Chesf anuncia nova redução de vazão no Lago de Sobradinho

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) emitiu comunicado sobre nova redução da vazão do Lago de Sobradinho (BA). O novo cronograma aponta que a partir de 18 de maio, a vazão passará a 650 metros cúbicos por segundo (m³/s), chegando aos 600 m³/s em 29 de maio.

Os testes para essa redução mínima, que poderá chegar a novembro com 570 m³/s, já foram autorizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e Agência Nacional das Águas (ANA). A diminuição da vazão atingirá também o reservatório de Xingó. Atualmente a vazão de Sobradinho é de 700 m³/s.

A redução anunciada será feita em três etapas, sendo a última no final do mês. Conforme o superintendente de operação da Chesf, Tony Ulysses Formiga, o aviso é importante para que as comunidades ribeirinhas possam se preparar melhor e se adequar ao novo volume que será liberado pela Chesf para os reservatórios da região.

Em reunião na ANA, senador Fernando Bezerra respalda Ibama em reduzir novamente vazão de Sobradinho

A vazão defluente da Usina Hidrelétrica de Sobradinho (BA) deverá ser reduzida dos atuais 700 para 600 metros cúbicos por segundo (m³), na próxima semana, em caráter de teste. A decisão do Ibama foi antecipada nesta manhã (8) durante ampla reunião na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, que discutiu medidas para evitar o iminente colapso hídrico na Bacia do Rio São Francisco e contou com a participação do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE).

O objetivo do encontro – que, por videoconferência, reuniu especialistas do governo federal e de órgãos ambientais dos estados abastecidos pelo Velho Chico, além de procuradores do Ministério Público Federal (MPF) – foi encontrar soluções para minimizar os efeitos do sétimo ano consecutivo de seca prolongada; especialmente, no Nordeste. De acordo com o Centro de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), o período de maio de 2015 até o início deste mês registrou precipitação abaixo de toda a média histórica na Bacia do São Francisco.

Além de apoiar a diminuição da vazão de Sobradinho para o maior armazenamento de água no lago da usina – garantindo-se, com isso, segurança hídrica à região – o líder do PSB e vice-líder do governo no Senado voltou a defender a “energização” dos flutuantes instalados no reservatório, ano passado, para o bombeamento de água à população local.

Para isso, Fernando Bezerra alertou que recursos financeiros sejam liberados de forma emergencial pela Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração Nacional. A ideia do senador é que os equipamentos passem a funcionar com energia elétrica ao invés de óleo diesel, tornando mais barata a manutenção dos flutuantes. “Tanto para os produtores de frutas do perímetro irrigado de Nilo Coelho, responsável por mais de 60 mil empregos na região de Petrolina, como para os órgãos captadores de águas nos estados de Pernambuco, Sergipe, Alagoas e Bahia”, observou o parlamentar, que representou a Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional na reunião desta segunda-feira, na ANA.

Audiência

A decisão anunciada hoje pelo Ibama – que emitirá autorização especial para a redução da vazão de Sobradinho, nos próximos dias – é o primeiro resultado concreto da audiência pública realizada pela CMMC, no último dia 19, sob a condução de Fernando Bezerra. Na presidência e relatoria da CMMC – em 2015 e 2016, respectivamente – o senador coordenou dezenas de audiências destinadas a buscar soluções que evitassem o colapso hídrico no Nordeste. A instalação dos flutuantes no lago de Sobradinho, ano passado, ocorreu graças ao empenho de Bezerra Coelho junto a diferentes órgãos do governo federal.

No encontro, o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu Guillo, informou que um Decreto de Racionamento Preventivo será assinado pela Presidência da República para determinar que a ANA seja a responsável direta pelas ações de redução das vazões das usinas hidrelétricas. Segundo Andreu, o decreto é respaldado por um Aviso Interministerial já assinado pelo Ministério do Meio Ambiente e que também passará pelas Pastas de Minas e Energia, Integração Nacional e Transportes. “O objetivo deste decreto é tornar mais céleres medidas como esta, que garantam a segurança hídrica ao país, respeitando-se todas as questões ambientais e de abastecimento elétrico como também a qualidade da água para os múltiplos usos”, explicou o presidente da Agência.

