Surubim dobrou de preço para a Semana Santa deste ano

O consumidor que for à tradicional Praça do Peixe, localizada na Rua Antônio Santana Filho, Centro de Petrolina, vai encontrar um preço salgado do surubim, peixe mais apreciado pelos consumidores petrolinenses. Este ano o pescado está custando R$ 50,00. A espécie vinda do pará é R$ 10,00 mais barata, custando R$ 40,00.

Comparado com o ano passado, o surubim dobrou de preço. A tilápia, que poderia ser uma alternativa mais em conta, também está com um preço bem salgado, com o quilo custando R$ 25,00 em média.

Quem segue a tradição da Semana Santa reclama e diz que são valores abusivos. os consumidores cobram fiscalização do Procon ou Prodecon. Nas feiras livres, muita gente tem dito que pode encontrar os mesmos peixes pela metade do preço que vem sendo cobrado na Praça do Peixe. (Foto: ilustração Internet)

Gás de cozinha fica 9,8% mais caro

A Petrobras aumentou em 9,8%, em média, os preços dos botijões de até 13 kg de gás liquefeito de petróleo para uso residencial (GLP P-13). O reajuste entrará em vigor às 0h de terça-feira (21). O último reajuste realizado pela companhia foi em 1º de setembro de 2015. A empresa alertou que a correção divulgada hoje (17) não se aplica ao GLP de uso industrial.

A Petrobras destacou ainda que as revisões dos preços feitas para as refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, uma vez que, de acordo com a legislação, há liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. “Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, apontou a empresa na nota de informação do aumento.

Pelos cálculos da companhia, se o reajuste for repassado, integralmente, aos consumidores, o preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1% ou cerca de R$ 1,76. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”. Ainda conforme a nota, o ajuste foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos. (Com informações da Agência Brasil)

Motoristas já sentem novo aumento da gasolina em Petrolina


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Após o aumento no preço de combustíveis anunciado pela Petrobras, motoristas petrolinenses já começam a sentir a alta em alguns postos da cidade. O novo aumento foi anunciado na última segunda-feira (5) quando a gasolina sofreu reajuste de 8,1% e o diesel de 9,5%.

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Preço da gasolina e diesel terá redução

combustivelA Petrobras informou nesta sexta-feira (14) que a diretoria executiva da companhia aprovou na véspera a implantação de uma nova política de preços de gasolina e diesel comercializados em suas refinarias.

A companhia decidiu reduzir o preço do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2% na refinaria. Esses preços entrarão em vigor a partir da zero hora de sábado (15).

“Pode-se esperar um maior número de reajustes. A expectativa é que a gente possa fazer uma avaliação mais rápida dos nossos preços“, disse o presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Segundo a petroleira, se a redução aplicada na refinaria for integralmente repassada ao consumidor final, na bomba dos postos, o diesel pode cair 1,8%, ou R$ 0,05 por litro. Já a gasolina pode cair 1,4%, ou R$ 0,05 por litro. A última redução dos preços dos combustíveis foi em junho de 2009. (fonte: G1/foto reprodução)

Grãos de ouro: Preço do feijão ultrapassa R$ 10 em Petrolina e consumidores já buscam alternativas

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Quem foi aos supermercados de Petrolina nos últimos dias  percebeu que o feijão é o assunto do momento e o motivo são os altos preços. Os consumidores que pagavam em torno de R$ 5 pelo quilo do feijão carioca agora terão que desembolsar quase o dobro para levar o mesmo alimento para casa.

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Aumento da gasolina começa a valer nesta segunda-feira. Bahia tem valor mais alto

O governador Rui Costa (PT) informou, na sexta-feira (20), que a nova alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a gasolina entra em vigor nesta segunda-feira (23), e não no dia 1º, como vinha sendo noticiado por revendedores de combustíveis e no meio político, onde o reajuste vem sendo alvo de críticas.

Segundo ele, o percentual de reajuste também estaria sendo divulgado de maneira equivocada. “A alíquota não vai passar de 27% para 30%, como vem se dizendo por aí. O decreto aprovado em 31 de dezembro do ano passado, em outro governo, portanto, estabelece o aumento para 28%, de um ponto percentual apenas”, disse Costa.

O governador disse que não é culpa do governo estadual o fato de a Bahia ter a gasolina mais cara do país. “Estão tentando jogar para o governo a culpa por um problema que não é dele. Diversos estados brasileiros cobram 28%, outros cobram 30%, e tem a energia mais barata que a nossa”, afirmou Rui Costa.

Ele alegou que o alto custo do combustível por aqui se deve mais à margem aplicada pelos distribuidores e revendedores que ao imposto cobrado pelo estado. “É muito simples se comprovar isto, basta que se pegue uma planilha de custos e se compare a diferença entre o preço do combustível vendido pela Petrobras e o preço que é cobrado nas bombas para o consumidor”, disse.

