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Petrolina,PE
25 de novembro de 2020

Antônio Carlos Miranda

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Com polêmica entre governistas, Casa Plínio Amorim aprova veto de Miguel Coelho a emendas aditivas ao Orçamento 2021

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A apresentação da Lei Orçamentária Anula (LOA) e do Plano Plurianual (PPA) para o exercício de 2021 era o único item previsto na pauta de ontem na Casa Plínio Amorim. Mas o presidente da Mesa Diretora, vereador Osório Siqueira (MDB), acabou incluindo uma sessão plenária antes da audiência, justamente para a análise dos demais colegas sobre o veto do prefeito Miguel Coelho (MDB) a duas emendas aditivas incluídas no Orçamento do ano que vem.

De autoria dos governistas Alvorlande Cruz (Republicanos) e Osinaldo Souza (MDB), as emendas aditivas pediam a mudança de local da Rodoviária, do Estádio Paulo de Souza Coelho, do Matadouro Público e do nome do pátio de eventos – esta última com obras em execução numa área do antigo Ceape, no Bairro KM-2, que leva o nome da artesã Ana das Carrancas. A polêmica surgiu após Alvorlande manifestar sua insatisfação ao veto, embora tenha justificado que sua emenda pretendia auxiliar o Executivo.

De qualquer forma, a pedido do seu irmão e líder da bancada governista, Aero Cruz (MDB), Alvorlande decidiu se abster. Antes de encerrar o discurso, ele deixou claro que o nome do pátio de eventos só poderia ser revogado se fosse por outra lei, e pelo mesmo quórum que teve há cerca de 20 dias, quando foi aprovado.

Osinaldo, no entanto, concordou com o veto de Miguel por entender que, de fato, essa questão é da alçada do Executivo. Na mesma linha seguiu outro governista, Ronaldo Cancão (DEM), ao justificar que seria “contraditório” por parte da prefeitura voltar atrás – no caso das obras onde existem investimentos de recursos públicos, a exemplo do matadouro, do pátio de eventos e do estádio. Quanto à rodoviária, Cancão explicou que o equipamento é do governo do Estado.

Críticas

Líder da bancada oposicionista, Paulo Valgueiro colocou panos quentes quando afirmou ser “uma perda de tempo” essa discussão, uma vez que o orçamento municipal chegou primeiro à Casa, antes da LOA e da PPA, e foi aprovado do jeito que o governo queria. Ele aproveitou para cobrar a análise de pelo menos 20 vetos do gestor a projetos de Legislativo, que estão engavetados na Câmara desde 2018. Valgueiro também citou as emendas impositivas dos vereadores (aquelas em que o município é obrigado a cumprir) que também “estão nas gavetas mais profundas”. No final, por 11 votos e uma abstenção, o veto do prefeito às emendas aditivas acabou aprovado.

Com mandato renovado, Professor Gilmar diz ter sido abordado por eleitora sobre ‘boca de urna’: “Dignidade não se compra nem se vende”

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Um dos vereadores que voltaram das urnas no último domingo (15) com um novo mandato para a próxima legislatura, contrariando os prognósticos de alguns em Petrolina, o professor Gilmar Santos (PT) fez um agradecimento na sessão plenária de ontem (17), na Casa Plínio Amorim, mesclado a um desabafo. O petista obteve 1.735 votos, sendo o 15º vereador mais votado da Casa Plínio Amorim para a próxima legislatura, a partir de fevereiro de 2021.

Esses 1.735 votos são resultado de uma luta, compromisso e respeito à dignidade da população de Petrolina, e de maneira muito particular das nossas periferias, do povo trabalhador, do povo negro, das populações em maior situação de vulnerabilidade social”, ressaltou. O petista não deixou de lembrar da participação de sua equipe, que trabalhou de forma dedicada desde o início do seu primeiro mandato.

