Hospital Materno Infantil de Juazeiro é avaliado pela Rede Cegonha do Ministério da Saúde

 

Avaliadores da Rede Cegonha, estratégia do Ministério da Saúde, estiveram em Juazeiro/BA para realizar uma avaliação do Hospital Materno Infantil. O levantamento foi acompanhado por representantes da Secretaria de Saúde de Juazeiro e do Núcleo Regional de Saúde Norte.

O roteiro de avaliação é composto por cinco elementos: observação, entrevista com usuário, com o trabalhador e contagem de leitos, entrevista com a gestão da unidade. A coleta de dados tem o objetivo de melhorar a assistência da saúde a mulher no Brasil. O resultado da avaliação deve sair em dois meses.

O avaliador Emerson Garcia adiantou que, apesar de algumas falhas, a equipe ficou satisfeita com o trabalho desenvolvido no município. “Pontuamos algumas observações do que deve ser melhorado, mas percebemos uma equipe comprometida e que supera outros hospitais na qualidade das informações. Além disso, dos 33 pacientes que entrevistamos, todos fizeram uma avaliação positiva com relação à unidade e ao acolhimento”, elogioou.

O superintendente de Atenção Especializada, Mário Machado, destaca a importância da visita técnica para a unidade. “Iremos saber como está à qualidade da nossa maternidade e das dificuldades enfrentadas, para, assim, buscarmos soluções e melhor a qualidade do nosso serviço”, assinalou Machado

Para a diretora administrativa da unidade, Rivaércia Espíndola, os três dias de avaliação foram bastante proveitosos. “Foi importante para nós e eles também gostaram do que viram. Saíram demonstrando estar satisfeitos e impressionados com o avanço da nossa maternidade”, relatou a diretora. (Foto: Ascom)

Após denúncia no Blog, Secretaria de Saúde de Juazeiro garante que Maternidade não está superlotada

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde (Sesau) de Juazeiro (BA) respondeu a denúncia da leitora Vanusa Muniz, a qual afirmou, em email enviado a este Blog na última semana, que a Maternidade Municipal estava superlotada e faltando até anestesia. A Sesau nega que a unidade esteja superlotada e alega que a falta de anestesista relatada pela leitora “foi uma situação pontual”, tendo o problema sido solucionado no último dia 9.

Acompanhe a nota, na íntegra:

A Secretaria de Saúde de Juazeiro informa que a falta de anestesista relatada pela leitora Vanusa Muniz, foi uma situação pontual. O problema foi solucionado na quinta-feira (9), por volta das 15h. A unidade dispõe de dez profissionais dessa área, que trabalham em regime de escala.

A Secretaria esclarece que a direção do Hospital irá investigar a conduta dos profissionais que estavam trabalhando na unidade, visto que todos os pacientes regulados devem ser encaminhados para outras unidades por meio de transporte adequado, não por meios próprios. Se irregularidades forem, de fato, constatadas, as medidas cabíveis serão adotadas.

A Secretaria de Saúde esclarece que a maternidade não está superlotada e oferece boas condições de atendimento. Uma reforma está sendo realizada no local e novos equipamentos estão sendo adquiridos, visando qualificar ainda mais o atendimento às usuárias. 

Ascom/Sesau

Leitora denuncia “condições desumanas” de atendimento na Maternidade de Juazeiro

Em email a este Blog, a leitora Vanusa Muniz mostra indignação com o que considera “desumano” o atendimento na Maternidade de Juazeiro (BA). Segundo ela, falta de tudo na unidade, inclusive anestesia. Vanusa relata a situação que teria sido vivida por sua irmã, que deu entrada na unidade para dar à luz, mas segundo ela,  precisou ser transferida para um hospital em Petrolina.

Acompanhe o desabafo completo:

A atual situação do Hospital de Assistência a Mulher em Juazeiro, chama a atenção e causa revolta a pessoas que se dirigem até aquele local para usufruir de um atendimento humano e digno. Minha irmã sentiu as dores do parto e se deslocou até lá, na madrugada de quarta feira (8), para dar à luz ao seu bebê, ficou sentindo dores por horas, aproximadamente às 10:00 do dia posterior, foi avaliada pelo médico plantonista, que para o seu desespero e surpresa informou que não tinha anestesista na unidade e nem muito menos previsão, e disse que teria que ir até outro hospital público, o Dom Malan, na cidade vizinha, para tentar fazer o seu parto.

A unidade não disponibilizou ambulância  e nem qualquer outro recurso para deslocá-la dali, conseguimos um carro e fizemos a transferência. É lamentável que o morador de Juazeiro não consiga ter atendimento no seu próprio município. É muito desumano ver as mulheres que ali se encontram agonizando de dores, fragilizadas,e com o emocional zero, pelo descaso que ali sofrem.