Durante a reunião de hoje na ANA, técnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) demonstraram que as condições hidrológicas sinalizam que o período de 2016 a 2017 deverá ser confirmado como o pior ano seco da história. Os especialistas do ONS analisaram a situação das três usinas hidrelétricas na Bacia do São Francisco: Três Marias (MG), Sobradinho (BA e PE) e Xingó (AL e SE). Eles recomendaram que seja mantida a “minimização” da defluência dos reservatórios para a economia máxima de água.

Volume morto

Em relação a Sobradinho, o órgão alertou que, mantida a atual vazão de 700 metros cúbicos por segundo, o lago alcançará o chamado “volume morto” (reserva de água mais profunda, abaixo dos canos de captação) no próximo mês de setembro. Para que isto não ocorra e a reserva útil de Sobradinho esteja assegurada até dezembro (início do período chuvoso), a orientação do Operador é que a defluência da usina fique, a partir do próximo mês de junho, entre 510 e 530 metros por segundo. Defensor da medida, o senador Fernando Bezerra Coelho solicitou que o ONS estude as possibilidades de diminuição da referida vazão, para estes parâmetros, o mais rapidamente possível.

Coordenador do Grupo de Trabalho de Revitalização do São Francisco no MPF, o procurador da República em Minas Gerais, Antônio Arthur Mendes, elogiou a atuação do senador Fernando Bezerra Coelho nas ações de prevenção ao colapso hídrico na Bacia do Velho Chico. “É muito importante esta participação direta de parlamentares junto aos diferentes órgãos de governo responsáveis pela gestão da água no país”, destacou Mendes.

Também participaram da reunião de hoje, procuradores do MPF em Pernambuco e Sergipe, além de representantes de senadores e deputados da região do São Francisco, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), dos distritos irrigados de Nilo Coelho (PE) e Jaíba (MG), da Universidade Federal da Bahia, da Marinha, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), da Companhia dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e dos ministérios de Minas e Energia, Integração e Transportes. As informações são da assessoria. (Foto/divulgação)

Doenças do Aedes aegypti despencam no Brasil

Dados de boletim do Ministério da Saúde levantados até 15 de abril, apontam uma redução drástica das doenças provenientes do mosquito Aedes aegypti. A dengue teve queda de 90,4%, chikungunya de 68,1% e zika de 95,4%. Em 2017, foram 113.381 casos de dengue até metade de abril. No ano passado, havia 1.180.472 casos na mesma época.

A região Sudeste concentrou o maior número de casos, 32,9% do total registrado no país, mas a região com maior incidência foi o Centro-Oeste, com 160 casos a cada 100 mil habitantes.

Houve 17 mortes por dengue este ano, em contraste com 507 mortes no mesmo período do ano passado. Além disso, houve 57 casos de dengue grave e 793 casos de dengue com alarme.

Quanto à chikungunya, foram 43.010 casos em 2017, ante 135.030 no ano passado. A região Nordeste é a que registrou maior incidência. Além disso, este ano teve 9 mortes confirmadas pela doença. Ao longo de todo o ano de 2016, 196 pessoas morreram de chikungunya no país.

O país teve 7.911 casos de zika em 2017, em comparação com 170.535 no mesmo período do ano passado. A região Centro-Oeste é a que apresentou maior incidência e não houve nenhuma morte confirmada pela doença este ano. (Com informações do G1)

Em audiência no Senado, representante da ANA diz que Sobradinho pode sofrer nova redução na vazão

Por sugestão do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), a Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional debateu, nesta tarde (19), soluções para o enfrentamento à progressiva crise hídrica no Vale do São Francisco. A redução da vazão de saída da usina hidrelétrica de Sobradinho (BA), dos atuais 700 para 600 metros cúbicos por segundo (m³/s) por segundo foi a principal medida emergencial apontada por Fernando Bezerra e pelos especialistas convidados à audiência pública como forma de preservar o lago da barragem, um dos mais importantes fornecedores de água à região.

