Sede do SETAF em Juazeiro é ocupada por integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens

Cerca de 200 atingidos do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) ocupam a sede do Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), em Juazeiro (BA), desde às 9h de hoje (14). A ação marca o “Dia Internacional de Luta contra as Barragens”, e neste 14 de março o MAB completa 26 anos de lutas e conquistas. O grupo exige a abertura de um diálogo direto com o Governador Rui Costa para a negociação de pauta estadual de reivindicações.

Segundo o MAB, a pauta vêm sendo discutida com o governo do estado desde 2015, sem avanços significativos. Entre os principais pontos da pauta estão a garantia de acesso à saúde e educação de qualidade à população dos municípios atingidos por barragens, bem como acesso à água e energia; além da suspensão dos projetos de barragens no estado da Bahia, em especial a PCH Caiçara, Gavião, Arrodiador, na região Oeste e Riacho Seco e Pedra Branca, no Submédio São Francisco.

Os atingidos não sairão do local até que sejam recebidos por Rui Costa em Salvador, onde se encontra uma comissão de negociação. Ao longo do dia, uma extensa programação de formação, debates e confraternização marcam o clima de aniversário de 26 anos do movimento, comemorado na mesma data”, comunicou o MAB, por meio de nota. Com a Palavra, o governo da Bahia. (foto/divulgação)

Mulheres do MST ocupam Codevasf em Petrolina

Cerca de 500 mulheres que integram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na região, ocupam neste momento o prédio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba(Codevasf), superintendência do órgão em Petrolina. Conforme a coordenação regional do MST, a ocupação que faz parte das atividades do movimento neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, visa a luta pelo direito à terra e o cumprimento de outros direitos civis.

“Estamos aqui para conversar com a superintendência da Codevasf e colocar nossas prioridades que são terra, água e mais ações voltadas para a mulher no campo”, frisou Cleidimar Souza, da regional do MST.

Segundo a assessoria de comunicação da Codevasf, o superintendente Aurivalter Cordeiro aguarda a pauta de reivindicações do grupo para iniciar o diálogo com as ocupantes. (Foto: Divulgação MST)

Artistas montam barracas e ocupam Centro de Cultura João Gilberto

Atores, dançarinos e artistas em geral ocuparam na noite de quinta-feira (2) o Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro (BA). O movimento exige que o governo do Estado dê assistência e mantenha o teatro em funcionamento permanente. De acordo com eles, muitos grupos estão sendo prejudicados. Mais de trinta pessoas particpam do movimento.

O presidente do Conselho de Cultura de Juazeiro, Elder Ferrari, anunciou a ocupação através das redes sociais. “O teatro está sem guarda, o espetáculo não pode parar. As barracas e alimentações estão chegando. O teatro precisa funcionar e Juazeiro precisa do centro de cultura. Quero aproveitar para convidar todos os artistas e venham se mobilizar com a gente. Essa foi a única forma que encontramos para chamar atenção das autoridades. Se o Estado não pode assumir, que a Prefeitura assuma”, afirmou Elder, numa chamada ao vivo pelo Facebook.

Já o ator e diretor Devilles Sena explicou que os artistas querem o teatro aberto e que o movimento não tem o intuito de prejudicar ninguém. “O que nós queremos é a casa aberta. Não queremos prejudicar ninguém. Queremos que seja possibilitando o acesso de todas as categorias de artistas. Os funcionários estão querendo paralisar. Nossa intenção não é boicotar evento de ninguém, pois o papel do artista é proteger o outro artista. A gente está defendendo que o teatro não feche”, declarou.

O Blog não conseguiu contato com a nova diretora do Centro de Cultura, Thamara Rocha, para comentar sobre a demanda apresentada pelos artistas. No entanto, o espaço está reservado. (foto/reprodução Facebook)

Superintendente do Incra em Petrolina leva pauta do MST para Recife

O atual superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Petrolina, Bruno Medrado, disse a este Blog estar confiante num consenso em relação à ocupação do órgão federal, no dia de ontem (20), por agricultores ligados ao Movimento dos Sem Terra (MST) de várias cidades do Sertão. (mais…)

MST ocupa sede do Incra em Petrolina e serviços de órgão são suspensos na região

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra (MST) ocupam desde a manhã desta segunda-feira, 20, a sede do Incra do Médio São Francisco, localizada na Avenida da Integração, Bairro Jardim Colonial, área central de Petrolina. Conforme nota da assessoria de comunicação da autarquia federal, o movimento solicitou uma reunião com o Superintendente Bruno Medrado e chefes de divisão para às 15h, quando será apresentada a pauta de reivindicação.

