Banana, tomate e farinha impulsionam elevação do valor da cesta básica em Petrolina e Juazeiro, aponta pesquisa

Pesquisas realizadas pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), no Índice da Cesta Básica (ICB), contataram que os preços dos produtos alimentícios voltaram a subir em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) no mês de fevereiro, resultando no aumento da inflação de 0,91% na região.

Tomate, banana, café em pó e farinha de mandioca foram os produtos que tiveram maiores altas de preços, segunda a pesquisa. A redução na quantidade e a piora na qualidade do tomate e do café, devido a fatores climáticos, fez com que os preços médios se elevassem. Já no caso da banana e da farinha, o aumento do preço foi por causa da pouca oferta e da maior demanda dos produtos.

A pesquisa ainda constatou que o feijão carioca, o leite integral e a carne, tiveram redução de preço no mês do Carnaval. O feijão carioca se mantém com preços abaixo da média, por redução de demanda. O leite também apresenta no mercado valores mais baixos. A carne sugere as mesmas características, com preço inferior ao dos últimos meses que já é sentido pelos frigoríficos, onde sentem a redução da demanda devido aos altos preços praticados por um longo período.

Segundo a pesquisa apresentada pelo colegiado da Facape, em Juazeiro o custo da cesta básica no mês de fevereiro foi de R$ 315,98 e em Petrolina, de R$ 317,63.

Perfil do turista que vier brincar Carnaval em Petrolina será conhecido por meio de pesquisa realizada pela Prefeitura e UPE

A Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes de Petrolina, através da Diretoria de Turismo, e com apoio da Agência do Empreendedor (AGE), firmou parceria com a Universidade de Pernambuco (UPE) para realização de uma pesquisa que visa a identificar o perfil do folião que vier brincar o Carnaval na maior cidade do Sertão, um dos polos oficiais da festa em Pernambuco. A pesquisa também irá fazer um levantamento socioeconômico dos ambulantes que irão trabalhar no Carnaval.

A parceria entre o município e a UPE para a realização desse diagnóstico foi definida durante reunião que aconteceu nesta quarta-feira (22), no Campus Petrolina. No encontro ficou acordado que a avaliação será aplicada durante os dias de festa pelos alunos do curso de Matemática e Nutrição da instituição, através de amostragem com consumidores e mais de 120 ambulantes que estarão localizados no principal corredor da folia, na Rua Joaquim Nabuco, Centro da cidade.

Segundo a professora Nancy Lima Costa, coordenadora do curso de matemática, os alunos terão uma excelente oportunidade de colocar em prática o que é visto em sala de aula. “A participação dos nossos alunos nesse projeto é muito importante para o aprendizado, já que eles irão a campo coletar dados. Eles saem da sala de aula para aplicar p que estão aprendendo na prática”, explicou a coordenadora.

Para Marcus Pamponet, diretor de Turismo do município, a pesquisa é essencial para nortear as ações da prefeitura. “Estamos muito felizes em estabelecer essa parceria com a UPE, que muito contribuirá com a criação de um referencial do perfil dos turistas presentes no período do Carnaval e principalmente nos estudos econômicos. O resultado servirá para o nosso planejamento estratégico nos próximos eventos. Isso é importante para o desenvolvimento da nossa cidade”, relatou Marcus. (Foto: Ascom)

Pesquisa inédita apresenta potenciais e dificuldades das indústrias do Sertão do São Francisco

O Conselho Empresarial da Unidade Regional do São Francisco (URSF) da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) apresentou, na quarta-feira (15), em Petrolina, um mapeamento com o perfil das indústrias da região do São Francisco, seus potenciais e dificuldades. Durante a reunião, que contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade do município, Eduardo Carvalho, o analista do Núcleo de Economia e Negócios Internacionais da Fiepe, Thiago Lima, detalhou o estudo inédito que começou com uma pesquisa em agosto do ano passado.

A pesquisa ‘Mapeamento das Indústrias da Região do São Francisco Pernambucano’ analisou o ambiente industrial e identificou as empresas situadas nas cidades de Petrolina, Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó e Santa Maria da Boa Vista. A amostra foi realizada com 259 indústrias de um universo de 859.

Entre as principais informações do estudo, o Conselho Empresarial da URSF destacou um crescimento entre o ano de 2010 a 2015 com aumento de 40,9% no número de estabelecimentos industriais. Contudo, do ano de 2014 para 2015 foi registrado queda de 3,4%, fato que pode estar relacionado a má conjuntura econômica nacional. Os subsetores industriais que mais perderam empresas foram: construção civil, metalurgia, borracha, material de transporte, indústria química, fumo e couro.

