8ª Edição do Semiárido Show acontecerá de 19 a 22/11 em Petrolina

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Foto: reprodução

Petrolina prepara-se para a 8ª edição do Semiárido Show, maior evento de inovação tecnológica para a agropecuária dependente de chuva do Nordeste, que acontecerá de 19 a 22 deste mês. A iniciativa busca levar aos produtores e empreendedores da região as principais pesquisas e inovações com foco no desenvolvimento sustentável do Semiárido brasileiro. O evento é promovido pela Embrapa, em parceria com o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), e acontece em uma área de 20 hectares da Embrapa Semiárido, na zona rural da cidade.

Com o tema “Dinâmicas de Desenvolvimento Regional e Inovação”, a feira trará uma programação intensa e diversificada, que envolve mais de 70 oportunidades de capacitações entre minicursos, palestras, oficinas, seminários e Dias de Campo, tudo gratuito e aberto ao público. Entre os temas que serão abordados estão os sistemas de cultivo para o Semiárido, tecnologias de captação de água e irrigação, criação animal (galinha, caprinos e ovinos), modelos para a exploração sustentável da Caatinga, manejo e conservação dos solos e apresentação de novas cultivares.

Nas Unidades Demonstrativas estarão expostos os materiais de campo da Embrapa e de parceiros, com destaques para as forrageiras, espécies de plantas que podem ser utilizadas para alimentação de rebanhos. Ainda no campo, os visitantes terão a oportunidade de conferir cultivos como o algodão, feijão, milho, gergelim, sisal, amendoim, sorgo, macaxeira, mamona, além de técnicas para armazenamento e gestão da água e modelos de iLPF.

De acordo com o chefe-geral da Embrapa Semiárido, Pedro Gama, este torna possível a milhares de pessoas o acesso as informações geradas pela Embrapa e instituições parceiras, contribuindo com o dinamismo, produtividade e sustentabilidade da atividade agropecuária na região – daí sua importância. “Temos espaços planejados para permitir o máximo de intercâmbio de conhecimentos, com estandes, auditórios e áreas de exposição que divulgam e dão visibilidade a produtos e serviços locais, ampliando as oportunidades de parcerias e de fortalecimento de mercados para o semiárido”, explica.

Estimativa

A organização estima a participação de 15 mil pessoas no evento, entre agricultores, estudantes, empresários, pesquisadores, agentes de assistência técnica, extensão rural e demais interessados. Também são aguardadas mais de 100 caravanas provenientes de vários estados do Nordeste, e participação internacional com comitiva de produtores e representantes de instituições de países que compõem o corredor seco, entre eles El Salvador, Honduras, Guatemala e México. Outros detalhes podem ser conferidos no link da programação do evento

2 COMENTÁRIOS

  1. A EMBRAPA, as UNIVERSIDADES FEDERAIS DE CAMPINAS-PB e SALVADOR, já tem estudos sobre a FAVELEIRA, que produz um fruto, a FAVELA, cujas semente quando prensadas, produzem um AZEITE COMESTÍVEL de altíssima qualidade. O bagaço dessas sementes após prensadas, quando misturadas com as folhas da faveleira, se tem uma torta para alimentação animal, 44% mais nutritiva do que a torta de caroço de algodão. De cabras leiteiras alimentadas com essa torta, pode-se obter ovinos para corte e leite para a produção de queijo. Da floração das faveleiras é possível se produzir mel de altíssima qualidade. É verdade que é uma planta tóxica, eu próprio comi muito bago de favela, comi muito pisado das sementes de favela com farinha e açúcar e nunca tive nada. Como é uma planta nativa, uma tremenda de uma invasora, precisa de pouca água para produzir, e, água no Semiárido não falta, o que falta é saber aproveitar as águas que caem das chuvas. Quando chove pouco, no Semiárido chove 200 bilhões de metros cúbicos, é muita água, é aí onde eu corroboro com o Presidente Jair Bolsonaro quando ele diz, “olha o que os irraelenses não tem e o que são, olha o que nós temos e o que não somos”, não é verdade? no Semiárido chove e é muito, o Nordestino do Semiárido precisa é sair desse estágio de indolência, de necessitar dos governos, dos bolsas famílias,dos seguros safras, dos chapéus de couro que só os humilha, que não dignificam em nada o homem. Os governos precisam educar e já os Nordestinos do Semiárido, da Caatinga. Os governos precisam construirem obras bem simples para armazenarem água, obras mais complexas já foram feitas. As obras simples de que falamos são Barragens Galgáveis e Subterrâneas. A parte galgável vai permitir o represamento de determinado volume na superfície, onde parte vai evaporar e parte vai infiltrar no solo. Essa parte que vai infiltrar no solo ficará represada no reservatório subterrâneo. Então, durante um tempo, poder-se-á utilizar a água de superfície. Quando essa secar, quando o bojo de superfície estiver seco, ter-se-á muita água subterrânea, que só poderá ser extraída com Poços Amazonas(Cacimbão) e pequenos Bombeamentos. Essa água se usada racionalmente, com pequenas irrigações por gotejamento ou micro aspersão, poderá atravessar de um inverno a outro como se fala no nosso linguajar. No bojo das barragens ainda se tem as vazantes, onde muita coisa pode ser produzida. Vamos construir essas obras e livrar o homem da Caatinga dos políticos oportunistas, dos carros-pipas, da miséria. Eu particularmente ví, alí naquele riacho que passa em Massaroca, Juremal,Carnaíba em Juazeiro-Ba., num período de estiagem, uma égua cavando com as patas dianteira, um buraco na areia a procura de água, isto é, ela sabia que alí subterraneamente tinha água, logo ela não iria morrer de sede.

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