Mulheres dando à luz no corredor, outras há dias internadas porque não tem anestesista, para fazer os procedimentos de curetagem, dentre outros. O local é sujo, nós corredores não têm bebedores, os acompanhantes precisam ir pegar água na porta de fora, não tem copo, os quartos não possuem ventilador, enfim não funciona nada com humanidade e amor. Até quando, órgãos competentes, o cidadão juazeirense irá viver essas parafernalhas? O povo está vivendo em situação precária, a saúde é primordial, então trabalhem pelo povo, que clama por uma vida mais digna e com seus direitos garantidos.

Vanusa Muniz/Leitora

Deputado socialista destina R$ 400 mil para a maternidade de Petrolina

O prefeito Miguel Coelho, PSB, recebeu uma boa noticia em sua maratona de audiências e reuniões em Brasilia. O deputado João Fernando Coutinho, também socialista, destinou uma emenda de R$ 400 mil para a construção da nova maternidade de Petrolina.

“Com esse novo espaço, conseguiremos desafogar a demanda no Hospital Dom Malan, hoje gerido pelo Governo do Estado, e dar à nossa cidade mais um local digno e de qualidade para que as mães tenham seus filhos. Feliz demais com essa parceria”, comemorou o prefeito numa postagem em sua pagina oficial do Facebook.

Petrolina deverá ganhar nova maternidade e investimentos em saneamento básico e habitação

com-ricardo-barros-saude-br

As andanças pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília, renderam bons frutos nesta semana ao prefeito eleito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB). Nas reuniões que teve com vários ministros na segunda (24) e terça-feira (25), acompanhado do seu pai, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), o futuro gestor garantiu a manutenção de uma linha de financiamento de quase R$ 102 milhões para investimentos em habitação, saneamento e saúde pública. (mais…)

Moradores denunciam fechamento do único hospital de Sento-Sé

Hospital e Maternidade Dr. Heitor de Sento-Sé,

Moradores do município de Sento-Sé, no norte da Bahia, denunciam o fechamento Hospital e Maternidade Dr. Heitor de Sento-Sé, por falta de médico – além da deficiência na estrutura, de falta de remédios e funcionários com salários atrasados. Devido ao problema, muitos pacientes são encaminhados para hospitais de Juazeiro, Petrolina e outros municípios da região.

Segundo informações, o hospital está com equipamentos defasados, a exemplo da máquina de raio-X, sem qualidade na imagem. Por este motivo não dá para identificar o problema do paciente. Relatos dão conta de que estaria faltando até desfibrilador (equipamento de reanimação em caso de ataque cardíaco). Sobre o assunto, o Blog não conseguiu contato com a prefeitura para obter algum esclarecimento. Contudo, o espaço está reservado. (foto/divulgação)

Em nota, prefeitura rebate críticas sobre más condições da Maternidade de Juazeiro

Prefeitura de Juazeiro/Foto: Ascom PMJPor meio de uma nota enviada ao Blog pela assessoria, a Prefeitura de Juazeiro rebateu as críticas sobre as más condições de funcionamento da Maternidade de Juazeiro, feitas por uma comunitária.

Confiram:

A direção da Maternidade Municipal de Juazeiro informa que não há registro de nenhuma reclamação quanto à lotação da unidade, bem como sobre a qualidade dos alimentos servidos as pacientes, os quais têm acompanhamento nutricional, bem como a ausência de utensílios nos registros da unidade. A direção esclarece que a Maternidade não apresenta nenhum quadro de lotação e todo atendimento está sendo realizado dentro da normalidade.   

Prefeitura de Juazeiro/Assessoria de Comunicação

Maternidade de Juazeiro é alvo de críticas

[slider id=”maternidade”] Quartos lotados, alimentação e acomodações precárias e banheiros sujos (fotos). Esse foi o cenário relatado por uma comunitária, que acompanhou uma parturiente na Maternidade de Juazeiro. Segundo ela, que não quis se identificar, a estrutura não tem semelhança alguma com a propaganda exibida na televisão local.

Ainda conforme essa comunitária, os quartos são lotados ao máximo e não têm acomodações suficientes para as acompanhantes. “Em um quarto tinha cinco leitos e apenas um local de repouso para acompanhante”.

Ela também criticou a qualidade da alimentação, que segundo ela é insuficiente. “No café da manhã não tinha talher para comer e à noite ofereceram uma sopa ‘rala’. Tenho certeza que aquela comida não tem aprovação de uma nutricionista”, lamentou. As reclamações também foram compartilhadas com outras pacientes na unidade médica.

Nossa reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde, mas não obteve retorno. Em seguida, conseguimos falar com a assessoria da prefeitura municipal, que ficou de esclarecer   o assunto.

‘Alimento, amor e proteção’ será tema da Semana do Bebê 2014

Semana do bebêA 4ª Semana do Bebê, que visa a fortalecer as ações em prol da qualidade de vida das crianças e adolescentes de Juazeiro, será realizada de 11 a 17 de maio. O evento é uma realização da prefeitura, através das Secretarias de Saúde, de Educação e de Assistência Social, além Selo Unicef.

