Belém do São Francisco: Polícia Civil passa a receber denúncias pelo WhatsApp

A Polícia Civil em Belém do São Francisco (PE), Sertão de Itaparica, é mais uma a adotar o aplicativo WhatsApp no combate à criminalidade para melhorar o serviço junto à população.

Por meio do aplicativo, os cidadãos vão poder colaborar com a elucidação de crimes, denunciando os casos diretamente à polícia.

O número do WhatsApp Denúncia é o (87) 9 9908-5813. A pessoa não precisa se identificar, bem como o número do celular de quem ajuda a Polícia Civil será mantido no mais absoluto sigilo.

Vale ressaltar que o dispositivo é exclusivo para a realização de denúncias. Mensagens inapropriadas e abusos cometidos na utilização do WhatsApp serão apurados, podendo seu autor responder perante a lei.

 A Polícia Civil reforça, no entanto, que as denúncias continuam a ser feitas também pelo telefone da delegacia, (87) 3876-2916, que continua funcionando normalmente.

Curaçá: Polícia Militar disponibiliza WhatsApp para denúncias da população

Em Curaçá, no norte da Bahia, a 45ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) começou a utilizar o aplicativo WhatsApp como ferramenta para receber denúncias da população. Usuários do aplicativo podem encaminhar, entre outras informações, ocorrências policiais em geral, pontos de tráfico, localização de criminosos e foragidos da justiça. Todos os dados do denunciante serão mantidos em completo sigilo pela polícia.

O número do WhatsApp da 45ª CIPM é (74) 9 9974-1181. Vale frisar que, para os casos de emergência e para os que não possuem acesso ao aplicativo, o serviço de proteção humana continuará sendo acionado através do telefone 190. Em Curaçá: (74) 9 9971-5596; (74) 9 9971-5586. E em Uauá, onde a 45ª CIPM também atua, o contato é o (74) 9 9958-5447.

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Mais de um milhão de usuários do WhatsApp já caíram em mais nova fraude do aplicativo

Circula pelo aplicativo WhatsApp uma mensagem que promete um recurso de personalizar a interface do serviço com cores diferentes. Porém, a personalização é uma armadilha para enganar os usuários e disseminar vírus por meio do aparelho celular. A empresa PSafe contabilizou mais de 1 milhão de pessoas enganadas pela fraude.

A mensagem recebida pelo app induz o usuário a clicar em um link, que supostamente disponibiliza as novas opções de cores no WhatsApp. O vírus pode ser instalado em todos os sistemas de aparelhos com iOS, Android, Windows Phone ou BlackBerry. Antes de promover a instalação, a vítima tem de compartilhar uma mensagem com amigos ou em grupos.

O vírus é instalado depois da mensagem compartilhada, onde um botão de ‘ativar recurso’ é liberado na tela do celular e induz o usuário a instalar vários aplicativos de fontes desconhecidas. Para cada app instalado, uma quantia em dinheiro é depositada para o hacker responsável pelo golpe.

Os usuários do WhatsApp devem se proteger com a instalação de antivírus nos aparelhos, não clicar em links e programas desconhecidos e evitar o compartilhamento de tais mensagens duvidosas. Uma dica valiosa: preste atenção ao se conectar em redes Wi-Fi que não tenham senha, procure apenas as redes protegidas, que possuem maior segurança no envio de dados. (fonte: Veja-SP/foto reprodução)

Câmara Federal quer proibir bloqueio do WhatsApp no Brasil

Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal, de autoria do deputado Jovair Menezes (PSB-MT), pretende proibir o bloqueio do WhatsApp no Brasil. Em 2016, o aplicativo de mensagens instantâneas foi bloqueado pela justiça em duas oportunidades, sob a alegação de que a empresa que administra o sistema estaria se negando a passar diálogos de envolvidos em ações na justiça. A empresa se defendeu nas duas vezes do bloqueio, respondendo que as conversas não ficam armazenadas no Whatsapp.

“O bloqueio contraria o direito à comunicação. A aplicativo tem papel importante na segurança pública e social do País”, argumentou o deputado. Na enquete do site da Câmara sobre a proposta, das 3089 respostas, mais de 90% apoiaram o projeto de Jovair Menezes.

