Vídeo Blog: Trabalhadores da Pedreira Pau D’arco pedem ajuda ao prefeito Miguel Coelho

Trabalhadores da Pedreira Pau D’arco apelam a prefeito Miguel Coelho: “Nos ajude”

Os 50 homens que dependem da Pedreira Pau  D’arco, no Serrote Pelado, zona rural de Petrolina, para sobreviverem, tiveram uma surpresa nada agradável após o protesto que a comunidade fez na Câmara de Vereadores na última terça, 13. Num vídeo postado nas redes sociais, um dos trabalhadores faz apelo e pede ajuda especial ao prefeito Miguel Coelho (PSB).

“Estávamos em nossa manifestação, buscando ajuda na Câmara e quando chegamos nos deparamos com a pedreira fechada com todas as nossas ferramentas dentro. A gente faz um apelo que resolvem isso. Desde o carnaval que estamos impedidos de exercer a nossa atividade. Eu faço um apelo à justiça, ao prefeito para resolver nossa situação. Prefeito, nos ajude. Somos 50 pais de famílias dependendo desse trabalho para a nossa sobrevivência”, disse um dos trabalhadores em vídeo que circula pelas redes sociais.

Um projeto de lei dos vereadores, Ronaldo Cancão (PTB) e Gabriel Menezes (PSL) pode entrar em pauta na sessão da Câmara desta quinta, 16, criando a profissão de extração de pedra no município. Com a lei, as famílias do Serrote Pelado estarão legalmente cobertos, sem riscos de deixaram sua atividade profissional e de sobrevivência.

Famílias do Serrote Pelado apelam a vereadores para manter atividade em pedreira

A polêmica criada em torno de uma das pedreiras da comunidade do Serrote Pelado, zona rural de Petrolina, chegou nesta terça, 14, na Câmara de Vereadores do município. Famílias que há quase 60 anos sobrevivem da atividade de extração de pedras, agora se dizem ameaçadas de não poder mais exercer a profissão. Com cartazes nas mãos, os moradores cobraram apoio dos vereadores para defenderem a sobrevivência de mais de 50 famílias que vivem da atividade.

“Nós esperamos que os vereadores nos apoiem. Lá os donos estão querendo fechar a pedreira. Nosso maridos estão em desespero, pois essa é a unica atividade que garante nossa sobrevivência. Só queremos esse reconhecimento. Pagamos R$ 100,00 por mês que da um total de R$ 5 mil mensal para continuarmos trabalhando. É caso de sobrevivência“, disse Marilene Dias, moradora do Serrote Pelado.

Dois vereadores estão discutindo diretamente com as famílias, Gabriel Menezes (PSL) e Ronaldo Cancão (PTB). Cancão é autor de projeto de lei que reconhece a pedreira como atividade profissional. “Primeiro vamos garantir o local de trabalho dessas famílias para que elas possam se organizar. Uma atividade de mais de 60 anos que ainda não tem reconhecimento”, considerou o petebista.

Para Gabriel, o importante é estar junto com as famílias e prestar o apoio necessário para manter a atividade deles. “Essas pessoas não estão pedindo nada mais do que o direito de continuar trabalhando. De ter amparado de forma legal a sua profissão e ter as condições de trabalho necessárias. Por poe isso subscrever o projeto do colega Ronaldo Cancão, por ser da mesma luta e para  reconhecer a luta dura dos trabalhadores de pedra de nossa cidade”, assinalou Gabriel.

Moradores de Serrote Pelado protestam na Casa Plínio Amorim por permanência de pedreira na comunidade

Após interditarem a BR-428 na última semana, moradores da comunidade de Serrote Pelado, zona rural de Petrolina, protestam, neste momento, na Casa Plínio Amorim.  O motivo da reivindicação é a permanência de uma pedreira na comunidade, segundo eles, única fonte de renda para os moradores.

Extrair pedra é o nosso único meio de sobrevivência”, diz frase escrita num cartaz segurado por uma moradora. “Nossos filhos só terão um futuro se tivermos um lugar para trabalhar”, ressalta outro cartaz. Eles querem um posicionamento dos vereadores da Casa.

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