Após aprovação de pauta, sindicato dos comerciários de Petrolina enviará documento a patronato no dia 28/01

Será encaminhado neste sábado (28) aos sindicatos representantes da classe empregadora um documento com os itens aprovados em assembleia realizada na última sexta-feira (20), pela direção do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Petrolina (Sintcope). A expectativa é que a negociação resulte num consenso, sem perdas para os trabalhadores, até o dia da data-base da categoria (1º de março).

Centenas de comerciários participaram da assembleia geral extraordinária da categoria, que dá início à campanha salarial 2017. Durante o encontro, realizada na Sociedade 21 de Setembro, Centro da cidade, os comerciários aprovaram os chamados itens econômicos. A proposta que será negociada com os patrões é um piso salarial de R$ 1.100 (o atual é R$ 972) e um reajuste de 10% para o trabalhador que recebe acima do piso da categoria.

Ficou definido ainda um piso salarial de R$ 1.360,70 para o motorista entregador (hoje de R$ 1.237,00). Os valores das diárias de viagem ficaram em R$ 70 (com pernoite) e R$ 50 (dia). A remuneração para os domingos e feriados trabalhados (quando os estabelecimentos estão abertos em atendimento aos clientes) foi definida em R$ 35 a diária, mais R$ 15 de lanche.

Dos itens aprovados, a única novidade em relação à convenção coletiva atual é a implantação de vale-alimentação no valor de R$ 12/dia. As informações são da assessoria. (foto/divulgação)

Trabalhadores da construção civil de Petrolina voltam a ameaçar greve se patronato não apresentar contraproposta para categoria

funcionários sinticon petrolinaOs trabalhadores da construção civil em Petrolina reforçaram a ameaça de paralisar as atividades, caso a classe patronal não apresente uma contraproposta para os funcionários.

A decisão saiu numa assembleia realizada, semana passada, pelo sindicato que representa a categoria – o Sinticon. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 15%, almoço em todos os canteiros de obras e café da manhã regional, além de tíquete-alimentação no valor de R$ 150,00. Sem esses itens, o Sinticon deve anunciar greve no setor.

Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil discutirá em assembleia campanha salarial e possibilidade de greve

sinticon

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Petrolina (Sinticon) irá realizar uma assembleia, na próxima quarta-feira (11), para discutir a campanha salarial da categoria e a possibilidade de uma greve. A reunião será na sede do Sinticon, no bairro Antonio Cassimiro (Rua 1, n°11).  Segundo a direção da entidade, o patronato se nega a discutir a pauta de reivindicações dos trabalhadores, aprovada no último dia 24 de setembro.

As principais reivindicações do Sinticon e dos trabalhadores são as seguintes: reajuste salarial de 15%; almoço em todos os canteiros de obras e café da manhã regional; ticket-alimentação no valor de R$150,00; e hora a 100% aos sábados.

Apoiam a luta do Sinticon o Movimento luta de classes (MLC) e a Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário do Norte-Nordeste (FETICOMNONE).

Trabalhadores rurais do Vale do São Francisco conseguem reajuste salarial

strOs trabalhadores rurais do Vale do São Francisco fecharam acordo com a classe patronal e conseguiram um aumento de 9,1% no piso salarial. Com a decisão, anunciada ontem (4), mais de 120 mil trabalhadores da hortifruticultura passarão a receber R$ 816 (anteriormente o salário era de R$748); Incluindo um acréscimo de R$ 31,56 para irrigante e R$ 61,12 para tratorista em seus salários; Proibição de trabalho após ocorrência de chuvas; Manutenção das conquistas da Convenção anterior.

Vale ressaltar que os pagamentos, já com o aumento, serão pagos referente a 1º de janeiro, data base da Convenção Coletiva dos Trabalhadores (CCT). A diferença não recebida, será paga no próximo salário.

A convenção teve um ganho real, mais do que nos outros anos, a primeira vitoria foi a não retirada dos direitos e conseguimos isso por causa da mobilização dos trabalhadores da base, que estavam prontos para o que fosse preciso. E vamos nos planejar mais para que nossos direitos, que estão na CCT, sejam mantidos, zelados e cumpridos”, contou o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina, Francisco Pascoal ‘Chicôu’. (foto/divulgação)

Trabalhadores e patronato da hortifruticultura do Vale do São Francisco não chegam a acordo em Convenção Coletiva

20150128_110258Mesmo após muita discussão, representantes do patronato e dos trabalhadores da hortifruticultura do Vale do São Francisco não conseguiram chegar a um acordo durante a 21ª Convenção Coletiva em mais uma rodada de negociações, ontem (28), no auditório de um hotel da Orla de Petrolina.

