Após protestos, agricultores desocupam prédio da Compesa em Orocó (PE)

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012Os agricultores do Riacho Brígida, município de Orocó (PE), Sertão do São Francisco, desocuparam na tarde de ontem (25) o prédio da Compesa onde fica o sistema de capitação da água que abastece a região. Os agricultores estavam acampados no prédio da Companhia desde o início da manhã de sexta-feira (24), para chamar a atenção das autoridades para o problema enfrentado pelos moradores por onde passa o leito do Brígida.

Os agricultores pediam a abertura das comportas da barragem do Chapéu, principal reservatório que abastece o riacho em períodos de escassez de chuva. Desde que os manifestantes chegaram ao local, as bombas foram desligadas, deixando sem água as cidades que são abastecidas pela adutora. Eles afirmaram que só voltariam ao funcionamento normal após um pronunciamento oficial por parte do governo do estado.

Após os protestos, o governador Eduardo Campos enviou algumas autoridades para tratar  do assunto no município. Durante um encontro, ficou acordado que uma comissão integrada por representantes do governo do estado, trabalhadores rurais e lideranças políticas do município fará um levantamento da real situação da Barragem do Chapéu e de todo o leito do Rio Brígida. Já na terça-feira (28) a comissão, tendo em mãos documentos produzidos da inspeção realizada, apontará qual a ação imediata a ser desenvolvida para atender os moradores da região.

Após as negociações, os agricultores deixaram o prédio da Compesa e as bombas voltaram ao funcionamento normal.

1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia senhores leitores, é com muita alegria que informo a todos que a nossa reinvindicação foi atendida o governador enviou um helicóptero o qual sobrevoou e constatou a nossa realidade fez também a visualização do reservatório e constatou que a quantidade de água é suficiente para atender a necessidade de todos,espero que seja definida uma politica final sobre a abertura da comporta da barragem do chapéu para acabar de vez com esta humilhação passada por nós fazendeiros e agricultores do riacho do Brígida.
    Marcelo Tolentino

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