Além desta ação, o senador – que conduziu os debates na CMMC – também defendeu o que ele chamou de “energização” dos flutuantes instalados no reservatório de Sobradinho, ano passado, para o bombeamento de água à população local. A ideia de Bezerra Coelho é que os equipamentos passem a funcionar com energia elétrica ao invés de óleo diesel, tornando mais barata a manutenção dos flutuantes. “Os efeitos das mudanças climáticas estão comprovados pela série histórica da hidrologia na Bacia do São Francisco; principalmente, ao longo dos últimos sete anos”, observou. “Este cenário exige um esforço conjunto por parte de todos os órgãos que, conjuntamente, podem evitar o colapso hídrico naquela região”, acrescentou o líder do PSB e vice-líder do governo no Senado.

Para a audiência pública de hoje, foram convidados o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata; o gerente de Operações e Eventos Críticos da Agência Nacional de Águas (ANA), Joaquim Gondim Filho; o diretor de Operação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), João Henrique Franklin Neto; a presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Kênia Régia Marcelino; e o presidente do Conselho de Administração do Distrito de Irrigação Nilo Coelho (Dinc), Amauri José da Silva.

De acordo com a ANA, a redução da vazão de Sobradinho poderá ser autorizada já na próxima semana, se o Ibama também for favorável à medida. Segundo a presidente da Codevasf, Kênia Marcelino, a adaptação do sistema de funcionamento dos flutuantes está em estudo pelo órgão e deverá custar cerca de R$ 1 milhão. Ela fez um balanço das ações e dos investimentos do órgão para a minimização dos efeitos da crise hídrica nos estados abrangidos pela Codevasf e defendeu a revitalização e preservação das bacias hidrográficas como “medida permanente”.

Na presidência e relatoria da CMMC – em 2015 e 2016, respectivamente – Fernando Bezerra coordenou dezenas de audiências públicas destinadas a buscar soluções que evitassem o colapso hídrico no Nordeste. Um dos resultados dos debates e do empenho do senador junto a diferentes órgãos do governo federal foi a instalação dos flutuantes no Lago de Sobradinho.

Conforme explicou o senador, a necessidade de bombeamento de água do chamado “volume morto” do lago (abaixo dos níveis mínimos de geração de energia pela usina), este ano, deverá ser confirmada em setembro ou outubro, quando o período de seca alcança o estágio mais crítico. “É preciso nos anteciparmos aos cenários previstos para que a água seja garantida ao uso múltiplo, desde o abastecimento humano até a irrigação e o consumo animal”, destacou o senador.

Dados preocupantes

Dados apresentados pela Chesf, durante a audiência pública, demonstram que a vazão de saída de água de Sobradinho caiu de 1,5 mil m³/s, em 2013, para 700 m³/s, este ano. Amauri Silva, do Dinc, ressaltou “extrema preocupação” com esta realidade. “Que piora ano a ano”, lamentou. Segundo Luiz Eduardo Barata, do ONS, o abastecimento elétrico no Nordeste está garantido. “Contudo, estamos em alerta”, afirmou. Presente à audiência, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) sugeriu a dessalinização da água mar e o uso de águas subterrâneas como alternativas para a crise hídrica. Para Joaquim Gondim Filho, da ANA, os custos do processo de dessalinização ainda dificultam a utilização do processo. “Quanto às águas subterrâneas, é preciso ter cautela, uma vez que elas alimentam os rios e precisam ser preservadas”, ponderou. (foto: Assessoria parlamentar/divulgação)

Temer já admite reduzir idade para aposentadoria das mulheres

Michel Temer vem defendendo pontos críticos da reforma da Previdência mas afirmou que o governo cedeu ao Congresso quando concordou em alterar cinco pontos da reforma da Previdência na quinta-feira (6).

De acordo com o presidente da República, o “ponto fundamental” do projeto é estabelecer uma idade mínima de aposentadoria. Temer disse em entrevista à Folha de S. Paulo, que poderá criar a possibilidade de uma diferenciação para mulheres.

“Convenhamos: se nós tivermos a idade de homem de 65 anos, e a de mulher 64 ou 63, não significa que não tenha sido feita uma grande conquista”, afirmou o presidente em seu gabinete no Palácio do Planalto nesta sexta (7).

O peemedebista ressalvou: “Ainda não está em pauta essa última matéria. Vamos verificar mais para a frente se é necessário ou não”.