De acordo com Thiago Lima, a região possui uma boa cultura exportadora presente no agronegócio e isso pode contribuir para melhorias das exportações industriais em outros setores. “Ainda é preciso buscar melhorias da eficiência industrial, enquadramento dos produtos aos padrões internacionais, acesso a crédito e capacitações voltadas ao comércio exterior. Para isso, se faz necessário realizar uma política industrial local pautada na aproximação das instituições para que se aproveite integralmente o efeito sinérgico da cooperação na inovação, eficiência produtiva, novos mercados e qualidade de vida industrial”. O analista afirmou ainda que o “Sistema Fiepe tem potencializado suas ações para o desenvolvimento industrial local e no fomento de novas parcerias que visam o crescimento da região”.

Prioridades

Ainda durante a reunião, o diretor da Unidade Regional do Sertão do São Francisco da Fiepe, Albânio Nascimento, entregou um documento ao secretário Eduardo Carvalho com as prioridades da indústria em Petrolina para o setor de urbanismo e sustentabilidade. Participaram também do encontro o secretário de Segurança do município, José Silvestre Junior; a secretária executiva de Urbanismo, Taisa Gueiros; e o secretário executivo de Serviços Públicos, Frederico Machado. (fonte/foto: CLAS Comunicação)

Pesquisa aponta aeroporto do Recife como o segundo melhor do Brasil

O Aeroporto Internacional dos Guararapes – Gilberto Freyre, no Recife (PE),  foi escolhido como o segundo melhor do Brasil no ano de 2016. A informação foi divulgada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, através da Pesquisa Permanente de Satisfação do Passageiro, trabalho referente ao quarto trimestre do ano passado. No resultado final, o terminal recifense ficou apenas atrás do Aeroporto Internacional de Curitiba/Afonso Pena, no Paraná.

A pesquisa, realizada entre os meses de outubro, novembro e dezembro de 2016, avaliou o índice de satisfação dos passageiros, tanto estrangeiros quanto domésticos, em relação aos serviços prestados nos aeroportos brasileiros em 37 indicadores, que correspondem a aspectos de infraestrutura aeroportuária, facilidades ao passageiro, órgãos públicos, companhias aéreas e transporte público. Em uma escala que varia de 1 a 5, o terminal do Recife adquiriu a média 4,54, apenas atrás do aeroporto de Curitiba, com 4,72, e a frente do de Brasília (DF), que obteve média 4,44 e ficou em terceiro lugar no ranking.

“Nos últimos anos, sempre estivemos entre os três melhores aeroportos do País de acordo com as pesquisas desenvolvidas pelo Ministério dos Transportes. É a prova de que nossos serviços estão dando certo e nos aponta para a necessidade de continuar indo em busca de cada vez mais melhorias para manter nosso terminal operando de forma satisfatória para os passageiros”, declarou o secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras.

No trabalho recente, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil registrou que nove em cada dez passageiros avaliaram como “bons” ou “muito bons” os aeroportos nacionais. Foram entrevistadas 14.085 pessoas nos 15 terminais que movimentam 80% dos viajantes. Ainda de acordo com a pesquisa, os índices em que o aeroporto recifense mais se destacou foram no tempo de fila na inspeção de segurança e na cordialidade e prestatividade dos funcionários da inspeção de segurança, com médias de 4,54 e 4,53, respectivamente. (Fonte/foto: Imprensa Governo do Estado)

Salários dos brasileiros devem ter apenas 0,4% de ganho real em 2017, diz pesquisa

Os brasileiros não devem ter aumentos salariais significativos em 2017, com uma previsão de crescimento real de apenas 0,4%, segundo pesquisa da Korn Ferry, por meio da divisão Hay Group.

Apesar do resultado “tímido”, o índice do Brasil é melhor do que em 2016, quando houve uma redução de 1,2% nos salários reais. O índice brasileiro fica bem atrás da média global, que registra ganhos de 2,3% nos salários reais.

Segundo a pesquisa, ainda não é possível identificar a recuperação do poder de compra do trabalhador no Brasil. As razões são um mercado ainda em transição, a instabilidade econômica e política e também alta volatilidade da inflação.