Além do argumento de que o estado arrecadaria menos que outros, o governador apelou para as dificuldades financeiras deste ano. Segundo ele, nos dois primeiros meses de 2015, a arrecadação estadual apresentou uma queda “bastante significativa” na comparação com o mesmo período do ano passado. “Eu estou pedindo a colaboração dos outros poderes, do Judiciário, do Legislativo, do Ministério Público, para que todo mundo aperte o cinto, porque a situação do estado é difícil”, avaliou. As informações são do Correio da Bahia.

Preço da cesta básica cai em Juazeiro e valores sobem em Petrolina

Cesta básicaO Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) divulgou a pesquisa sobre o valor da cesta básica no mês de fevereiro. O que chama a atenção nesse último levantamento é que os preços caíram em Juazeiro, mas os produtos ficaram mais caros em Petrolina. Na cidade baiana houve deflação de 2,61%, do lado pernambucano os preços registraram uma inflação de 0,10%.

Os números são resultado de uma comparação com o mês de janeiro. Entre os produtos mais caros, está o tomate, que sofreu aumento de 21,5% em Petrolina e 8,98% em Juazeiro. Os problemas na produção e a redução da área plantada resultaram numa oferta insuficiente para atender a demanda, assim o preço do item acabou subindo. Óleo de soja e feijão carioca também tiveram acréscimo no preço.

O custo da cesta básica em Juazeiro foi de R$ 251,06. Ainda de acordo com a pesquisa, a cidade baiana rompeu a sequência de alta nos preços que vinha acontecendo desde o mês de outubro do ano passado. Em Petrolina, os consumidores gastaram R$ 270, 88 na compra de alimentos, e a alta nos preços é mantida, mas com menor força.

A pesquisa de custo da cesta básica é realizada mensalmente. O boletim está disponível para acesso na página eletrônica da Facape.

A partir de 2015 preço da energia poderá sofrer variação mensal

energia eletricaA partir de 1º de janeiro de 2015, o preço da energia pode variar mês a mês, porque passará a ser adotado um sistema de bandeira tarifária, que tem a finalidade de repassar imediatamente ao consumidor a alta do preço da energia praticada no mercado. Por exemplo, quando os reservatórios das hidrelétricas estiverem com pouca água e as térmicas produzindo uma energia mais cara, como está ocorrendo agora, esse adicional passará a ser cobrado na conta do cliente no mês seguinte.

As bandeiras serão verde, amarela ou vermelha. A aplicação delas será definida pelos representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema (ONS) e vale sempre para o próximo mês. “Na bandeira vermelha, serão adicionados R$ 3,00 para cada 100 quilowatt-hora (kWh); na amarela deve ocorrer um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kWh e na verde não terá acréscimo. Esses são os preços que devem vir em janeiro. No final de dezembro, serão definidas as bandeiras de janeiro e assim sucessivamente”, argumenta a diretora da consultoria C & T Energia, Conceição Cavalcanti.

Mas qual a vantagem da adoção desse sistema para o consumidor residencial? “A vantagem é para a distribuidora de energia, que passará a receber logo o que antes só chegava no reajuste anual”, responde o consultor da Excelência Energética, Josué Ferreira.

Atualmente, as distribuidoras de energia têm um reajuste anual no qual entram todas as despesas que as distribuidoras tiveram a mais para entregar energia na casa do consumidor. Por exemplo, este ano a energia ficou mais cara por causa da produção das térmicas. Com as bandeiras, as despesas extras das distribuidoras entrarão na conta do cliente no mês seguinte.

Um dos objetivos do governo federal ter adotado esse sistema é o fato de que o impacto da energia alta deste ano acabou fazendo com que as distribuidoras recorressem a empréstimos para pagar a alta do preço da energia. Elas pediram emprestado mais de R$ 10 bilhões e já há consultoria alegando que esses financiamentos vão resultar num reajuste de mais de 7% na conta de energia, quando for calculado o percentual do próximo ano. Há especialistas que acreditam que esse impacto será maior, porque o consumidor não vai pagar só o empréstimo, mas também os juros dos financiamentos.

O cliente residencial terá que se preparar para o sistema da bandeira tarifária e passar a monitorar mensalmente o preço que foi definido pela Aneel”, aconselha Conceição. O preço será publicado no site da Aneel (www.aneel.gov.br)

Alta

Em 2015, a expectativa é de que o preço da energia no mercado continue em alta, porque o governo federal deve manter as térmicas funcionando para encher os reservatórios das principais hidrelétricas do País. Os reservatórios das hidrelétricas do Centro-Oeste e Sudeste estavam armazenando apenas 18,4% da sua capacidade no mês passado. As duas regiões respondem por 70% das hidrelétricas. Em outubro de 2001, os reservatórios das duas regiões estavam com 21% da sua capacidade. No ano seguinte (2002), ocorreu um racionamento de energia que levou muitas empresas a não funcionarem nos dias úteis. (fonte: JC online)

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