Autorizada venda de milho para os municípios de São José do Egito e Floresta

Assim como em Petrolina, já foi autorizado o início da venda de milho em outros municípios pernambucanos. Em São José do Egito (Sertão do Pajeú) e Floresta (Itaparica) os produtores já podem adquirir o grão. O anúncio foi feito nesta semana em Petrolina, pelo ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou para este ano a liberação de 250 mil toneladas do produto para o Programa Vendas em Balcão, das quais 200 mil toneladas serão destinadas aos estados nordestinos, em virtude da estiagem prolongada. Trinta mil toneladas de milho serão distribuídos  em Pernambuco, por cerca da metade do valor de mercado.

Produtores rurais de Petrolina têm 8 mil toneladas de milho garantidas até final do ano

Produtores rurais de Petrolina têm a garantia de 8 mil toneladas de milho até o final deste ano. O grão é subsidiado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)/ Governo Federal e vendido “em balcão” ao preço de R$ 35,00 (saca de 60 quilos).

Na cidade já estão depositadas cerca de 100 toneladas do milho destinado a mais de 400 agricultores. O material começou a ser entregue ontem (13) por cerca de metade do valor de mercado para amenizar os efeitos da estiagem prolongada.

Banco do Brasil dá desconto em dívidas de pequenos produtores rurais da Bahia

Micro, pequenos e médios produtores da Bahia podem ser contemplados pelos descontos de 20% a 95% que o Banco do Brasil (BB) está oferecendo para a liquidação de saldos devedores de operações de crédito rural. O benefício tem base na Lei Federal nº 13.340 e varia conforme 3 fatores: data de contratação, valor originalmente contratado e região.

Em todo o país, cerca de 241 mil produtores poderão ser beneficiados pela medida. A Bahia tem o maior número de produtores com possibilidade de ter acesso aos descontos: mais de 61 mil clientes do BB, com financiamentos a empreendimentos localizados na área de abrangência da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).  O  valor total contratado no Estado é superior a R$ 693 milhões (o maior volume do país – cerca de 26% do total nacional).

Podem ser contempladas operações adimplentes ou não, contratadas até 31/12/2011, sendo que um mesmo mutuário poderá obter o desconto em mais de um financiamento, desde que obedecido o teto de R$ 200 mil em valores contratados.

O secretário estadual de Agricultura, Vitor Bonfim, destacou a importância da lei que oferece descontos tão significativos para produtores. “Os baianos precisam aproveitar essa oportunidade e se dirigir às agências do BB localizadas em todo o estado para fazer essa negociação e quitar seus débitos com o banco, podendo, a partir daí, fazer novas operações de crédito”, disse. (Foto: Ascom)

 

Banco do Brasil passa a negociar dívidas de produtores rurais do Nordeste

A partir desta semana, os produtores rurais do Nordeste que possuem dívidas com o Banco do Brasil (BB) já podem negociá-las junto à rede bancária da agência. A novidade foi confirmada pelo deputado federal Guilherme Coelho (PSDB) que esteve diretamente com presidente da instituição, Paulo Rogério Caffarelli, e o vice-presidente de Agronegócios, Tarcísio Hübner.

 “O BB já fornecia informações sobre os descontos que cada produtor terá, mas somente agora os nossos sistemas estão operacionalizando os débitos e liquidando as dívidas”, explicou a diretoria do Banco.

O parlamentar destacou que a notícia é bastante aguardada pelos produtores rurais que têm dívidas com a instituição bancária, inclusive os de Petrolina. “Agora mais produtores vão limpar seu nome junto ao banco, e poder fazer novos investimentos, trazendo mais trabalho e renda para a região”, celebrou o deputado. A negociação é resultado da Lei 13.340/2016, e garante descontos de até 95% nas dúvidas de produtores rurais do Nordeste. (Foto: Ascom)

 

 

Mais de dois mil produtores de áreas irrigadas no Vale do São Francisco têm dívidas renegociadas por Ministério e Codevasf

As novas regras operacionais para que produtores rurais de projetos públicos irrigados sob gestão da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) renegociem suas dívidas foram fixadas nesta segunda-feira (13), pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, durante uma agenda de trabalho em Petrolina, da qual também participou a presidente da Codevasf, Kênia Marcelino.

