras

Artigos de alimentação e eletrodomésticos estão entre os produtos adquiridos. “Vários tipos de produtos [foram comprados], envolvendo artigos de alimentação e eletrodomésticos. Nas compras de três alvos que já haviam sido identificados antes do cumprimento das buscas, chegamos a cerca de R$10 mil de prejuízo a estabelecimentos comerciais”, destaca o delegado.

Gregório Ribeiro disse que a Polícia Civil foi procurada por algumas empresas da região. “Esperamos que novas empresas que caíram no mesmo golpe nos procurem”, orienta.

O delegado finalizou dando uma dica: “Após identificar que caiu num golpe dessa situação, tem que registrar Boletim de Ocorrência, pois em muitas situações as pessoas tratam apenas na forma administrativa, com a empresa do cartão de crédito, e não registra o boletim. Assim, não chega ao nosso conhecimento e não tem como a gente iniciar uma investigação.

Família de mulher assassinada pelo ex em Petrolina recebe com alívio condenação do réu: “A justiça deu o que ele merece”

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Julgamento aconteceu no Fórum Dr. Souza Filho. (Foto: Wanderley Alves/Rural FM)

A família de Patrícia Maria de Souza, de 31 anos, assassinada no dia 29 de maio deste ano em Petrolina, recebeu com alívio a condenação do ex-companheiro dela, o ex-policial militar Vanduir Ferreira de Lima, de 52 anos. Após quatro horas de julgamento no Fórum Dr. Souza Filho, a sentença saiu no início da tarde de hoje (4). Vanduir foi condenado a 26 anos e três meses de reclusão, além de indenização de 100 salários mínimos.

A mãe da vítima, Maria de Fátima Souza se diz aliviada. “A sentença foi justa, mas não alegra ninguém. Foi uma vida que se foi. Por mais que aconteça, ninguém fica feliz, porque nós perdemos de verdade, sem volta. Para mim acabou o mundo. A justiça foi correta, nem mentiu nem aumentou, só deu o que ele merece”, desabafa.

Dona Maria diz que vive uma mistura de sentimentos. “Eu não sei nem o que eu digo. Eu tenho ódio, eu tenho tristeza, eu tenho saudade, eu tenho pena, eu tenho tudo. Eu não sei por que ele [Vanduir] chegou a esse ponto, só Deus sabe. Eu só entrego nas mãos de Deus, que a justiça seja feita”, explica ela.

O promotor de justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Érico Oliveira, falou sobre a condenação. “O Corpo de Sentença acolheu, na totalidade, os argumentos do MPPE. O réu foi condenado a 26 anos e três meses de reclusão e uma indenização para restituição dos prejuízos, motivo de 100 salários mínimos para as duas crianças que ele tinha com a vítima. Ele tem o direito de recorrer, ainda não é conclusivo”, explica. “Dentro dos princípios legais da legislação e com as provas produzidas nos autos, não tenho dúvida que foi feito justiça”, destaca o promotor.

Para Sandra Maíra de Souza, irmã da vítima, a sentença poderia ter sido maior. “Eu achei justo, mas ele poderia ter pego [uma pena] maior. A gente achava que ele poderia pegar 30 anos, mas 26 foi justo, sim. Minha irmã não volta mais, mas eu acredito que ele vai pagar pelo o que fez”, diz ela.

A defesa do réu não quis falar com a imprensa. O júri foi formado por quatro homens e uma mulher e o julgamento conduzido pela juíza Elane Brandão. “O Conselho de Sentença condenou o réu pela prática de homicídio qualificado. Acato a decisão dos senhores jurados pela prática de homicídio qualificado pelo motivo torpe, recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além da qualificadora do feminicídio”, destacou a juíza em seu pronunciamento.

O caso

Patrícia Maria de Souza foi assassinada a facadas no dia 29 de maio deste ano. O crime aconteceu na Rua Tchecoslováquia, no bairro da Areia Branca, zona leste de Petrolina, na casa da vítima. As filhas do ex-casal estavam na residência quando Patrícia foi atacada. Ela – que tinha medida protetiva – chegou a ser socorrida para o Hospital Universitário (HU), mas morreu ao dar entrada na unidade hospitalar.

Após o crime, Vanduir Ferreira de Lima fugiu de Petrolina para a cidade de São José do Jacuípe, na região de Capim Grosso, no norte da Bahia, mas foi preso no mesmo dia. Ele já tinha passagem pelo sistema prisional pela morte da ex-mulher e de dois homens na cidade de São José do Belmonte (PE), no Sertão do Pajeú.

Exclusivo: Avianca é condenada por prática racista contra ex-colaborador em Petrolina

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(Foto: Reprodução)

Um ex-colaborador da empresa aérea Avianca Brasil que sofreu humilhações e discriminação de caráter racial dentro do ambiente de trabalho, em Petrolina, praticado por seu superior hierárquico e uma colega receberá indenização de R$ 10 mil por danos morais. A sentença do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) saiu na última sexta-feira (27) e ainda cabe recurso.