O vereador disse ainda que, conquistar a votação que alcançou, é algo que merece ser celebrado todos os dias numa cidade ondem prevalecem “o poderio econômico e a dominação oligárquica”. Nesse quesito, Gilmar lamentou a não reeleição de sua colega de partido, Cristina Costa, e do líder da bancada de oposição, Paulo Valgueiro (PSD). Ele lembrou de um episódio durante a campanha, quando uma senhora perguntou-lhe quanto o vereador pagaria para ela fazer ‘boca de urna’ em favor da candidatura dele.

Eu tive que dizer a ela, muito tranquilamente, de que nós não negociamos nem compramos a dignidade de ninguém, porque dignidade não se vende nem se compra. Quando eu faço isso, eu estou dizendo que a política não serve. Serve talvez para algumas pessoas, que estão acomodadas, a trapaça, o jogo sujo, o atraso social. E nós não temos compromisso com esse tipo de prática”, desabafou. Gilmar também se orgulhou em dizer que fez uma campanha sem que nenhum ‘santinho’ seu tenha sido espalhado pelo chão, sujando a cidade, como ainda aconteceu nessas eleições em relação a outros candidatos.

A oposição de Petrolina e os futuros ‘candidatos’ a Paulo Valgueiro

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Foto: Ascom/divulgação

Sem a voz contundente e altiva do vereador Paulo Valgueiro (PSD), que não foi reeleito no último domingo (15), restará à futura oposição na Câmara Municipal de Petrolina, para a próxima legislatura, escolher o novo líder da bancada.

Ao lado de Valgueiro, o Professor Gilmar Santos (PT) vinha cumprindo esse papel juntamente com sua colega Cristina Costa (PT) e Gabriel Menezes (PSL). Cristina também não renovou mandato e Gabriel disputou a prefeitura.

Professor Gilmar conseguiu se reeleger, a exemplo de Elismar Gonçalves (Podemos). Este último tem perfil mais moderado, bem diferente de Valgueiro e até mesmo do próprio Gilmar. Resta, então, Marquinhos do N-4 (Podemos) e Samara da Visão (PSD), que assumem pela primeira o mandato a partir  de fevereiro de 2021. Quem deles assumirá a missão cumprida por Valgueiro? Façam as apostas.

Alvorlande contesta declaração de Ronaldo Silva: “Somos parceiros do povo e do prefeito”

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Embora companheiro de bancada do vereador Ronaldo Silva (DEM) na Câmara Municipal de Petrolina, Alvorlande Cruz (Republicanos) discordou do colega governista, que criticou na sessão plenária de ontem (20) na Casa Plínio Amorim alguns vereadores-candidatos que estariam alardeando ações do Executivo Municipal como se fossem de sua autoria. Ronaldo, no entanto, não citou nomes.

Ao rebater o colega, Alvorlande disse que cada vereador da Casa Plínio Amorim tem, sim, sua contribuição nas obras realizadas pelo governo municipal.

O vereador não faz obras, mas o vereador legisla e aprova os recursos. Quem aprovou os recursos para a pavimentação de mil ruas (no Governo Miguel Coelho)? Foi esta Casa. Então, nós precisamos nos valorizar. Somos parceiros do povo e do prefeito Miguel”, ponderou.

Ronaldo Silva afirma haver colegas mentindo ao eleitorado de Petrolina: “É muita cara de pau”

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Visivelmente aborrecido com a atitude de alguns colegas (que preferiu não citar publicamente), o vereador governista Ronaldo Silva (DEM) soltou o verbo na sessão plenária de ontem (20) na Casa Plínio Amorim. Ele afirmou que há vereadores-candidatos simplesmente “mentindo” ao eleitorado de Petrolina sobre supostas ações de sua autoria. “Eles vão para as comunidades e dizem que foram eles que fizeram tudo nas comunidades”, desabafou.

Ronaldo afirmou não ter essa “cara de pau” de chegar a um bairro ou residencial e dizer que viabilizou alguma ação, sem ter feito. “Eu só vou pedir o voto, de cabeça erguida, onde apresentei meus requerimentos e fiz minhas indicações”, frisou.