Os débitos contemplados na portaria assinada em Petrolina pelo ministro são relativos a vendas de lotes para titulação e uso de infraestrutura de irrigação, conhecidas como K1. A medida beneficia cerca de 12 mil agricultores atingidos pela seca prolongada em regiões do semiárido, sendo mais de 10 mil produtores em projetos irrigados da Codevasf. O documento regulamenta o artigo 13 da Lei 13.340, de 28 de setembro de 2016.

“Hoje damos mais um passo para garantir a adimplência do produtor rural, para que ele possa ter preservado aquilo que é mais valioso, que é ter seu nome limpo e, dessa forma, possa continuar trabalhando com afinco para fazer o Nordeste e o Brasil crescerem”, destacou o ministro Helder Barbalho.

“É com orgulho que estamos aqui divulgando essa boa notícia para os mais de 2,3 mil produtores que serão beneficiados pela ação nos perímetros irrigados geridos pela Codevasf em Petrolina”, afirmou a presidente da Codevasf, Kênia Marcelino, durante visita ao Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho. “A partir da próxima quinta-feira (16), todos os irrigantes já podem comparecer às superintendências regionais para fazer os cálculos dos seus débitos e, assim, poderem voltar a investir em suas lavouras”, completou Kênia.

Renegociação

A renegociação é válida para parcelas de dívidas vencidas entre 31 de dezembro de 2006 e 31 de dezembro de 2011. Os pagamentos poderão ser quitados até 29 de dezembro de 2017 e os descontos variam de 15% a 95%, considerando o período do débito. “É uma vitória para todos os produtores familiares do projeto porque agora terão mais tempo para renegociar e quitar seus débitos. É uma alegria enorme”, comemorou Cassiano Souza, produtor de uva e manga no N-11 do Nilo Coelho. (Foto: Ascom Codevasf e MIN)

Presidente do BNB vem a Petrolina discutir renegociação de dívidas dos produtores rurais

O presidente do Banco do Nordeste (BNB), Marcos Holanda, participa nesta sexta-feira, 10, pela manhã, em Petrolina, de reunião com produtores rurais para discutir a renegociação de dívidas do crédito rural.

O encontro contará com as presenças do prefeito Miguel Coelho (PSB) e do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB). A reunião acontece no auditório do Sest/Senat, no Bairro KM 2.

Cultura da goiaba deverá ser estimulada em Itacuruba

Produtores rurais de Itacuruba (PE), no Sertão de Itaparica, deverão receber um estímulo para alavancar a cultura da goiaba. O atual prefeito, Bernardo Maniçoba, autorizou o secretário de Agricultura, Onildo Cantarelli, a avançar com a elaboração de projetos a serem desenvolvidos nos próximos anos. Uma das áreas a serem beneficiadas é justamente o plantio da goiaba. O foco é, sobretudo, a geração de emprego e renda no município.

Essa semana, o secretário visitou um projeto já em andamento no município de Mirandiba (PE), Sertão Central, e após conversar com o técnico responsável, enxergou a possibilidade de viabilizar esse projeto em Itacuruba.

Ainda em fase preliminar, a iniciativa deverá contar com apoio do governo municipal, que deverá dar as condições adequadas para o plantio, como a possibilidade de um destino certo à produção.

A fruta deverá ser comercializada para as empresas Tambaú e Palmeiron, para ser usada na produção de doces, geleias e polpas.

“Precisamos gerar renda, trabalho, ocupação e melhorar a qualidade de vida da nossa população. Projetos como esse vão garantir um futuro melhor para nossa gente. Produzida em áreas pequenas, a goiaba fortalece a agricultura familiar na região. Esse é o primeiro passo de uma política de geração de emprego e renda. Aposto na agricultura como meio para afastar o ‘fantasma’ do desemprego em nosso município”, destacou o prefeito.

