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Mais de um milhão de usuários do WhatsApp já caíram em mais nova fraude do aplicativo

Circula pelo aplicativo WhatsApp uma mensagem que promete um recurso de personalizar a interface do serviço com cores diferentes. Porém, a personalização é uma armadilha para enganar os usuários e disseminar vírus por meio do aparelho celular. A empresa PSafe contabilizou mais de 1 milhão de pessoas enganadas pela fraude.

A mensagem recebida pelo app induz o usuário a clicar em um link, que supostamente disponibiliza as novas opções de cores no WhatsApp. O vírus pode ser instalado em todos os sistemas de aparelhos com iOS, Android, Windows Phone ou BlackBerry. Antes de promover a instalação, a vítima tem de compartilhar uma mensagem com amigos ou em grupos.

O vírus é instalado depois da mensagem compartilhada, onde um botão de ‘ativar recurso’ é liberado na tela do celular e induz o usuário a instalar vários aplicativos de fontes desconhecidas. Para cada app instalado, uma quantia em dinheiro é depositada para o hacker responsável pelo golpe.

Os usuários do WhatsApp devem se proteger com a instalação de antivírus nos aparelhos, não clicar em links e programas desconhecidos e evitar o compartilhamento de tais mensagens duvidosas. Uma dica valiosa: preste atenção ao se conectar em redes Wi-Fi que não tenham senha, procure apenas as redes protegidas, que possuem maior segurança no envio de dados. (fonte: Veja-SP/foto reprodução)

Câmara Federal quer proibir bloqueio do WhatsApp no Brasil

Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal, de autoria do deputado Jovair Menezes (PSB-MT), pretende proibir o bloqueio do WhatsApp no Brasil. Em 2016, o aplicativo de mensagens instantâneas foi bloqueado pela justiça em duas oportunidades, sob a alegação de que a empresa que administra o sistema estaria se negando a passar diálogos de envolvidos em ações na justiça. A empresa se defendeu nas duas vezes do bloqueio, respondendo que as conversas não ficam armazenadas no Whatsapp.

“O bloqueio contraria o direito à comunicação. A aplicativo tem papel importante na segurança pública e social do País”, argumentou o deputado. Na enquete do site da Câmara sobre a proposta, das 3089 respostas, mais de 90% apoiaram o projeto de Jovair Menezes.

Conforme a empresa que administra o WhatsApp, já são mais de 1 bilhão de usuários do aplicativo no mundo.

MPPE recebe, a partir de hoje, denúncias sobre o caso Beatriz

caso-beatrizJá está disponível o número de telefone através do qual qualquer pessoa poderá fazer denúncias que possam ajudar na elucidação do assassinato da menina Beatriz Mota, assassinada há pouco mais de um ano no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina.

As denúncias poderão ser feitas por meio do WhatsApp para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). O número é o  (81) 9 8878-5733. Na última semana a Polícia Civil de Pernambuco anunciou a delegada Gleide Ângelo como a nova responsável pelas investigações do crime, que ainda permanece sem solução.

Caso Beatriz: MPPE disponibilizará número de telefone para receber denúncias por WhatsApp

Beatriz Angélica MotaOs promotores de Justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que integram o grupo de trabalho designado para atuar no caso da menina Beatriz Mota, assassinada há um ano no Colégio Auxiliadora, em Petrolina, vão disponibilizar um número de telefone para receber denúncias referentes ao caso, por meio do aplicativo WhatsApp.

O número (81) 9 8878-5733 estará disponível a partir desta segunda-feira (12) para que a população encaminhe ao MPPE informações de relevância sobre o caso.

Além disso, o inquérito policial foi encaminhado esta semana ao MPPE e encontra-se em poder do grupo, que deve solicitar diligências aos novos representantes da Secretaria de Defesa Social (SDS) designados para atuar no caso. O MPPE já encontrou em contato com a delegada Gleide Ângelo e deverá ser definida uma data para reunião, a fim de as instituições somarem esforços na resolução do crime.

Ibama de Juazeiro recebe denúncias via WhatsApp

ibama-juazeiroCom o objetivo de receber denúncias dos cidadãos, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Juazeiro (BA), está disponibilizando um novo canal de diálogo.

O denunciante poderá anexar arquivos (como fotos e documentos) que ajudem na comprovação dos fatos e localização do endereço, quando a denúncia for feita pelo aplicativo. O número é o (87) 98824-2400.