A estratégia do governo é segurar essa decisão como uma carta na manga para as negociações da reforma quando ela estiver para ser votada no plenário da Câmara, explica a publicação.

Em relação aos votos favoráveis ao projeto, Temer não quis arriscar uma previsão. “Não consultei ainda os numerólogos. O que precisamos saber é no dia da votação. Agora, qualquer avaliação é precipitada”, considerou.

Temer também falou sobre as mudanças acertadas com o relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), entre elas regras de transição e da aposentadoria rural, acúmulo de pensão e aposentadoria, aposentadorias para policiais e professores, e o benefício assistencial pago a idosos e pessoas com deficiência pobres. Segundo o presidente, essas mudanças têm impacto “mínimo” sobre a economia que será feita com a reforma.

“Cedemos até onde podemos”, afirma. “O ponto fundamental da reforma é a questão da idade. Se fixarmos uma idade mínima, porque hoje as pessoas se aposentam com 50 ou 49 anos, já damos um passo avançadíssimo.

Análise

Ainda durante a entrevista, Temer avaliou que a lei que regulamenta a terceirização não precisa de medida de proteção para trabalhadores., pois, segundo ele, a proposta não causa prejuízo aos empregados. Ao fazer uma análise dos seus 11 meses de mandato, p presidente ressaltou que não cometeu “nenhum erro” desde que assumiu o Planalto. “Cometi acertos. E acertos derivados de muita coragem. Não creio que tenha praticado nenhum erro”, afirmou. (fonte: Notícias ao Minuto/foto arquivo)

Redução de vazão de Sobradinho já limita negócios no Vale

A redução da vazão do Lago de Sobradinho, na Bahia, já está se tornando um limitador do crescimento de algumas empresas localizadas abaixo do reservatório que precisam da água do São Francisco para as suas atividades, como as situadas em Santa Maria da Boa Vista e Lagoa Grande, no Sertão.

“Deixei de fechar um contrato de um plantio de mandioca pela insegurança na captação da água”, diz o empresário e presidente da Associação dos Produtores do Vale do São Francisco (Valexport), José Gualberto.

Desde a última quarta-feira, 22, a vazão de Sobradinho passou a ser de 650 metros cúbicos por segundo, a mais baixa da história. E não vai parar por aí. A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) está analisando a possibilidade de reduzir a vazão a 600 metros cúbicos por segundo.

O contrato que Gualberto deixou de fechar era para plantar mandioca numa parte da sua propriedade. “Teremos que fazer uma obra de engenharia para continuar captando a água com a vazão reduzida que começou na semana passada”, resumiu o empresário. Segundo ele, essa adaptação para captar a água num nível mais baixo poderá custar até R$ 1 milhão.

Gualberto é diretor da Fazenda Milano, uma das pioneiras no Vale do São Francisco em Santa Maria da Boa Vista, sertão do São Francisco. Atualmente, a empresa cultiva mil hectares irrigados. “Estou há quase 50 anos na região. Não me lembro de outra estiagem igual a essa. Estamos indo para o 6º ano de chuvas insuficientes”, conta.

Redução

A diminuição da vazão de Sobradinho está sendo analisada pela Chesf porque o lago estava com 15,22% do seu volume útil na última quinta-feira, 23. Há um ano, era 32,80%. “Este ano, as chuvas foram mais fracas. Estamos monitorando e, se tudo tiver normal, a vazão deve ficar em 600 metros cúbicos por segundo. O objetivo é garantir a segurança hídrica dos demais usuários do São Francisco”, conta o diretor de Operação da Chesf, João Henrique Franklin.

O período chuvoso da área que abastece o São Francisco (em Minas Gerais e na Bahia) vai até maio. De junho a novembro, é o período seco. Ou seja, está acabando mais um período chuvoso e o Lago de Sobradinho está com a quantidade de água no mesmo patamar a de 2015, quando tinha 17,92% do seu volume útil no dia 23 de março. Naquele ano, o lago chegou a pouco mais de 1% do seu volume útil em dezembro.