Resultados

Segundo Onildo, o investimento tem resultados garantidos. “Temos o desafio de mostrar às famílias como qualificar o cultivo e aproveitar o potencial de geração de renda. A ideia é apresentar uma alternativa, uma opção a mais ao agricultor itacurubense”, pontuou. (fonte/foto: Ascom divulgação)

Paulo Câmara dá ‘chá de cadeira’ em trabalhadores rurais no lançamento do programa Chapéu de Palha em Petrolina

Um chá literalmente de cadeira levaram do governador Paulo Câmara (PSB) os quase dois mil trabalhadores rurais de Petrolina que compareceram na manhã desta segunda-feira, 23, para o lançamento do programa Chapéu de Palha da Fruticultura Irrigada versão 2017. Gente que acorda cedo, que nas segundas-feiras vem da zona rural para a cidade para tratar de problemas e resolver a vida cotidiana, por trabalhar no campo e não ter tempo durante a semana.

Pois esse pessoal não pôde cumprir com essa rotina nesta segunda, por ter de estar às 9h30 no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho para participar do evento comandado pelo governador. Mas não se sabe por que e nem como, Paulo Câmara – que daria uma entrevista coletiva à imprensa regional após o lançamento do programa – resolveu conceder entrevista apenas a um veículo de comunicação da cidade.

Paulo veio aparecer mais de 11h no Centro de Convenções e iniciou o evento somente por volta das 11h30, ou seja, com duas horas de atraso. Ficou até parecendo que o único com compromissos no dia era o governador. E só ele. (foto: Ivaldo Reges/divulgação)

Codevasf em Juazeiro continua renegociações do K-1 com produtores rurais do Submédio

Com a prorrogação, para até 30 de setembro, do prazo para renegociação de dívidas da tarifa do K-1 (taxa de uso da água) e de titulação de lotes agrícolas, produtores dos perímetros de irrigação mantidos pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) na região do Submédio São Francisco estão procurando o Setor de Cobranças da 6ª Superintendência Regional (SR) em Juazeiro (BA) para aproveitar as vantagens de parcelamento dos seus débitos.

Poder voltar a investir nos lotes e garantir a propriedade da terra fez o produtor Edilson Passos Gonçalves, que cultiva manga e coco no Perímetro Curaçá, aproveitar a oportunidade para amortizar a dívida, que já se prolongava por seis anos. “Renegociei meu débito em 60 meses, com parcelas acima de R$ 100,00”, informou.

A Codevasf alerta os produtores que, se não regularizarem sua situação até o prazo estipulado, só poderão pagar os débitos vencidos de K-1 e da titulação de lotes com quitação integral. Além disso, os inadimplentes poderão ter suas dívidas executadas na Justiça, o fornecimento de água suspenso e o lote poderá ser confiscado, conforme prevê a nova Lei de Irrigação. O Setor de Cobrança da 6ª SR funciona em horário comercial. Outras informações poderão ser solicitadas pelo telefone (74) 3614-6262.

Produtores rurais do norte da Bahia participam de curso sobre cortes artesanais de caprinos e ovinos

Uma turma de criadores de caprinos e ovinos da região de Juazeiro, norte da Bahia, agentes do Programa Bioma Caatinga, técnicos em zootecnia e outras pessoas ligadas à cadeia produtiva desses animais tiveram o privilégio de observar como são feitos esses cortes. O curso realizado no abatedouro Campo do Gado, em Juazeiro, foi ministrado pelo produtor rural especializado em cortes artesanais e derivados de caprinos e ovinos, Isaías Valim, que mora em São Paulo.

Isaías trabalha com a criação e a venda de bodes e carneiros desde a adolescência e se especializou em cortes para vender seus produtos por um preço melhor. Ele veio à região conhecer projetos ligados à caprinovinocultura local e aceitou o convite de produtores rurais para fazer uma demonstração do que ele faz em São Paulo para agregar valor à carne de bode e carneiro.

Esse curso é muito importante para capacitar o que a gente está produzindo, porque a gente precisa agregar valor nesses cortes. Então, quando eu via, anos atrás, que estava só comercializando carcaças e depois essas carcaças eram desdobradas em cortes, eu pensei: por que não fazer?” disse Isaías. O pai dele foi dono de açougue e ele foi trabalhando dentro do estabelecimento da família para se especializar nesta área. Segundo Isaías, as mesmas peças que existem no boi também existem no carneiro e no bode, e ele foi fazendo os cortes que já existiam no mercado, mas também passou a desenvolver seus próprios cortes. A partir daí começou a vender a carne de caprinos e ovinos por um preço bem melhor que o preço que ele conseguia na carcaça.