“Diante do exposto, o superintendente da autarquia, Bruno Medrado, esclarece que enquanto a sede estiver ocupada, os serviços e atendimentos estarão suspensos”, conclui a nota.

Professores da Uneb de Juazeiro emitem nota de apoio à ocupação de estudantes

ocupa-uneb-juazeiroAcampados há quase 40 dias no Campus III da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro, os estudantes ganharam o apoio de 30 professores da instituição. Em nota, os docentes dizem que consideram o movimento legítimo e manifestam repúdio ao ataque sofrido pelos estudantes na madrugada do último dia 15, no qual foram lançados rojões dentro da universidade e atingiram dois estudantes. Acompanhem:

Nós, professores do Departamento de Ciências Humanas, Campus III, da Universidade do Estado da Bahia, reunidos no Fórum Permanente em defesa da Educação Pública, gratuita, laica e de qualidade do Vale do São Francisco, no dia 24 de novembro de 2016 reafirmamos nosso apoio e nossa solidariedade ao movimento dos estudantes que ocupam as instituições públicas de ensino em todo o território nacional.

Consideramos esse movimento legítimo e necessário como reação contrária à PEC 241/55, que está em regime de votação pelo Congresso Nacional. Entendemos que tal Emenda Constitucional representa um grave retrocesso aos direitos sociais duramente conquistados no âmbito da Educação e da Saúde, e ameaça o funcionamento das Universidades Públicas, em médio e longo prazo.

Repudiamos atos de violência cometidos contra o movimento de ocupação estudantil nesse contexto, a exemplo do ocorrido no Campus III, da Uneb, no dia 15 de novembro de 2016, em Juazeiro-Bahia. Repudiamos todos os atos que ameacem a integridade física e moral desses jovens estudantes que lutam de forma corajosa e decidida em defesa de uma sociedade mais justa e igualitária, pelo direito à educação, à universidade pública, gratuita e de qualidade e outros direitos sociais e políticos.

Adeilda Ana da Silva Martins
Antonilde Santos de Almeida
Andréa Cristiana Santos
André Luís Santana
Ana Lilian dos Reis
Aurilene Rodrigues Lima
Claudia Maisa Antunes Lins
Carla Conceição da Silva Paiva
Cosme Batista Santos
Edilane Carvalho Teles
Edonilce da Rocha Barros
Edmerson dos Santos Reis
Emanuel de Andrade Freire
Elis Rejane Santana da Silva
Francy Santana
João José de Santana Borges
Jorgete Pereira Oliveira
Josemar da Silva Martins
Josenilton Nunes Vieira
José Renner Benevides
Juracy Marques
Lizete Brandão Ramos
Luiz Adolfo de Paiva Andrade
Manuela Pereira
Neuma de Sá Guedes
Odomaria Rosa Maria Bandeira Macedo
Paulo Ribeiro Soares Neto
Rita Cristina Rios
Sandra Novais Santos
Teresa Leonel O. Costa

(foto/arquivo divulgação Ocupa Uneb)

Vereador Agnaldo Meira repudia atentado contra estudantes que ocupam Uneb em Juazeiro

agnaldo-meiraAté o momento o único vereador da Casa Aprígio Duarte Filho, em Juazeiro (BA), que se manifestou publicamente contra o atentado sofrido pelos estudantes, que ocupam há quase um mês o campus local Uneb contra a PEC 55 (antiga PEC 241), foi Agnaldo Meira (PCdoB).

Segundo informações dos próprios estudantes, três pessoas encapuzadas atiraram rojões contra os estudantes, ferindo dois deles. Meira condenou a atitude, ao mesmo tempo em que ratificou seu apoio à causa. “Repudiamos esse tipo de atentado cometido contra os estudantes da Uneb e apoiamos o movimento de ocupação para a conquistas de direitos importantes para a educação”, afirmou.

O vereador também convidou a população juazeirense a participar de um ato marcado para o próximo dia 25 de novembro, contra a PEC 55), que prevê o corte de investimentos em saúde e educação. (foto/divulgação)

Em meio a ataque com bombas, ocupação de estudantes na Uneb de Juazeiro completa um mês nesta sexta

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Completa um mês nesta sexta-feira (18) a ocupação do Campus III da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro. Contrários à proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 (antiga PEC 241), os estudantes continuam afirmando que vão permanecer no local por tempo indeterminado. Na madrugada da última terça-feira (15) eles foram surpreendidos por uma ação criminosa dentro do campus. Segundo relatos, três homens encapuzados atiraram rojões dentro da universidade, que atingiram dois estudantes. O fato foi filmado pelos estudantes (assistam aqui).