João Henrique diz que não há risco de racionamento de energia, porque as térmicas e eólicas estão produzindo 50% da energia consumida na região. No entanto, a Chesf está gerando menos nas suas hidrelétricas por falta de água. (Com informações do JC Online)

Avianca ainda não cobrará por bagagem despachada

A Avianca Brasil não começará a cobrança por bagagem despachada já em 14 de março, quando passará a valer a nova regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) relativa aos direitos e deveres dos consumidores de serviços aéreos. “Nós chegamos à conclusão de que precisamos de mais tempo, queremos estudar o tema durante os primeiros meses”, disse o presidente da Avianca Brasil, Frederico Pedreira, Segundo o executivo, a empresa deseja criar um programa que seja atrativo e coerente com o histórico de serviços da companhia.

Questionado sobre os planos da empresa que também faz rota para Petrolina, Pedreira afirma que a ideia é criar diferentes grupos tarifários: um mais barato, destinado aos clientes “mais sensíveis a preço” e que viajam apenas com bagagem de mão, e outro que inclui o despacho de bagagem.

“Os passageiros sem bagagem (despachada) não têm que pagar pelos que levam. Claramente, teremos uma classe tarifária mais barata para esse cliente”, diz. Segundo o presidente da Avianca Brasil, os planos ainda vislumbram que os usuários Premium possam comprar passagens sem direito a franquia e usar os benefícios dessa categoria para despachar malas.

Quanto à comparação com os atuais preços dos bilhetes aéreos, Pedreira diz que a categoria que não despacha malas terá tarifas mais atrativas. Segundo o executivo, o fato de os passageiros optarem por não despacharem malas implica menos peso nas aeronaves e, consequentemente, custos mais baixos, uma vez que o consumo de combustível será menor.

“Menos custo vai permitir fazer tarifas mais atrativas. Nosso objetivo é fazer com que o setor aéreo retome como um todo”, afirma. Pedreira ainda avalia que os estudos da Avianca Brasil a respeito dos grupos tarifários deverá levar, ao menos, três meses.

Redução preços

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, disse que o fim da franquia de bagagens poderá ser revisto se não resultar em redução dos preços das passagens. Segundo Quintella, o objetivo do governo, ao adotar a medida, foi criar um mercado de serviço aéreo de baixo custo, o chamado “low cost”, no Brasil.

As novas regras da Anac acabam com o transporte gratuito de malas com até 23 quilos em voos domésticos ou de duas malas com até 32 quilos em voos internacionais. Passa a existir uma tarifa de bagagem cujo preço será estabelecido pelas empresas.

Sobre a bagagem de mão, que tinha limitação de gratuidade em malas com até cinco quilos, o limite do transporte gratuito foi aumentado para malas com pelo menos 10 quilos. O tíquete das aéreas terá de especificar claramente quais os valores que serão cobrados dos usuários.

Questionado a respeito das perspectivas da Avianca Brasil para este ano, Frederico Pedreira afirma que 2017 a empresa continuará investindo em sua frota e em outras iniciativas, como o entretenimento a bordo. Segundo Pedreira, esses investimentos são fundamentais para que a Avianca Brasil esteja preparada para capturar as oportunidades que surgirem quando o mercado aéreo brasileiro começar sua retomada. (Com informações da Agência Estado)

Seca: Embasa confirma redução da oferta de água em 14 municípios do norte baiano

A escassez de chuvas no norte da Bahia tem causado uma diminuição acentuada nos níveis de água acumulada das barragens que abastecem os municípios das regiões de Jacobina e Senhor do Bonfim. Por causa deste cenário, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) irá reduzir, até o final deste mês a oferta de água nos municípios de Jacobina, Caém, Saúde, Antônio Gonçalves, Campo Formoso, Serrolândia, Várzea do Poço, Caldeirão Grande, Ponto Novo, Filadélfia, Itiúba, Jaguarari, Andorinha e Senhor do Bonfim.

A empresa também iniciará em breve uma campanha de conscientização para o uso racional da água distribuída nestes municípios. O mote da campanha é “Economize água. Cada gota conta” e busca alertar à população sobre a necessidade de consumir menos para que seja possível garantir a continuidade do abastecimento regular, diante dos efeitos da estiagem prolongada na região.