Para se ter uma ideia da valorização da carne vendida em cortes, basta fazer a comparação. O quilo da carne de bode ou carneiro é vendido hoje em açougues e supermercados dos municípios assistidos pelo o Programa Bioma Caatinga (Remanso, Casa Nova, Curaçá, Uauá e Juazeiro), como manta salgada ou como carcaça a um preço que varia entre R$ 13,00 e R$ 19,00. Em São Paulo, depois de fazer os corte, Isaías chega a vender o filé mignon, por exemplo, a R$ 150,00 o quilo. O carré é vendido entre R$ 75,00 e R$ 85,00 o quilo. A picanha de carneiro a R$ 55,00 o quilo. O pernil redondo a R$ 45,00 e a paleta a R$ 40,00 o quilo. O corte mais barato é o pescoço, que é vendido a R$ 20,00 o quilo. De um único animal é possível fazer mais de 30 cortes para a alta gastronomia.

Metodologia

Anamaria Ribeiro tem uma empresa de consultoria na área da caprinovinocultura e foi uma das organizadoras do curso. Ela  disse que quer implantar essa metodologia de comercialização na região como uma forma de dar mais poder ao produtor para cobrar um preço melhor por seu produto, como também valorizar o seu trabalho e melhorar a sua condição de vida. “A gente tem aí como produzir melhor aqui pra nossa região e inclusive exportar para outras regiões” destacou Anamaria. (foto: Bioma Caatinga/divulgação)

Codevasf prossegue com renegociação de dívidas dos produtores rurais e do K1

fachada codevasfA diretoria-executiva da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) enviou nota ao Blog comunicando que continuará renegociando, até o próximo dia 29 de julho, as dívidas decorrentes da titulação de lotes nos perímetros de irrigação implantados ou administrados pela Codevasf, e também as dívidas referentes ao K1 (taxa de uso da água).

O atendimento será realizado na sede da 3ª Superintendência Regional da Codevasf, em Petrolina, de segunda a sexta, das 8h às 11h30 e das 14h às 17h. A comissão de negociação orienta os irrigantes que necessitem negociar suas dívidas para se dirigir à sede da Companhia o quanto antes. A Codevasf não se responsabilizará por aqueles que deixarem para os últimos dias e, por falta de tempo hábil, não forem atendidos.

Segundo a assessoria, os irrigantes que não negociarem as dívidas no prazo estipulado e permanecerem inadimplentes estarão sujeitos à suspensão do fornecimento de água, inscrição da dívida no cadastro informativo de créditos não quitados do setor público federal (Cadin) e a perda da concessão do lote, nos termos do artigo 38 da lei nº 12.787, de 11 de janeiro de 2013 (a Lei da Irrigação).

Em protesto contra corte no fornecimento d’água a perímetros, produtores rurais de Petrolândia interditam rodovia

protesto petrolândia produtores

Em novo protesto, um grupo de produtores dos perímetros de irrigação da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) nos Núcleos de Mandantes e Apolônio Sales localizados em Petrolândia (PE), Sertão de Itaparica, bloquearam no final da tarde de hoje (3) a BR-316, nas imediações do acesso ao Canal da Transposição. (mais…)

6ª SR convoca produtores rurais para renegociação de dívidas do K-1 e da titulação de lotes nos perímetros irrigados

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) aprovou os critérios para renegociação das dívidas decorrentes do K-1 (referente à taxa de uso da água) e da titulação de lotes nos perímetros de irrigação implantados ou administrados pela empresa. A data-limite para os interessados procurarem a Companhia e requererem o parcelamento dos débitos termina no dia 1° de junho deste ano.

