Hospital Materno Infantil de Juazeiro é avaliado pela Rede Cegonha do Ministério da Saúde

 

Avaliadores da Rede Cegonha, estratégia do Ministério da Saúde, estiveram em Juazeiro/BA para realizar uma avaliação do Hospital Materno Infantil. O levantamento foi acompanhado por representantes da Secretaria de Saúde de Juazeiro e do Núcleo Regional de Saúde Norte.

O roteiro de avaliação é composto por cinco elementos: observação, entrevista com usuário, com o trabalhador e contagem de leitos, entrevista com a gestão da unidade. A coleta de dados tem o objetivo de melhorar a assistência da saúde a mulher no Brasil. O resultado da avaliação deve sair em dois meses.

O avaliador Emerson Garcia adiantou que, apesar de algumas falhas, a equipe ficou satisfeita com o trabalho desenvolvido no município. “Pontuamos algumas observações do que deve ser melhorado, mas percebemos uma equipe comprometida e que supera outros hospitais na qualidade das informações. Além disso, dos 33 pacientes que entrevistamos, todos fizeram uma avaliação positiva com relação à unidade e ao acolhimento”, elogioou.

O superintendente de Atenção Especializada, Mário Machado, destaca a importância da visita técnica para a unidade. “Iremos saber como está à qualidade da nossa maternidade e das dificuldades enfrentadas, para, assim, buscarmos soluções e melhor a qualidade do nosso serviço”, assinalou Machado

Para a diretora administrativa da unidade, Rivaércia Espíndola, os três dias de avaliação foram bastante proveitosos. “Foi importante para nós e eles também gostaram do que viram. Saíram demonstrando estar satisfeitos e impressionados com o avanço da nossa maternidade”, relatou a diretora. (Foto: Ascom)

Ministério da Saúde antecipa campanha de vacinação nacional contra a gripe

 

Com casos de gripe fora do período no País, o Ministério da Saúde resolveu antecipar a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A antecipação será para 10 de abril com a vacina atendendo os profissionais de saúde e 17 de abril para o público alvo. Ano passado a campanha iniciou no dia 30 de abril. A vacina deste ano incluirá também como público alvo professores da rede básica e do ensino superior de instituições públicas e privadas.

A vacina contra a gripe é destinada ainda a idosos acima de 60 anos, crianças até cinco anos de idade, gestantes, povo indígenas, portadores de doenças crônicas, adolescentes entre 12 e 21 anos que cumprem medidas socioeducativas, presos e funcionários do sistema prisional.

O Ministério da Saúde também vai antecipar o envio das vacinas aos estados onde os casos de gripe fora de época já preocupam.

Doada pelo Ministério da Saúde, ambulância de suporte avançado reforça atendimento do Samu em Petrolina

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Petrolina ganhou um reforço do Ministério da Saúde. Uma Ambulância de Suporte Avançado foi doada pelo governo federal para substituir a antiga unidade, que não estava em bom estado de conservação.

Como este Blog mostrou no mês passado, a prefeitura informou ter recebido os equipamentos sucateados. De acordo com a diretora do Samu em Petrolina, Laís Cabral, a frota do serviço ainda está abaixo da capacidade: apenas uma unidade de Suporte Básico e outra de Suporte Avançado. Mas ela garante que a gestão está se esforçando para realizar a manutenção nas demais ambulâncias.

A diretora ressaltou a importância de ligar para o número 192 para conseguir o atendimento. Ela aproveitou a oportunidade para pedir uma conscientização das pessoas em relação aos trotes. “Mensalmente recebemos dezenas de trotes. Além de ocupar a linha telefônica, impedindo que as pessoas que realmente precisem tenham acesso, também acontece o deslocamento da equipe, ficando as reais ocorrências em espera“, pontuou. (foto/divulgação)

Vacina contra HPV será oferecida para meninos a partir deste ano

A partir deste mês, a rede pública de saúde vai passar a oferecer a vacina contra o HPV para meninos de 12 a 13 anos como parte do Calendário Nacional de Vacinação. A faixa etária, de acordo com o Ministério da Saúde, será ampliada gradativamente até 2020, período em que serão incluídos meninos de 9 a 13 anos.

A expectativa da pasta é imunizar mais de 3,6 milhões de meninos este ano, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos que vivem com HIV/aids no Brasil. Serão adquiriras, ao todo, 6 milhões de doses ao custo de R$ 288,4 milhões.

De acordo com o governo federal, o Brasil é o primeiro país da América Latina e o sétimo no mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunização. Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá já fazem a distribuição da dose para adolescentes do sexo masculino.

Duas doses

O esquema vacinal contra o HPV para meninos será de duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Já para os que vivem com HIV, o esquema vacinal é de três doses, com intervalo de dois e seis meses, respectivamente. Nesses casos, é necessário apresentar prescrição médica.