Na reclamação trabalhista, o profissional, que prefere não se identificar, afirmou que era, no ambiente de trabalho, “perseguido e humilhado” e que sempre foi alvo de piadas de cunho racista, com utilização de apelidos relacionados à tonalidade de sua pele. A vítima acusou dois superiores – o chefe de setor e uma gerente de despacho.

O TJPE disse que a empresa negou os fatos, “aduzindo que o autor não mantinha contato com a gerente de despacho e que o chefe de setor tratava os seus subordinados com urbanidade” (ou seja, com respeito).

Humilhações

O ex-colaborador relata que foram 8 anos sofrendo assédio e racismo. “Entrei na empresa em janeiro de 2009 e sai em junho de 2017. Foram oito anos de muita humilhação. Eles me chamavam de ‘negro idiota’, ‘negro burro’ e outras citações e apelidos racistas”, relembra, em entrevista exclusiva a este Blog. “Fui demitido depois de ir a São Paulo falar diretamente com um superior da empresa”, reforça o ex-colaborador.

Ele destaca que a indenização não apaga as humilhações sofridas. Diz, ainda, que se apegou na fé para não surtar. “O dinheiro não paga. Fiquei mal, cabisbaixo em muitos momentos. Mas coloquei nas mãos de Deus. Ele é muito bom, muito justo. Deus sabe de tudo e a justiça divina não falha”, finaliza. A empresa ainda foi condenada a pagar os honorários do advogado da vítima.

Outro caso

Este Blog mostrou um caso semelhante em 2018, envolvendo uma ex-colaboradora da Avianca em Petrolina. Ela trabalhava como agente de despacho e disse a este Blog que era chamada de “cavala – além de outros apelidos pejorativos, inclusive de cunho sexual – e passava por situações vexatórias diariamente. A mulher relatou que tinha medo de denunciar, mas mudou de ideia depois de receber apoio familiar e de outra colega de trabalho, que testemunhou junto à Justiça. O valor indenizatório foi de R$ 5 mil.

O Blog procurou a assessoria da Avianca para comentar esse caso. Por meio de nota, a empresa disse que “não comenta processos judiciais em trâmite“.

Polícia detalha ação criminosa contra avião de transporte de valores no aeroporto de Petrolina

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Caminhão foi queimado por bandidos na BR-428. (Foto: Reprodução/WhatsApp)

A assessoria da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) enviou nota a este Blog detalhando a ação criminosa contra um avião de transporte de valores no Aeroporto Internacional Senador Nilo Coelho, em Petrolina, ocorrida na tarde de hoje (26).

Segundo a nota, quatro homens romperam a cerca do aeroporto e entraram com um veículo Fiat Doblô no local. “O piloto do avião, que estava transportando numerário para um banco em Salvador, conseguiu fazer uma manobra e levantar voo, sem nenhuma intercorrência”, frisa a nota.

Durante a ação dos criminosos, um caminhão foi interceptado na BR-428, no sentido Lagoa Grande, atravessado e ateado fogo no mesmo. “Posteriormente, um veículo Doblô, provavelmente o utilizado na investida ao avião, foi incendiado próximo ao povoado de Nova Descoberta, zona rural de Petrolina”.

A PM segue em diligências na região em busca dos suspeitos.

Coincidência?

O fato de hoje ocorre exatamente um ano após uma investida contra um avião de transporte de valores em Salgueiro (PE), no Sertão Central. Na ocasião, a polícia frustou a ação criminosa e seis bandidos foram mortos. A operação contou com a participação de policiais militares e federais da Bahia e Pernambuco.

Urgente: Tentativa de assalto a avião de transporte de valores ocorre no aeroporto de Petrolina

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Aeroporto Internacional Senador Nilo Coelho. (Foto: Reprodução/Street View)

Uma tentativa de assalto a um avião de transporte de valores ocorreu, há pouco, no Aeroporto Internacional Senador Nilo Coelho, em Petrolina. A informação foi confirmada a este Blog pelo setor de comunicação do 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Outros detalhes sobre o caso ainda estão sendo levantados, mas as forças de segurança de Petrolina estão em campo em busca dos bandidos. A movimentação é intensa neste momento nos arredores do aeroporto. Outras informações pelas próximas horas.

Suspeito morre em troca de tiros com policiais em Juazeiro

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(Foto: Ilustração)

Um homem morreu depois de trocar tiros com policiais militares na Vila Santa Inês, no distrito de Maniçoba, zona rural de Juazeiro (BA), na manhã de hoje (20). A informação foi confirmada a este Blog pela 74ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM)/Rural.