Barragens

A Embasa dispõe na região de Jacobina das barragens de Pindobaçu, Cachoeira Grande e Itapicuruzinho, que estão com 40%, 43% e 19%, respectivamente, da capacidade de armazenamento de água. Na região de Senhor do Bonfim, as barragens de Ponto Novo, do Aipim e Prata estão com 30%, 62% e 13%, respectivamente, do volume máximo de acumulação do recurso hídrico. “Esta disponibilidade hídrica nos preocupa muito. Por isso, pedimos à população que adote hábitos conscientes de consumo da água”, alerta o gerente Regional da Embasa de Senhor do Bonfim, Vinícius Araújo. Em caso de vazamentos na rua, os moradores podem informar à Embasa pelo 0800-0555-195, para que a empresa faça a correção no menor tempo possível, evitando o desperdício. (foto/divulgação)

Polícia Militar avalia de forma positiva segurança no Carnaval de Juazeiro

O período de festividades do Carnaval antecipado em Juazeiro (BA) contou com o reforço de 1.800 policiais militares. A folia começou na última sexta-feira (10) e foi encerrada no domingo (12). Conforme o Comando de Policiamento Regional Norte (CPRN), a festa foi considerada tranquila e houve uma redução de 49% nos casos de violência, comparado ao Carnaval de 2016.

Quem foi aos três polos da folia reconheceu o trabalho da PM. “Não vi muitas brigas e a polícia estava em pontos estratégicos do Carnaval. Acho que esse reforço na segurança fez o folião se divertir com mais tranquilidade”, disse a estudante Gabriela Fernandes, em entrevista a este Blog.

Outro que considerou o Carnaval mais seguro foi o comerciante Gustavo Souza. Ele também aprovou o novo formato, com dois polos na Orla, além do circuito da Avenida Adolfo Viana. “Foi muito divertido e não teve muita violência. Gostei desse espaço na Orla, próximo ao Vaporzinho, no qual se apresentaram várias atrações locais. É um reconhecimento aos artistas da terra. Ficou mais atrativo para as pessoas, pois fica num ponto onde todo mundo passa”, comentou.

Em nota enviada pelo CPRN, a PM-BA agradeceu o empenho de sua tropa. “A PM agradece o empenho de todos os órgãos envolvidos no evento, e principalmente aos seus policiais que garantiram a ordem e a segurança daqueles que saíram de suas casas para se divertir”.

Já o prefeito de Juazeiro, Paulo Bomfim (PCdoB), se disse satisfeito com o resultado do seu primeiro Carnaval à frente da prefeitura. “Foi um carnaval planejado com muito carinho para poder trazer esse grau de satisfação. Aproveito para agradecer a todos que participaram da organização e as forças de segurança que nos deram essa tranquilidade“, avaliou.

Mistura de ritmos

Passaram por Juazeiro, nos três dias de festa, grandes atrações da música nacional, além de  artistas locais. Luiz Caldas, Bell Marques, Alinne Rosa, Léo Santana, Simony, Psirico, Gabriel Diniz, Tayrone Cigano e Aviões do Forró foram algumas das atrações.

Petrobras anuncia redução do preço do diesel nas refinarias

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (26) redução no preço do diesel nas refinarias em 5,1%, em média, e da gasolina em 1,4%, em média. Os novos valores começam a ser aplicados nesta sexta-feira (27).

A redução nas refinarias não necessariamente chegará aos consumidores porque a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. “Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores”, informou a Petrobras.

Pelos cálculos da empresa, se o ajuste for repassado integralmente e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 2,6% ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média, e a gasolina, 0,4% ou R$ 0,02 por litro, em média.

As mudanças anunciadas nesta quinta-feira seguem a política de preços da estatal divulgada em outubro de 2016. A companhia reafirmou a intenção de rever os preços pelo menos uma vez a cada 30 dias, política que dá “a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade”.

Paridade

Segundo a Petrobras, os novos preços mantêm a margem positiva em relação à paridade internacional. As alterações são resultado da valorização do real desde a última revisão de preços, de ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno e da redução dos preços dos derivados nos mercados internacionais, em particular do diesel, que registrou elevação de estoques por causa de inverno menos rigoroso do que o previsto no Hemisfério Norte, de acordo com a estatal. (fonte: Agência Brasil)

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