Conforme a empresa que administra o WhatsApp, já são mais de 1 bilhão de usuários do aplicativo no mundo.

MPPE recebe, a partir de hoje, denúncias sobre o caso Beatriz

caso-beatrizJá está disponível o número de telefone através do qual qualquer pessoa poderá fazer denúncias que possam ajudar na elucidação do assassinato da menina Beatriz Mota, assassinada há pouco mais de um ano no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina.

As denúncias poderão ser feitas por meio do WhatsApp para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). O número é o  (81) 9 8878-5733. Na última semana a Polícia Civil de Pernambuco anunciou a delegada Gleide Ângelo como a nova responsável pelas investigações do crime, que ainda permanece sem solução.

Caso Beatriz: MPPE disponibilizará número de telefone para receber denúncias por WhatsApp

Beatriz Angélica MotaOs promotores de Justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que integram o grupo de trabalho designado para atuar no caso da menina Beatriz Mota, assassinada há um ano no Colégio Auxiliadora, em Petrolina, vão disponibilizar um número de telefone para receber denúncias referentes ao caso, por meio do aplicativo WhatsApp.

O número (81) 9 8878-5733 estará disponível a partir desta segunda-feira (12) para que a população encaminhe ao MPPE informações de relevância sobre o caso.

Além disso, o inquérito policial foi encaminhado esta semana ao MPPE e encontra-se em poder do grupo, que deve solicitar diligências aos novos representantes da Secretaria de Defesa Social (SDS) designados para atuar no caso. O MPPE já encontrou em contato com a delegada Gleide Ângelo e deverá ser definida uma data para reunião, a fim de as instituições somarem esforços na resolução do crime.

Ibama de Juazeiro recebe denúncias via WhatsApp

ibama-juazeiroCom o objetivo de receber denúncias dos cidadãos, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Juazeiro (BA), está disponibilizando um novo canal de diálogo.

O denunciante poderá anexar arquivos (como fotos e documentos) que ajudem na comprovação dos fatos e localização do endereço, quando a denúncia for feita pelo aplicativo. O número é o (87) 98824-2400.

O cidadão deverá apresentar sua denúncia com dados claros e suficientes para a apuração do delito, informando qual tipo de crime. Exemplo: cativeiro de animais, desmatamento, acidente com produtos químicos, degradação de área, maus-tratos a animais, queimada, pesca predatória, entre outros. A denúncia pode ser feita de forma anônima. O Ibama de Juazeiro fica localizado na BA-210, próximo ao Corpo de Bombeiros. O telefone é o (74) 3612-5176. (foto/reprodução)

Mais uma vez: Juíza manda bloquear WhatsApp no Brasil

whatsapp_2_900_451_90_s_c1_smart_scale_0A juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mandou suspender o WhatsApp no Brasil na noite de segunda-feira (18). As operadoras foram avisadas nesta terça (19) para iniciar o bloqueio. Essa é a terceira suspensão do aplicativo no país por não cumprir ordens judiciais. As outras duas vezes foram em dezembro de 2015 e maio de 2016, respectivamente.

O pedido é para que o serviço desvie mensagens antes da criptografia ou então desenvolva tecnologia para quebrar a criptografia de envolvidos em um crime. Ainda não há maiores informações sobre o bloqueio. Tanto a assessoria do WhatsApp quanto operadoras como Vivo, Claro e Oi dizem que ainda não receberam nenhum pedido de corte de acesso ao WhatsApp.

Em maio deste ano, o aplicativo ficou fora do ar por 25 horas. Na época, a discussão era que o bloqueio ao app era desproporcional por prejudicar os mais de 100 milhões de usuários no Brasil. Por outro lado, os juízes afirmam que o WhatsApp não colabora com a Justiça brasileira.

Em março de 2016, o juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), que determinou o bloqueio do WhatsApp em maio, também pediu a prisão do vice-presidente do Facebook na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan. (fonte: UOL)

Três dias sem WhatsApp é mole…

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