Os irrigantes que necessitarem negociar suas dívidas devem se dirigir à 6ª Superintendência Regional (SR) da Codevasf em Juazeiro (BA), localizada no bairro Piranga. Para pessoas físicas, os documentos necessários são originais e cópias da Carteira de Identidade (RG), CPF e comprovante de residência do titular do lote. Já as empresas deverão apresentar cópia do Contrato Social, Estatuto ou Ata identificando os atuais representantes legais; e RG e CPF do representante legal ou procurador, quando for o caso.

No local, os interessados (pessoas físicas e jurídicas) irão preencher um requerimento com pedido de parcelamento do débito e acordo de pagamento. Deverão apresentar também uma declaração de inexistência de ação judicial ou de embargos opostos referentes à cobrança em questão. Na existência de ação judicial ou de embargos opostos, o irrigante deve apresentar cópia da petição de desistência e renúncia, protocolizada no respectivo Cartório Judicial. Os modelos de pedido e declaração estão disponíveis no setor de cobrança da 6ª SR Codevasf.

Prazo

Quem procurar a Codevasf depois do prazo de 1º de junho para renegociação das dívidas de K-1 e de titulação dos lotes, só poderá regularizar os débitos vencidos com quitação integral. Aqueles que não renegociarem nem quitarem seus débitos serão inscritos no Cadin (Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal) e estarão sujeitos à cobrança judicial, à suspensão do fornecimento de água e à retomada do lote, na forma estabelecida no artigo 38 da Lei nº 12.787/2013.

Guilherme Coelho comemora aprovação de emendas a MP que propõe renegociação de dívidas dos produtores rurais

Guilherme Coelho Brasília

Quem não esconde a satisfação pela aprovação das emendas, na Comissão Mista do Senado, do texto da Medida Provisória (MP) 707 – que trata essencialmente da renegociação de dívidas dos produtores rurais da região Nordeste – é o vice-prefeito de Petrolina, Guilherme Coelho. Grande empresário do ramo da fruticultura, ele acompanhou presencialmente a votação em Brasília (DF), na manhã de ontem (19), e comemorou.

De acordo com a assessoria do vice-prefeito, entre as emendas aprovadas na sessão está a liquidação e/ou repactuação de dívidas com descontos, uma carência de quatro anos para o vencimento da primeira parcela (2021), e um prazo de até 10 anos para parcelamento das dívidas (novembro de 2030). Na proposta, os juros aplicados ao parcelamento serão de 0,5 a 2,0% ao ano para agricultores familiares, e de 3,5% para os demais produtores rurais. Suspender processos de cobranças judiciais e a criação de um “Seguro Seca” também foram aprovadas na votação.

“Demos um passo importantíssimo para que a produção agrícola no Nordeste ganhe um novo fôlego, mas só vencemos uma etapa. A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Congresso e pelo Senado. É fundamental, para isso, que os agricultores e produtores vistam a camisa, se envolvam e reivindiquem para que o projeto seja votado na íntegra”, defende Guilherme Coelho, conclamando a mobilização de todos.

A Comissão Mista é formada por 26 membros, divididos entre deputados federais e senadores. Tem como presidente o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e como relator o deputado Marx Beltrão (PMDB-AL). Se for aprovada no Congresso e no Senado, a MP ainda passará pela sanção da presidência da república. (foto/divulgação)

Relatório final sobre prorrogação de prazo para renegociação das dívidas de produtores rurais será analisada no Senado nesta quinta

produtor ruralSob a presidência do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), a  comissão mista do Congresso Nacional – responsável pela Medida Provisória (MP) 707/2015 – vai se reunir nesta quinta-feira (14), no Senado, para apreciar o relatório final do deputado Marx Beltrão (PMDB-AL).

Promulgada no final do ano passado, a MP propõe a prorrogação do prazo para a renegociação das dívidas dos produtores rurais e dos contratos de financiamento dos transportadores de cargas. Para o aprimoramento da MP, a comissão mista (CMMPV 707) realizou três audiências públicas em Brasília (DF) e três Ciclos de Debates – em Petrolina (PE), Fortaleza (CE) e Arapiraca (AL), com a participação de representantes dos trabalhadores, do governo e de bancos oficiais. As informações são da assessoria do senador. (foto/reprodução)

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