Aumentando o tom das críticas, o governista afirmou que em todas as áreas tem “os bons e os maus”. No entanto, na Casa Plínio Amorim a hipocrisia está reinando. “É por isso que ninguém mais acredita em político nesse país”, completou. Haja bronca.

Minimizando pesquisas, Dr.Marcos Ortopedista fala em “democratizar poder e descentralizar gestão” se for prefeito de Petrolina

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Foto: Gabriel Siqueira/Blog do Carlos Britto

Filho de agricultor analfabeto e nascido a 16 quilômetros de uma pequena cidade do Nordeste, em pleno regime militar que durou 21 anos no país, o médico Marcos Heridijânio se envolveu muito cedo com a política (ainda nos movimentos estudantis) para tentar mudar a realidade que o cerca durante todo esse tempo. Este ano ele partiu para seu primeiro projeto majoritário em Petrolina como candidato a prefeito pelo PSOL.

Ressaltando que sempre teve na esquerda sua base de militância, Dr.Marcos Ortopedista – é assim que é mais conhecido na cidade – quer levar adiante a bandeira da legenda. “A gente não faz negociatas por cargo nem tem projeto familiar. Se eu ganho, eu quero que a comunidade ganhe, quero que meus filhos ganhem com os filhos dos outros”, frisou. Partindo dessa premissa, o candidato disse em entrevista ao Blog, nesta segunda-feira (5), que pretende, caso seja eleito, democratizar o poder e descentralizar a gestão. “Esses são os pilares do nosso plano de governo”, destacou.

Nesse contexto, Dr.Marcos Ortopedista coloca o orçamento participativo como crucial em sua eventual gestão. Segundo ele, a população petrolinense precisa ser consultada sobre como esperar ver investido o dinheiro oriundo dos seus tributos, ao contrário do que ocorre atualmente.

“Petrolina é uma cidade muito rica, que tem R$ 1 bilhão anual de arrecadação. Mesmo assim a gente vê a ousadia de um gestor que pede dinheiro emprestado para os outros pagarem”, alfineta. Além das críticas ao atual prefeito e candidato à reeleição, Miguel Coelho (MDB), Dr.Marcos Ortopedista não poupa a base governista na Casa Plínio Amorim, que faz “assistencialismo em troca de votos”.

Projetos

O desenvolvimento com sustentabilidade é uma bandeira essencial do PSOL, e projetos nesse sentido não faltam ao candidato a prefeito. O “ecossocialismo”, como ele chama, vai abranger desde questões como a restrição de agrotóxicos na fruticultura, passando pela coleta de resíduos sólidos e líquidos a ações na educação, saúde e no trabalho ambiental voltado à preservação do Rio São Francisco. “Tudo está interligado ao ecossocialismo, tudo passa pela sustentabilidade”, argumenta.

Pesquisas

Sobre as duas pesquisas de intenções de votos divulgadas hoje sobre a corrida municipal de Petrolina, as quais apontam um amplo favoritismo de Miguel Coelho – uma delas do Instituto Múltipla, encomendada pelo Blog – Dr.Marcos Ortopedista disse ter recebido os números “com calma”, embora tenha suas desconfianças. “A primeira pesquisa divulgada nessa cidade não citava nem meu nome, apesar de ser eu o único representante da esquerda”, provoca. Além disso, ele alega que o mesmo instituto responsável pela pesquisa, divulgado por duas empresas, mostra números distintos – inclusive somas que passam de 100%.

Mesmo admitindo não ser ainda muito conhecido e não estar na frente dos demais concorrentes ao cargo, o candidato acha difícil que apenas 1% dos trabalhadores petrolinenses é honesto e quer o bem da cidade (percentual dado a ele em uma das pesquisas). Essa virtude, inclusive, Dr.Marcos faz questão de enaltecer na legenda. “Somos dez parlamentares, cinco homens e cinco mulheres. O PSOL é o único partido que tem igualdade de gênero na sua representatividade e não tem ninguém investigado, e eleitor honesto vota em partido honesto”, ponderou.