Além de mobilizar a sociedade juazeirense, a Semana do Bebê pretende integrar de forma intersetorial (Saúde, Social e Educação) e a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), parceira na iniciativa, com atividades dentro do tema ‘Amamentação: alimento, amor e proteção’, que contemplem os direitos da primeira infância.

Na abertura, dia 11, doulas da Maternidade de Juazeiro acompanharão a partir da meia-noite do dia 10 o primeiro bebê que nascer na unidade hospitalar. No dia 12, a programação prossegue com a entrega da Chave da Cidade pelo prefeito Isaac Carvalho ao primeiro bebê que nasceu na Maternidade. Haverá ainda entrega de enxoval e acompanhamento da família da criança ao domicílio.

No dia 16 de maio haverá a culminância da Semana do Bebê com a concentração de mais de cem mães na Praça 15 de Julho, às 8h, com uma passeata das mães com os filhos até a Praça da Misericórdia. Na praça será promovida uma feira infantil, com serviços direcionados a crianças e adolescentes feito pelas secretarias envolvidas, mais a Univasf e instituições Abrinq e Unicef.

No momento da amamentação, às 9h, ocorrerá uma benção para as mães e o público presente. Em seguida haverá uma apresentação musical das crianças da Instituição Professora Cristina e distribuição de brindes e kits de alimentação para as mães cadastradas. (fonte: Secom/ PMJ)

Confira a programação.

Entidades médicas sugerem construção de nova maternidade em Petrolina

Coletiva SimepeA falta de leitos no Hospital Universitário (HU) da Univasf, em Petrolina, não é um problema exclusivo da unidade de saúde. Segundo os representantes do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e do Conselho Regional de Medicina do Estado (Cremepe), o problema pode se agravar no Hospital Dom Malan/Imip.

De acordo com o presidente do Cremepe, Silvio Rodrigues, o hospital já não daria conta de todas as grávidas de risco dos municípios que fazem parte da rede PEBA (Pernambuco/Bahia). “O nosso entendimento é que essa região já precisa de uma maternidade para tratar casos de alto risco. O Hospital Dom Malan não dá mais suporte a todas as gestantes da região”, comentou.

Além de uma nova maternidade, Silvio Rodrigues destacou que o Vale do São Francisco precisa de um hospital público exclusivo para tratar casos de cardiologia. Segundo ele, boa parte da demanda da região é enviada para Recife, sobrecarregando dois hospitais da capital: o Agamenon Magalhães e Procape.

Cardiologia no HU

Em visita ao Hospital Universitário, na quinta-feira (6) passada, os representantes das entidades médicas questionaram por que muitos pacientes cardiológicos estão internados na unidade de saúde se haveria convênio com outros hospitais da região.

“Nós encontramos pacientes cardiológicos dentro do HU, sendo tratados na área amarela que vem funcionando como uma segunda UTI. Iremos pedir esclarecimentos sobre isso, já que o hospital não é direcionado para cardiologia. Por que as unidades de saúde credenciadas pelo SUS, como Promatre e Memorial, não estão recebendo esses pacientes?”, questionou.

Prefeitura de Juazeiro justifica fechamento do Hospital da Criança: “Maior resolutividade e menor custo”

Cássio Garcia 2Em e-mail enviado pela assessoria de comunicação, a Prefeitura de Juazeiro justificou que o Hospital da Criança, a antiga Só Baby, não será fechada. Segundo a nota, os serviços serão transferidos para UPA e maternidade municipal. A decisão seria para garantir maior resolutividade e menor custo.

O fluxo foi alterado e está funcionando da seguinte forma: os atendimentos de urgência na área infantil já realizados na UPA/24 horas foram reforçados e os internamentos encaminhados à maternidade, agora intitulada Maternidade e Hospital da Criança.

“Os serviços continuam e serão ampliados. Não existe fechamento de unidade. Nossa UPA é tipo 2 e já realizava os atendimentos pediátricos. Segundo os conceitos de economia em saúde, qualquer município – quando tiver necessidade – pode concentrar os serviços para garantir maior otimização nos recursos, resolutividade e qualidade nos atendimentos”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Cássio Garcia (foto).

Ainda de acordo com o secretário, a maternidade será ampliada com a implantação da Rede Cegonha. Está prevista para este ano, a entrega de 11 leitos para gestação de alto risco, 10 leitos para Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), 10 leitos de Unidade Neonatal de Cuidados Intensivos (UTI) e 10 leitos do projeto Canguru.

De maternidade a abrigo de jumentos

maternidade caitituA reportagem do Blog já havia feito uma ‘radiografia’ das atuais condições de funcionamento dos postos de saúde na zona rural de Petrolina, há cerca de três meses. De lá para cá, pelo visto, pouca coisa – ou quase nada – mudou.

Na foto acima, registrada por um leitor, a maternidade municipal do povoado de Caititu é um triste retrato do abandono.

O local, que deveria receber gestantes prestes a dar à luz, transformou-se em abrigo de jumentos, que costumam pastar por ali. Lamentável.

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