Durante a ação, dois estudantes que fazem parte do processo de ocupação da Uneb foram atingidos pelos fogos disparados. A Uneb se encontra ocupada desde o dia 18 de outubro, no qual os discentes, através de assembleia estudantil, votaram democraticamente a favor de paralisar as atividades por meio de ocupação”, informaram, através de nota postada na página oficial do grupo no Facebook. Num vídeo publicado na página, eles afirmam ter procurado a polícia para fazer um Boletim de Ocorrência (BO).

Ao lado do corte de recursos impostos pela PEC 55, o Movimento Ocupa Uneb possui reinvindicações que atendem as demandas da realidade local, entre elas: manutenção da infraestrutura da universidade, orçamento participativo, abertura de concurso para professor efetivo, transporte, melhoria no acervo da biblioteca e políticas abrangentes de Assistência Estudantil. Além das pautas mencionadas, o movimento demanda pautas específicas de cada curso.

Mobilização

O Ocupa Uneb faz parte da mobilização nacional na qual mais de 200 universidades por todo o Brasil somam forças a mais de 1.200 escolas secundaristas e Institutos Federais que resistem à PEC 55, que propõe o congelamento de investimentos públicos por 20 anos. (foto/reprodução Facebook)

Após ocupação do Incra em Petrolina, superintendente viaja a Brasília para tentar solucionar demandas dos agricultores

Por meio de nota, a assessoria do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Petrolina se pronunciou sobre a ocupação da sede do instituto por parte de trabalhadores ligados ao Movimento dos Sem Terra (MST), que estão no local desde a manhã de segunda-feira (7). Conforme a nota, ainda no dia de ontem os trabalhadores se reuniram com o superintendente Bruno Medrado, que viajou hoje(8) para Brasília, onde terá um encontro com o presidente do Incra, Leonardo Goes, e apresentar as dificuldade relacionadas às  vistorias e obtenção de novas áreas para dirimir entraves financeiros e operacionais.

Acompanhe a nota na íntegra:

Diante da ocupação da sua sede, nesta segunda feira (7), o Incra informa que já aconteceu uma primeira reunião ao final da tarde de ontem, quando foram discutidos dois pontos de paula: vistorias para novos assentamentos e a reintegração de posse da Fazenda Milano.

O Superintendente da autarquia, Bruno Medrado, viajou nesta terça-feira (8) para Brasília, onde irá reunir-se com o presidente do Incra, Leonardo Goes, e apresentar as dificuldade relacionadas às  vistorias e obtenção de novas áreas para dirimir entraves financeiros e operacionais. 

Medrado retorna amanhã (9) quando se reunirá novamente com as lideranças do Movimento e discutirá uma nova agenda de trabalho baseada nos avanços em Brasilia. Então informamos que as atividades do Incra em Petrolina só serão retomadas na próxima quinta-feira (10).

Ascom/Incra Petrolina

Por Reforma Agrária, trabalhadores rurais ocupam sede do Incra em Petrolina

fetape no incraA sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Petrolina, na Avenida da Integração, foi novamente ocupada por trabalhadores rurais ligados ao Movimento dos Sem Terra (MST), na manhã desta segunda-feira (7).

Os manifestantes pretendem reivindicar da Superintendência Regional o andamento da Reforma Agrária, que segundo eles “está parada”. Os trabalhadores rurais clamam por políticas públicas de irrigação e habitação – entre outros itens – para os assentamentos da região.

Está prevista, ainda hoje, a chegada de agricultores de outras cidades sertanejas para reforçar a mobilização.

Direção do IFBA Juazeiro decide cancelar provas do Enem devido a ocupação dos estudantes

IFBA Juazeiro3A ocupação dos estudantes contrários à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55 – ou PEC 241, como ficou mais conhecida – ao campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) em Juazeiro, na última sexta-feira (4), levou a direção-geral a cancelar a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que aconteceriam no local neste final de semana.

Por meio de nota, a direção­-geral do campus justificou que tem estabelecido “um canal aberto de conversa com os representantes do movimento em busca de garantir o funcionamento de serviços essenciais à vida e os bens públicos”. Porém após exaustivas conversas para desocupação do IFBA, não houve acordo entre as partes. A nota pode ser conferida no link abaixo:

 

Direção da UPE Petrolina diz não achar prudente realização de provas do Enem onde funciona a Escola de Aplicação

Por meio de nota, a direção da Universidade de Pernambuco (UPE)/Campus Petrolina diz não achar prudente que as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) sejam realizadas no prédio onde funciona a Escola de Aplicação. O motivo é a ocupação dos estudantes contrários à PEC 241.