A proposta apresentada pelo patronato inclui piso salarial de R$812,00; a permanência das 2 horas para recebimento do salário; Além do acréscimo de 7,5% em cima do salário da categoria, que pode variar por empresa. Todos os itens foram rejeitados pelo STR.

As discussões seguem nesta quinta-feira (29), quando os trabalhadores apresentarão suas contraproposta. (foto: Ascom STR/divulgação)

Representante do STR Petrolina não descarta greve na fruticultura irrigada se pauta não avançar

simone paim_640x480A diretora de política salarial do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Petrolina, Simone Paim, admitiu a possibilidade de uma greve na fruticultura irrigada, após um impasse com a classe patronal durante a rodada de negociações acerca da pauta de reivindicações da categoria para 2015.

Em entrevista ao programa ‘Manhã no Vale’, da Rádio Jornal, Simone afirmou que as conversas estavam sendo satisfatórias até ontem (26), quando o patronato decidiu “impor” alguns itens.

Um deles é a implantação do banco de horas, que na visão da sindicalista traz prejuízos aos trabalhadores porque estes vão apenas tirar folga pelas horas extras, ao invés de receber em dinheiro. Outra proposta rejeitada pela categoria é o trabalho aos domingos e feriados, sem direitos em troca.

Simone disse ainda que o STR também se mostrou contra o fato de os empresários do setor quererem se recusar a receber atestados médicos concedidos por especialistas que não sejam o médico da empresa. “Isso é um absurdo. Os trabalhadores não querem adoecer, e só adoecem pelas próprias condições de trabalho”, afirmou.

A sindicalista disse estar alertando os trabalhadores nas empresas sobre a “situação crítica” nas negociações, mas frisou acreditar que na próxima rodada, amanhã (28), o consenso possa prevalecer. Ela deixou claro também que o STR não quer a greve, no entanto argumentou que num debate como esse “apenas uma parte saia no lucro”. “Não queremos ver 20 anos de convenção coletiva jogada no lixo. Esperava-se um pouco mais de sensibilidade da classe patronal. Não é justo com a economia do Vale do São Francisco, que é uma referência na produção de frutas e na mão de obra qualificada”, pontou. A pauta foi construída em conjunto com entidades sindicais de Pernambuco e Bahia.

Em assembleia, trabalhadores rurais de Petrolina aprovam pauta de reivindicações e patronato deve enviar contraproposta esta semana

pauta STR Petrolinasimone paimCom uma grande presença de associados ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Petrolina, foi aprovada ontem (7), numa assembleia geral extraordinária realizada no Sest/Senat, a pauta de reivindicações da categoria para este ano, que integrou a 21ª Campanha Salarial dos Trabalhadores da Hortifruticultura do Vale do São Francisco.

A diretora de Política Salarial do STR Petrolina, Simone Paim, comemorou o saldo positivo do encontro. “Foi muito boa a participação em massa dos trabalhadores do Vale do são Francisco, principalmente os de Petrolina. O evento foi durante todo o dia, como divulgamos, e tivemos os torneios, houve várias premiações, shows musicais. Tudo ocorreu na maior tranquilidade, foi um dia de também de lazer para os trabalhadores” destacou.

Representantes da Federação dos Trabalhadores em Agricultura no Estado de Pernambuco (Fetape), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e de outros sindicatos do estado, que foram convidados, também prestigiaram o evento.

Em relação à pauta, são 79 cláusulas, entre elas as que terão uma atenção maior por parte do STR, como o piso salarial de R$ 855,00 para a categoria; a proibição do contrato Safra; a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais; cesta básica para o trabalhador; salário de R$1.740,00 para os tratoristas e irrigantes; e garantia do horário “in itinere”. O próximo passo é o envio do documento à classe patronal do Vale, o que deve acontecer ainda esta semana. Após o patronato reenviar sua contraproposta, será marcada a data para a primeira reunião de negociação. (fonte: Ascom STR/fotos: Ricardo Rodrigues)

O que abre e fecha no Dia do Comerciário em Petrolina

centro petrolina Copa_640x360Quem tiver alguma compra a fazer em Petrolina deverá aproveitar este final de semana, já que as lojas estarão fechadas no Centro da cidade e também no River Shopping, na próxima segunda-feira (17), em virtude do Dia do Comerciário.