A doença

HPV é a sigla em inglês para papiloma vírus humano, capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 150 tipos, sendo que cerca de 40 podem infectar o trato ano-genital. A infecção é muito frequente, mas transitória, regredindo espontaneamente na maioria das vezes.

No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste, pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras que, se não forem identificadas e tratadas, podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca. Pelo menos 13 tipos de HPV são considerados oncogênicos, apresentando maior risco ou probabilidade de provocar infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras. Dentre eles, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero. (Fonte/foto: Agência Brasil)

Ministério da Saúde deverá diminuir número mínimo de médicos nas UPAs

O Ministério da Saúde anunciou hoje (29) que irá flexibilizar regras para o funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Com as novas regras, cada unidade poderá ter no mínimo dois médicos. Antes, era exigido o número mínimo de quatro médicos por unidade.

Caberá ao gestor municipal definir o número de profissionais na equipe. A partir do tamanho da equipe médica, será estabelecido o valor de custeio que será repassado ao município.

Uma UPA com dois profissionais, por exemplo, receberá um incentivo financeiro para custeio de R$ 50 mil enquanto uma com nove profissionais receberá R$ 250 mil.  “É melhor dois [médicos] do que nenhum. O Brasil precisa cair na real. Não temos mais capacidade de contratar pessoal”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, ao anunciar as novas regras. “É melhor essa UPA funcionando com um médico de dia e um de noite do que ela fechada”, completou.

De acordo com o ministério, também está previsto o compartilhamento de equipamentos entre as UPAs, no intuito de otimizar a estrutura disponível no município.

Para Barros, as novas regras devem incentivar a conclusão de UPAs em todo o país. Dados da pasta apontam que, atualmente, 275 unidades estão em obras, enquanto 165 já foram concluídas, mas não foram abertas.

Muitos prefeitos, segundo o ministro, evitam entregar o certificado de conclusão de obra da UPA por causa da exigência de um prazo máximo de 90 dias para que a unidade comece a atender.

Expectativa

A expectativa do governo federal é que a capacidade de atendimento das atuais 520 UPAs praticamente dobre em todo o país, chegando a 960 unidades em funcionamento. “Estou absolutamente seguro de que estamos fazendo o melhor para a saúde“, afirmou Barros, ao destacar que as mudanças foram aprovadas na comissão tripartite, que inclui representantes das secretarias estaduais e municipais de Saúde. A portaria deve ser publicada amanhã (30) no Diário Oficial da União. (fonte: Agência Brasil)

Diretor-presidente da Apami recebe nesta quinta-feira representante do Ministério da Saúde

Augusto Coelho1O diretor-presidente da Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami), Augusto de Souza Coelho, receberá nesta quinta-feira (3) o secretário de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo. A visita está marcada para o Centro de Oncologia (Ceonco), às 17h, localizado no Bairro Gercino Coelho.

O motivo do encontro é apresentar os serviços desenvolvido pela instituição, em referência à assistência aos pacientes com câncer e buscar, ao mesmo tempo, um entendimento sobre o teto de orçamento destinado pelo Ministério da Saúde à Apami – valor que necessita com urgência de reajuste para garantir a continuidade do atendimento. Outras autoridades deverão também participar do encontro.

SUS vai oferecer novo antirretroviral para pacientes com HIV a partir de 2017

pilula anti-aidsO Ministério da Saúde anunciou hoje (28) a oferta do antirretroviral Dolutegravir para cerca de 100 mil pacientes que vivem com HIV no Brasil. A previsão da pasta é que o medicamento comece a ser distribuído na rede pública em 2017.

Inicialmente, o Dolutegravir será ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS) a todos os pacientes que estão começando o tratamento e também a pacientes que apresentam resistência a antirretrovirais mais antigos.

De acordo com o ministério, o medicamento será incluído ao novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Manejo da Infecção do HIV, que deve ser atualizado ainda este ano.

Atualmente, o esquema de tratamento das pessoas que vivem com HIV, na fase inicial, é composto pelos medicamentos Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz, conhecido como 3 em 1. A partir de 2017, o Dolutegravir associado ao 2 em 1 (Tenofovir e Lamivudina) será indicado no lugar do Efavirenz.

Efeitos

Segundo a coordenadora do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Adele Benzaken, o Dolutegravir apresenta um nível muito baixo de efeitos adversos, aspecto considerado bastante importante para a adesão e o sucesso do tratamento contra o HIV.

O acesso a medicamentos que trazem qualidade de vida faz com que as pessoas passem a utilizar a terapia antirretroviral e a viverem mais“, explicou.

A pasta informou ainda que, a partir de uma negociação com a indústria farmacêutica, o governo brasileiro conseguiu reduzir em 70% o preço do Dolutegravir – de US$ 5,10 para US$ 1,50. Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a incorporação da droga não altera o orçamento atual do ministério.