Acompanhe a nota:

A Direção da UPE Campus Petrolina informa que desde que foram divulgados os espaços onde serão realizadas as provas do Enem, comunicou aos responsáveis pela aplicação, que devido ao processo de ocupação, não seria possível o aluguel do prédio.

A Direção entende que o processo de aplicação de provas deve ocorrer de forma tranquila para os candidatos, e como as estruturas físicas do Campus compreende todos os espaços construídos, a forma mais prudente é não ocorrer a realização das provas no prédio onde funciona a Escola de Aplicação.

A Direção informa, ainda, que a responsabilidade de comunicar aos candidatos sobre os locais de provas é dos organizadores. Porém, como até o presente momento não houve a comunicação oficial, e devido à grande procura na instituição, resolveu realizar esse pronunciamento.

UPE Campus Petrolina/A direção

Direção do Campus Salgueiro do IF Sertão-PE informa que alguns serviços não serão afetados por ocupação de estudantes

Estudantes contrários à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 ocupam, desde a quarta-feira (26), o Campus Salgueiro do Instituto federal de Educação, Ciência e tecnologia do Sertão de Pernambuco (IF Sertão-PE). A direção da unidade emitiu uma nota, informando que as aulas estão suspensas, mas alguns serviços estão mantidos no Campus.

Acompanhem:

Com o objetivo de esclarecer à comunidade, o Campus Salgueiro do IF Sertão-PE informa que foi ocupado pelo movimento estudantil desde esta quarta-feira (26), em razão de protestos dos alunos contra a atual situação política nacional.

A ocupação acontece de forma pacífica e por tempo indeterminado. Enquanto durar o movimento, estão suspensas todas as aulas e serviços administrativos, com exceção do Departamento de Administração e Planejamento, Direção Geral, limpeza e segurança, que vão funcionar normalmente. Também serão mantidas as visitas técnicas que já haviam sido marcadas para este período, suspendendo-se apenas as novas demandas.

Os serviços relacionados ao Processo Seletivo 2017 não serão interrompidos durante a ocupação. Candidatos ou terceiros que precisem de informações ou suporte serão atendidos normalmente por membros da comissão organizadora local. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (87) 3421-0050 e no endereço eletrônico www.ifsertao-pe.edu.br.

Ascom/IF Sertão-PE

Alunos contrários à ocupação da UPE Petrolina farão manifestação nesta sexta

Alunos contrários à ocupação das dependências da Universidade de Pernambuco (UPE)/Campus Petrolina farão uma manifestação nesta sexta-feira (28), a partir das 16h, para pedir a saída dos manifestantes que lutam contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241.

Num comunicado enviado a este Blog, o grupo afirma que os ocupantes da instituição “fazem parte de movimentos político-partidários”. Eles também dizem que estão sendo prejudicados e querem a volta das aulas.

Há três semanas a UPE foi invadida por alguns poucos alunos e por pessoas de movimentos político-partidários. Estamos sendo prejudicados em vários sentidos. Por exemplo, uma vez que a ‘greve’ não é sindical (aluno não tem direito de greve), os professores não terão obrigação de repor aulas, o governo não estenderá o contrato dos professores emergenciais, ficando assim perdida a disciplina. Sexta-feira estaremos realizando um ato em frente à UPE para pedir a recuada dos invasores do Campus e pedir a volta às aulas” convocam.

Ocupação de alunos contrários à PEC 241 completa 8 dias na Uneb de Juazeiro

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Estudantes da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) em Juazeiro estão acampados no Campus III há exatos 8 dias, em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece limite para os gastos públicos pelas próximas duas décadas. Eles estão no local desde o último dia 18.

Segundo os organizadores do protesto, a ocupação é por tempo indeterminado. Os estudantes estão realizando debates e construindo uma agenda do movimento. Eles já participaram de manifestações, inclusive alguns alunos foram a Salvador participar de um ato na capital contra a proposta.

O clima é de muita força, união e resistência aqui na nossa ocupação”, destaca o grupo, em postagem publicada numa página no Facebook. Alguns professores apoiaram os manifestantes e estão ajudando na alimentação. “Agradecemos muito pelo apoio que os docentes e a comunidade externa estão nos dando”, reiteram.

Na tarde de hoje (26) está acontecendo um debate promovido por um advogado, sobre a criminalização dos movimentos sociais. “Toda sociedade é convidada a fazer parte dos nossos espaços de formação”, convidam os organizadores. Vale frisar que na região, além da Uneb, estudantes da Univasf, da UPE e do IF Sertão-PE (em Petrolina) também estão mobilizados contra a PEC 241. (foto: André Amorim/divulgação)

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