Dentro dessa visão, o candidato afirma ter números mais favoráveis além desse 1% na cidade. “Todo dia eu recebo ligações de engenheiros, médicos colegas meus que votaram em Bolsonaro e que sabem que Bolsonaro prometeu acabar com a corrupção. No entanto demitiu o juiz ‘caolho’, mas que fez alguma coisa contra a corrupção, o ministro da Justiça todo poderoso (Sérgio Moro). E marchou com o Centrão, e não foi aquele de Lula e Dilma, não. Aquele era mansinho. Ele (Bolsonaro) está com a escória do Centrão. Então, acho difícil ter apenas 1% de pessoas politizadas em Petrolina”, completou.

Após suposta propina de governistas, Cristina Costa também cita vídeo sobre ter recebido milhões para abrir mão de sua candidatura a prefeita

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Única integrante da oposição presente no plenário da Casa Plínio amorim na sessão de ontem (24), no momento em que veio à tona o assunto de um vídeo sobre uma suposta propina paga pela empresa de ônibus Atlântico a vereadores da bancada governista, Cristina Costa (PT) disse não ter visto o vídeo, mas pediu calma.

É importante que nós, vereadores, que somos vitrine, possamos qualificar esse debate e agir dentro da nossa responsabilidade”, ponderou. Ela, inclusive, citou também outro vídeo, no qual sugere ter recebido milhões para abrir mão de ser candidata à Prefeitura de Petrolina em prol de Odacy Amorim – o indicado pelo PT.

Isso também mostra como uma pessoa é pequena, e que nível de campanha nós vamos elevar em Petrolina, independente de ser oposição ou situação”, afirmou.

Concordando com o líder governista Aero Cruz (MDB), o qual declarou que na Casa “há uma oposição boa e outra ruim”, Cristina estendeu ainda mais essa afirmação. Ela destacou que há vereadores atuantes, que defendem o interesse dos petrolinenses, e os que legislam em causa própria, independente do lado partidário em que estejam. Cristina frisou ainda ser válido o projeto do Executivo propondo uma ajuda emergencial à empresa de ônibus, mas argumentou que essa mesma empresa precisa também socorrer os usuários “que estão caminhando vários quilômetros a pé”.

Sobre vídeo de susposta propina, líder governista Aero Cruz cutuca parte da oposição: “Em cachorro morto não se chuta”

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O líder da bancada governista, vereador Aero Cruz (MDB), não poderia deixar de comentar o vídeo que circulou semana passada em Petrolina, nas redes sociais, insinua uma suposta propina (‘toco’) da empresa de ônibus Atlântico aos aliados do prefeito Miguel Coelho (MDB), em troca da aprovação de um subsídio de R$ 4 milhões durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A oposição pôs mais lenha na fogueira ao explorar o assunto. Mas para Aero, nada disso o surpreende.

Nós estamos aqui há quase quatro anos, e parte da oposição não tem feito outra coisa que não denegrir a imagem do Legislativo e dos colegas vereadores. Mas nada disso tem me preocupado. Não podemos entrar num debate que não vai nos levar a nada”, disse.

Destacando que não são todos da bancada de oposição, Aero lembrou que os adversários passaram praticamente toda a legislatura disseminando inverdades pela internet. “E eles cresceram em que? a população quer saber é se a pavimentação está chegando, se o TFD mudou, se a educação mudou, se a segurança mudou. Nós estamos chutando cachorro morto, e cachorro morto não se chuta”, provocou.

Segundo Aero, o que os governistas precisam é divulgar os projetos de lei do Executivo, de interesse dos petrolinenses, os quais “foram aprovados 100%” pela Casa. “O que a oposição está fazendo é desespero. Temos um prefeito aprovado por 92% da população. Até quem não gosta de Miguel, diz que Miguel está trabalhando”, completou.