Os PMs foram cumprir um mandado de prisão contra o suspeito, Jair Moreira Lima. Conforme a 74ª CIPM/Rural, a guarnição tentou diálogo, mas o suspeito efetuou vários disparos no intuito de acertar os policiais. Nenhum deles ficou ferido.

Jair era suspeito de tentativa de homicídio na zona rural de Juazeiro e já tinha passagem por homicídio em Pernambuco. O corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

PM acha R$ 11 mil em cheques, encontra o dono e devolve em Petrolina

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(Foto: Ilustração)

As boas ações são tão raras nos dias de hoje que acabam virando notícia quando acontecem. Um cabo da Polícia Militar da Bahia (PMBA) encontrou R$ 11 mil em cheques no estacionamento do River Shopping, em Petrolina, hoje (13) pela manhã, e não mediu esforços para devolver o material ao dono – um comerciante que prefere não se identificar.

Quando eu desci do carro, achei que tivesse colocado os cheques no bolso, mas eles caíram no chão. Quando eu percebi que tinha perdido, por volta das 11h30, já tinha mais de uma hora que eu estava dentro do shopping. Só percebi quando liguei para um fornecedor que eu tinha que pagar, porque coloquei a mão no bolso e os cheques não estavam. Já fui preocupado para o carro e quando cheguei ele estava me esperando”, explica.

Ele perguntou se eu tinha perdido algo, eu falei que tinha perdido uns cheques e ele disse que tinha encontrado próximo ao carro. Ele contou que já tinha entrado no shopping, foi até a agência da Caixa e tentou sondar se alguém tinha perdido cheques. Como não ouviu nada, voltou para fora e ficou esperando ao lado do carro”, detalha o comerciante.

Ele elogiou a atitude do policial, que integra a Companhia Independente de Policiamento Especializado na Caatinga (Cipe-Caatinga). “Na verdade, o cabo Joilson foi mais do que honesto. Foi uma atitude de gente de bem. Os cheques seriam perdidos, porque são cheques salários. Não foi pelo valor, poderia ser R$ 500, o que valeu foi a consciência dele. Ele perdeu muito tempo me esperando. Estava abaixado, encostado numa árvore, esperando uma pessoa que ele não sabia quem era, nem o horário que ia chegar”, finaliza. O Blog não conseguiu contato com o policial.

Exclusivo: Juazeiro terá ‘cinturão’ de segurança eletrônica e prefeitura já iniciou instalação de sistema de videomonitoramento

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(Foto: Reprodução/WhatsApp)

A instalação de um equipamento eletrônico no bairro Alto da Aliança, em Juazeiro (BA), despertou a curiosidade dos moradores, que entraram em contato com este Blog para comunicar que poderia se tratar de radares. Mas este Blog conseguiu com exclusividade a informação de que o equipamento instalado na avenida principal da comunidade não é de fiscalização eletrônica.

Ao contrário do que acreditavam os moradores, a Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte (CSTT) esclareceu que o equipamento faz parte de um sistema de videomonitoramento de segurança. “A CSTT está instalando um ‘cinturão de segurança’ em Juazeiro. Haverá videomonitoramento nas três principais entradas da cidade“, ressalta a pasta. Os detalhes completos desse projeto deverão ser divulgados na próxima semana.

Após polêmica, Prefeitura de Juazeiro justifica recolhimento do ‘Monumento da Muriçoca’

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(Foto: Reprodução/WhatsApp)

A prefeitura de Juazeiro (BA) enviou nota a este Blog se posicionando sobre o recolhimento da escultura de uma muriçoca gigante colocada em frente à Rodoviária da cidade, no bairro João XXIII, ontem (16). O caso ganhou repercussão nas redes sociais e o autor da obra, Rafael Pereira da Cruz, disse que sua intenção era gravar um vídeo e colocar no YouTube.

Na nota, a Prefeitura justifica “que qualquer intervenção, apresentação ou exposição em solo público necessita de prévia comunicação e/ ou autorização para que seja realizada“.

Acompanhe a nota, na íntegra:

A Prefeitura Municipal de Juazeiro informa que qualquer intervenção, apresentação ou exposição em solo público necessita de prévia comunicação e/ ou autorização para que seja realizada. A obra do referido autor não tinha licença para exposição, por isso foi recolhida pela Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano.

Com relação ao trabalho de combate às muriçocas em Juazeiro, a Prefeitura informa ainda que é um trabalho que inicia com a limpeza dos canais fluviais, logo em seguida acontece a aplicação de cal para impedir a reprodução do mosquito Aedes aegypti, além do trabalho de saneamento desenvolvido pelo SAAE na cidade, onde até o final do ano chegará a 96% da cidade saneada, com isso, os canais deixarão de receber esgoto doméstico e passarão a ser o curso das águas das chuvas.

Ascom/PMJ