O cidadão deverá apresentar sua denúncia com dados claros e suficientes para a apuração do delito, informando qual tipo de crime. Exemplo: cativeiro de animais, desmatamento, acidente com produtos químicos, degradação de área, maus-tratos a animais, queimada, pesca predatória, entre outros. A denúncia pode ser feita de forma anônima. O Ibama de Juazeiro fica localizado na BA-210, próximo ao Corpo de Bombeiros. O telefone é o (74) 3612-5176. (foto/reprodução)

Mais uma vez: Juíza manda bloquear WhatsApp no Brasil

whatsapp_2_900_451_90_s_c1_smart_scale_0A juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mandou suspender o WhatsApp no Brasil na noite de segunda-feira (18). As operadoras foram avisadas nesta terça (19) para iniciar o bloqueio. Essa é a terceira suspensão do aplicativo no país por não cumprir ordens judiciais. As outras duas vezes foram em dezembro de 2015 e maio de 2016, respectivamente.

O pedido é para que o serviço desvie mensagens antes da criptografia ou então desenvolva tecnologia para quebrar a criptografia de envolvidos em um crime. Ainda não há maiores informações sobre o bloqueio. Tanto a assessoria do WhatsApp quanto operadoras como Vivo, Claro e Oi dizem que ainda não receberam nenhum pedido de corte de acesso ao WhatsApp.

Em maio deste ano, o aplicativo ficou fora do ar por 25 horas. Na época, a discussão era que o bloqueio ao app era desproporcional por prejudicar os mais de 100 milhões de usuários no Brasil. Por outro lado, os juízes afirmam que o WhatsApp não colabora com a Justiça brasileira.

Em março de 2016, o juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), que determinou o bloqueio do WhatsApp em maio, também pediu a prisão do vice-presidente do Facebook na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan. (fonte: UOL)

Três dias sem WhatsApp é mole…

Panfleto Virtual WhatsApp_Fotor

Bloqueio do WhatsApp vale para operadoras, mas funciona no Wi Fi

whatsappO bloqueio de 72 horas determinado pela Justiça de Sergipe ao WhatsApp já está valendo desde hoje (2). Mas o que talvez pouca gente ainda saiba é que a decisão só atinge as operadoras de telefonia móvel.

No sistema Wi Fi (sem fios), é perfeitamente possível enviar e receber mensagens pelo Zap. A equipe do Blog fez um teste e comprovou o fato. Fica a dica.

De novo: Justiça determina bloqueio do WhatsApp por 72 horas

whatsapp_2_900_451_90_s_c1_smart_scale_0Usuários de redes sociais como Facebook e Twitter relataram o bloqueio do WhatsApp a partir das 14 horas desta segunda-feira (2). A Justiça de Sergipe mandou as maiores operadoras de telefonia do país bloquearem o acesso dos brasileiros ao aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp por 72 horas.

A multa para as empresas em caso de descumprimento é de R$ 500 mil. Segundo o Sinditelebrasil, sindicato das operadoras, todas as empresas – TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel – foram notificada e cumprirão a intimação judicial.

A decisão é do juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, no Sergipe. O magistrado atendeu a um pedido de medida cautelar da Polícia Federal, que foi endossado por parecer do Ministério Público.

O bloqueio foi pedido porque o Facebook, dono do WhatsApp, não cumpriu uma decisão judicial anterior de compartilhar informações que subsidiariam uma investigação criminal.

A recusa já havia resultado na prisão do presidente do Facebook para América Latina em março deste ano.

Investigação

A investigação foi iniciada após uma apreensão de drogas na cidade de Lagarto, a 75 km de Aracaju. O juiz Marcel Montalvão pediu em novembro de 2015 que o Facebook informasse o nome dos usuários de uma conta no WhatsApp em que informações sobre drogas eram trocadas. As informações desse processo corriam em segredo de Justiça.

Segundo o delegado Aldo Amorim, membro da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal em Brasília, a investigação foi iniciada em 2015 e esbarrou na necessidade informações relacionadas às trocas de mensagens via WhatsApp, que foram solicitadas ao Facebook. A empresa não cumpriu a decisão.

Ainda de acordo o delegado, existe uma organização criminosa na cidade de Lagarto e o não fornecimento das informações do Facebook está obstruindo o trabalho de investigação da polícia.

Ele disse também que toda empresa de comunicação que atua no Brasil deve seguir a legislação brasileira, independente do seu país de origem.

O Facebook já proíbe que a rede social seja usada para vender drogas. No começo de fevereiro, a rede social alterou a política de uso do site e do aplicativo de fotos Instagram para impedir também que os usuários comercializassem armas.

Na prática, donos de páginas e perfis já não podiam vender material bélico, mas pequenas microempresas podiam usar a ferramenta de criação de anúncios rápidos para isso. Com a alteração, essa prática foi vetada. A política da rede, no entanto, não se estende ao WhatsApp. (Fonte: G1-SP/foto reprodução)

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