A data faz parte de um acordo firmado entre o Sindicato da categoria e o patronato local

Em relação ao River, vale ressaltar que o Hiper Bompreço e o Expresso Cidadão também estarão fechados. Abre apenas a praça de alimentação e lazer, das 12h às 22h.

 

Trabalhadores e patronato da hortifruticultura do Vale do São Francisco chegam a um acordo e assinam Convenção Coletiva

02Depois de muitas discussões, finalmente foi assinada a convenção coletiva entre os representantes do patronato e dos trabalhadores da hortifruticultura do Vale do São Francisco dos estados de Pernambuco e Bahia. As negociações, que foram iniciadas na semana passada, tiveram como objetivo garantir melhorias para os assalariados rurais.

Na ocasião foi discutida a pauta de reivindicação dos trabalhadores, aprovada em assembleia, que teve como principal ponto o novo salário-base – entre outros benefícios.

Participaram das negociações representantes a Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco (Fetape), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Federação dos Trabalhadores Rurais da Bahia (Fetag Bahia), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) – além dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais (STRs) de Petrolina, Belém do São Francisco, Lagoa Grande e Santa Maria (por Pernambuco), e  Juazeiro, Curaçá, Abaré, Casa Nova, Sobradinho e Sento-Sé (pela Bahia).

Para o presidente do STR Petrolina, Francisco Pascoal (Chicôu), apesar da categoria necessitar de mais benefícios, o acordo  deste ano com o patronato foi positivo. “Conseguimos avançar a garantir a manutenção das conquistas dos anos anteriores. Mas vamos lutar pra que no próximo ano a gente consiga avançar mais”, destacou Chicôu.

Os itens da 20ª Campanha Salarial aprovados foram os seguintes:

*Salário-base R$ 748, retroativo à janeiro de 2014;

*No dia de pagamento de salário o trabalhador será liberado duas horas antes;

*Em casos de internação hospitalar dos filhos, os trabalhadores terão três dias para acompanhar os filhos e os demais dias serão compensados;

*O contrato de safra só poderá ser feito até cinco meses depois desse período. O trabalhador será efetivado;

*Pagamento do dobro da diária aos domingos e feriados acrescido de folga;

*O trabalhador vai poder reivindicar do patrão a inclusão das horas initinere (tempo de descolamento casa/trabalho). As informações são da assessoria do STR Petrolina. (Foto: divulgação)

Trabalhadores rurais da região aprovam pauta de reivindicações para 2014

aprovação da pauta BA PEO Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina (STR) aprovou a pauta de reivindicações na 20ª campanha salarial da categoria, para 2014. De acordo com o presidente do STR, Francisco Pascoal Chicôu, o documento tem mais de 90 cláusulas e será entregue à classe patronal.

Entre os itens que serão levados à mesa de negociações com o patronato da região um salário de R$ 812 e reajuste de 16% para os funcionários de empresas rurais que já ganham acima do mínimo, a partir de 1º de fevereiro deste ano; pagamento do vencimento até o segundo dia útil do mês; garantia de cesta básica; fim do contrato de safra, manobra que permite que o trabalhador fique sem seguro desemprego; extinção do trabalho aos sábados, domingos e feriados; transformação das horas do trajeto de casa para o trabalho (in intinere) como horas-extras ou inclusão das mesmas na jornada diária dos trbalhadores. (Foto: Ascom STR/divulgação)

STR Petrolina denuncia patronato por descumprir acordo coletivo e pode até acionar Ministério do Trabalho

STR PetrolinaA diretoria provisória do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) em Petrolina reuniu no último final de semana mais de 40 delegados sindicais. O objetivo foi fazer uma capacitação com o grupo para esclarecer o papel dos delegados no ambiente de trabalho e reforçar a importância do cumprimento da Convenção Coletiva que, segundo o STR, vem sendo desrespeitada.

A entidade revela que os delegados sindicais vêm sendo perseguidos pelo patronato por tentarem garantir os direitos dos trabalhadores assalariados firmando na convenção. Alguns chegaram a ter a gratificação cortada.

O Sindicato denuncia também outros desrespeitos por parte das empresas agrícolas (aplicação de agrotóxicos com os trabalhadores ainda na área, superlotação do ônibus que transportam os mesmos, transporte irregular, não repasse ao STR do desconto feito na folha de pagamento dos trabalhadores referente à contribuição sindical). Segundo nota da assessoria do STR, o presidente interino, Francisco Pascoal ‘Chicôu’, vai cobrar das empresas o cumprimento do acordo coletivo. Se ainda assim os problemas continuarem, ele já anunciou que vai acionar o Ministério do Trabalho.

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