A América Latina não apresentou bons resultados por causa da inconstante inflação na região (10,9%). O aumento real nos salários, de forma geral, deve ser em torno de 1,1%. O destaque negativo é a Argentina com redução em 12,5% nos salários reais. (fonte: G1)

Facape apresenta produtos que pesaram para aumento da cesta básica em 2016

A Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) divulgou dados de sua nova pesquisa, realizada pelo curso de Economia, que avalia o Índice da Cesta Básica (ICB) no Vale do São Francisco. De acordo com os resultados da análise, dezembro de 2016 apontou inflação de 0,44% nos produtos comercializados em Juazeiro (BA) e deflação de 1,63% em Petrolina (PE). O preço médio do leite integral, feijão, arroz, café, açúcar, óleo de soja e manteiga teve forte aumento no ano passado. Para o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), esses aumentos estão ligados à redução da área plantada, instabilidade climática, dificuldades da produção, maiores custos de produção, aumento da demanda externa e maior demanda para produção de biocombustíveis, respectivamente.

Considerando as duas cidades juntas, a deflação no período foi de 0,64%. Já durante todo o ano de 2016, Juazeiro e Petrolina apresentaram inflação de 6,32% e 6,58%, respectivamente. Comparado com 2015, no ano passado houve uma inflação ainda alta, porém bem menor que a do ano anterior. Em 2015, os valores foram de 16,33% em Juazeiro e 11,86% em Petrolina.

Ainda segundo a pesquisa, o preço do tomate pesou menos no bolso do consumidor. Isso se deveu à grande disponibilidade do produto no mercado, fazendo com que os preços reduzissem em comparação ao ano anterior. Segundo o DIEESE, o custo da cesta básica aumentou em todas as capitais estudadas. A maior alta anual ocorreu em Rio Branco (AC), com 23,63%, e a menor no Recife (PE), com 4,23%. Porto Alegre (RS) fechou 2016 com o maior custo da cesta básica no Brasil – R$ 459,02. A capital pernambucana registrou o menor preço encontrado – R$ 347,96. Em Juazeiro, o custo no mês de dezembro da cesta básica foi de R$ 313,47, e em Petrolina de R$ 319,22.

SAC de Juazeiro vai passar por pesquisa para medir qualidade do atendimento

A Secretaria da Administração do Estado (Saeb) começou a aplicar uma pesquisa para avaliar o grau de satisfação dos usuários com a qualidade dos serviços prestados pela Rede SAC. Inicialmente, o levantamento engloba 15 unidades situadas na capital e em municípios da região metropolitana. A pesquisa é realizada por amostragem, com aplicação de 5.497 questionários em usuários do SAC.

Mas o Governo da Bahia já confirmou que os postos do SAC do interior (inclusive em Juazeiro) também serão avaliados. A data para que a pesquisa se inicie, no entanto, ainda vai depender de um cronograma elaborado pela Seab. A metodologia utilizada é a de Análise de Incidentes Críticos, que busca identificar a primeira lembrança do usuário sobre um determinado serviço, aplicando o questionário logo após o atendimento. Assim, o SAC acaba tendo nas mãos uma listagem de comportamentos desejáveis ou indesejáveis.

Reprovação ao Governo Temer vai a 46%, aponta pesquisa

temer

A reprovação ao governo do presidente Michel Temer subiu de 39% em setembro para 46% em dezembro, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira (16).

A aprovação ao governo ficou em 13%, ante 14% em setembro, segundo levantamento.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre 1º e 4 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (fonte: Reuters/foto: arquivo reprodução)

Feijão, tomate e leite apresentam queda de preço na cesta básica

cesta básicaUma boa notícia para os consumidores que irão aos supermercados neste final de ano: segundo pesquisas do Índice da Cesta Básica (ICB) em Petrolina, a cesta básica apresentou, no mês de novembro, deflação de 4,77% em comparação com outubro.  A pesquisa foi realizada pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).

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Datafolha: Lula lidera intenções de voto para 2018, mas Marina venceria no segundo turno

marina silvaUma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal ‘Folha de S.Paulo’, apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018.

Veja o resultado:

Lula (PT): 25%

Marina Silva (Rede): 15%

Aécio Neves (PSDB): 11%

Jair Bolsonaro (PSC): 9%

Ciro Gomes (PDT): 5%

Michel Temer (PMDB): 4%

Luciana Genro (PSOL): 2%

Ronaldo Caiado (DEM): 2%

Eduardo Jorge (PV): 1%

Branco/nulo: 20%

Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro.

Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%.

No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Segundo turno

A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, conforme o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%.

Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%. (fonte: G1/foto reprodução)

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