Estamos fazendo o melhor tratamento do mundo com o menor custo”, avaliou Barros. “Nós ousamos. Temos clareza de que é possível fazer muito mais com os recursos que temos”, completou.

Unaids

A diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) no Brasil, Georgiana Braga, avaliou a incorporação como um momento histórico para os brasileiros que vivem com o vírus. “É uma resposta à sociedade e uma inovação”, disse. “E a negociação de preços vai beneficiar outros países da região e do mundo para que também possam oferecer o medicamento no sistema público deles“, concluiu.

Panorama

Desde o começo da epidemia, o Brasil registrou 798.366 casos de aids, no período de 1980 a junho de 2015. No período de 2010 a 2014, o Brasil registrou 40,6 mil novos casos ao ano, em média.

Em relação à mortalidade, houve uma redução de 10,9% nos últimos anos, passando de 6,4 óbitos por ano por 100 mil habitantes em 2003 para 5,7 em 2014. (fonte: Agência Brasil)

Site do Ministério da Saúde é alterado e mostra críticas a Governo Temer

site alterado Ministério da Saúde

O site do Ministério da Saúde sofreu, na manhã de hoje (27), alterações com críticas ao presidente Michel Temer. Na sessão que exige a agenda do ministro Ricardo Barros, o site exibia, no lugar dos compromissos, frases que não reconheciam o Governo Temer, com referências ao “golpe”. As alterações foram tiradas do ar por volta das 10h.

Um dos compromissos do ministro que foram modificados informa “19h. Renúncia do (vice) presidente da República #ForaTemer”. A atividade seguinte, segundo a agenda, trazia “18h00 Reunião com ministros e líderes da base aliada do GOLPE”. A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde informou, ao site G1, que uma há uma apuração para saber se as mudanças foram ação de hackers. (fonte/foto: Diário de PE)

Pernambuco se mobiliza para Dia ‘D’ da Multivacinação neste sábado

VacinaçãoMais de 2,3 mil postos de saúde em Pernambuco realizam, neste sábado (24), o Dia ‘D’ da Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da Caderneta de Vacinação. A data da mobilização é uma parceria do Ministério da Saúde com as secretarias estaduais e municipais de saúde e tem o intuito de reforçar a importância dessa medida no grupo prioritário.

As unidades municipais estarão abertas das 8h às 17h para receber o público-alvo da campanha – crianças menores de 5 anos, 9 anos e adolescentes entre 10 e 14 anos. A campanha teve início na última segunda-feira (19) e prosseguirá até o dia 30 deste mês. “Devem ir aos postos crianças e jovens que não foram vacinados ou estão com os esquemas de imunização incompletos. A mobilização nacional neste sábado permite a ida de quem ainda não teve a possibilidade de ir, em dia e horário alternativo”, comenta a coordenadora estadual do PNI, Ana Catarina Melo.

Entre as vacinas disponíveis estão as que combatem a hepatite B; o sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral); o HPV (somente para meninas), o tétano, entre outras doenças. É importante que os pais ou responsáveis não se esqueçam de levar a caderneta de vacinação, para que os profissionais de saúde possam avaliar a situação de cada criança e adolescente. As informações são da Secretaria de Saúde de Pernambuco. (foto/reprodução)

Vacina contra dengue já está disponível em clínicas particulares de Pernambuco ao preço de R$ 300

vacina-alagoinhasA vacina contra dengue já está disponível em Pernambuco. Chamada de Dengvaxia, ela custa em torno de R$ 300 e pode ser aplicada apenas em clínicas particulares. Ainda não há previsão para que as doses cheguem à rede pública, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar do preço superar o que foi determinado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma faixa de R$ 132,76 a R$ 138,53, já existe lista de espera para receber a imunização. Como são necessárias três doses, aplicadas com intervalos de seis meses, o custo chega a R$ 900.

Uma das primeiras clínicas a receber a Dengvaxia foi o Cidrim Vacinas. Segundo o diretor da rede, Ludovico Freitas, os valores estabelecidos estão sendo aplicados pelo Laboratório Sanofi Pasteur e, por esse motivo, há um aumento quando chega ao consumidor. “Existem impostos, custo com transporte e gastos com armazenamento do material. Então esse valor da Anvisa está sendo aplicado para as clínicas que vão disponibilizar as doses para a população. Por isso é inviável vender a esse preço“, justifica.

O Ministério da Saúde informou que, até o momento, não há decisão sobre a incorporação da vacina contra o vírus da dengue no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o órgão, para ser integrada ao SUS, a vacina, assim como qualquer outro medicamento, precisa passar pela análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que leva em conta aspectos como a eficácia, segurança e custo efetividade do produto, além dos benefícios da oferta para a população. (fonte: Diário de PE)

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