Rodrigo Araújo ameaça interpelar na justiça vereadores da oposição: “Cheguei ao meu limite”

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Mais um integrante da bancada governista mostrou-se indignado com o vídeo sobre uma suposta propina oferecida pela empresa de ônibus Atlântico, em troca da aprovação de um projeto enviado pelo prefeito de Petrolina Miguel Coelho, desobrigando-a do pagamento de encargos durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Rodrigo Araújo (Republicanos) endureceu o discurso na sessão desta quinta (24) na Casa Plínio Amorim, inclusive chamando os oposicionistas de “covardes” por terem deixado a sessão.

Além de faltarem com respeito a seus pares, são covardes porque não ficam para escutar. Cadê os colegas que nos acusam de roubos, de falcatruas? estão com medo de que?”, desabafou.

Rodrigo ironizou a ausência da maioria dos oposicionistas – apenas Cristina Costa (PT) estava presente nesse momento – ao comentar a pauta de hoje, com pedidos da bancada ao Executivo para pavimentação de ruas. “É muito interessante. Os vereadores da oposição votam contra todos os projetos do prefeito, mas pedem pavimentação, pedem segurança”, cutucou. O governista disse que já “chegou ao seu limite” em relação à falta de respeito dos adversários, assegurando que, a partir de agora, será com a justiça. “Alguns pares e algumas pessoas que frequentam esta Casa, inclusive assessores, precisam ter respeito conosco. Da próxima vez que acontecer algum destrato aqui, se vocês não tiverem coragem, Rodrigo Araújo tem. Eu vou entrar com o que for para ter punição, e até processo lá fora”, disparou.

Cancão critica vídeo com acusações a governistas sobre suposta proprina de empresa de ônibus e deixa recado para oposição

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A proximidade da campanha municipal elevou a temperatura política na Câmara de Vereadores de Petrolina durante a sessão plenária desta quinta-feira (24). O motivo foi um vídeo que circulou semana passada nas redes sociais, sugerindo que a bancada governista teria pegado um ‘toco’ (propina) da empresa de ônibus Atlântico para tentarem renovar seus mandatos nas eleições deste ano, em troca da aprovação de um projeto de lei enviado pelo prefeito Miguel Coelho (MDB). A matéria pedia autorização da Casa Plínio Amorim para desobrigar a Atlântico do pagamento de R$ 4 milhões em encargos durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Me senti ofendido. Primeiro porque nunca fui, nem sou corrupto. Tratem de respeitar a minha história. Esse vídeo é leviano”, disparou Cancão.

Segundo o governista, a prefeitura “nunca deu nada a ninguém”. Ele justificou que a Lei Federal 13.979 deste ano dá respaldo às empresas do setor a terem subsídio. “Aqui, de forma indecente, tem vereador que fala que nós patrocinamos as empresas de ônibus. É mentira. Não vou estar em público e vir senhora de idade me perguntar se eu fui pegar dinheiro com empresa de ônibus. Não sei nem que é dono de empresa de ônibus (em Petrolina), e nem quero. O único proprietário de ônibus que conheço e mora em Petrolina há mais de 70 anos é Eurico de Sá Cavalcanti, e isso porque todos nós conhecemos”, completou.

Cancão deixou claro que se há outras categorias reivindicando também o subsídio, a exemplo dos taxistas, mototaxistas e do transporte alternativo, que se organizem e peçam ao Executivo porque a lei federal garante. O governista frisou ainda que os R$ 4 milhões aprovados à empresa são divididos em pouco mais de R$ 400 mil até dezembro deste ano. “Esse subsídio o governo federal vai repassar ao município”, afirmou.

Falta de decoro     

Cancão adiantou também que irá interpelar judicialmente os vereadores oposicionistas que insistirem na informação equivocada. “Vou pedir a punição do vereador pela falta de decoro parlamentar, porque o vídeo que circulou diz que nós fomos pegar dinheiro na empresa. É uma acusação leviana”, completou.