Presos mandavam matar e gerenciavam venda de drogas de dentro de presídio em Petrolina

A Polícia Civil em Petrolina, por meio dos Delegados Magno Neves e Marceone Ferreira, apresentou, nesta sexta-feira (19), o resultado da ‘Operação Alcateia 2’, que desarticulou uma organização criminosa nas cidades de Petrolina e Santa Maria da Boa Vista (no Sertão do São Francisco), além de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife (RMR). O grupo é acusado pela prática de homicídio, tráfico de drogas e associação ao tráfico. Os delegados revelaram que muitos assassinatos eram ordenados de dentro da Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes.

Segundo o delegado Magno Neves, as investigações da segunda fase desse trabalho começaram em janeiro deste ano, como desdobramento da ‘Operação Alcateia’, deflagrada em dezembro de 2016. “Essa operação teve início em Janeiro, após o término da Alcateia 1. Foram presas nove pessoas, sendo que seis já se encontravam nos presídios e duas presas em Petrolina e uma em Santa Maria. Essa operação visou combater o tráfico de entorpecente em Petrolina, como também trazer um freio para a quantidade de homicídios que estão ocorrendo, visto que muitos são ordenados de dentro da penitenciária”, relatou o delegado.

Esse grupo responde por uma quantidade razoável de homicídio. Ele não revelou, no entanto, um número de homicídios, por que as investigações ocorrem em sigilo. Quatro homens e cinco mulheres presas nessa operação. Na ‘Operação Alcateia 2’, conforme a Polícia Civil, dois presos de Petrolina foram identificados como mandantes dos crimes.

No decorrer das investigações, ficou claro a participação dessas pessoas em alguns homicídios aqui em Petrolina. As investigações estão em andamento, elas serão concluídas e encaminhadas à justiça no seu devido tempo, para que essas pessoas possam responder por seus crimes”, finalizou Marceone Ferreira. A Polícia Civil também apreendeu drogas, armas e dinheiro.

Caso Beatriz: Manifestantes colocam cruzes pretas em frente à Delegacia Seccional de Petrolina

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Na manhã desta sexta-feira (9) um grupo de manifestantes realizou mais um ato em Petrolina para cobrar a elucidação do crime que vitimou Beatriz Angélica Mota. A menina, então com sete anos, foi morta com mais de 40 facadas, nas dependências do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, Centro da cidade, no dia 10 de dezembro passado.

Os manifestantes caminharam até a 26ª Delegacia Seccional de Petrolina, onde colocaram faixas, cartazes, fotos e cruzes pretas em frente ao prédio. O ato foi realizado um dia após o delegado Marceone Ferreira apresentar novidades sobre as investigações. O intuito do grupo também foi pedir a saída do delegado Marceone das investigações, além de pressionar o poder público  por respostas mais concretas sobre o caso.

Ontem (8) Marceone, juntamente com o perito Gilmário Lima, apresentou um vídeo no qual aparece o possível suspeito pelo crime. Já o perito Gilmário afirmou que dois materiais genéticos diferentes (ambos do sexo masculino) foram encontrados na cena do crime. Mesmo diante da pressão, o delegado voltou a dizer que a investigação é prioridade no Estado de Pernambuco e que o crime “não vai cair no esquecimento”. (foto/divulgação)

Polícia apresenta vídeo de possível suspeito de matar Beatriz, mas diz que encontrou dois perfis genéticos distintos na cena do crime

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O delegado Marceone Ferreira e o perito Gilmário Lima, ambos à frente das investigações do Caso Beatriz, que completa nove meses neste sábado (10), concederam entrevista à imprensa local ontem (8) para apresentar novidades sobre o brutal assassinato que chocou o Vale do São Francisco e ganhou repercussão nacional. Entre os novos pontos apresentados durante a coletiva estão um vídeo – que segundo os representantes da Polícia Civil (PC), mostra o possível suspeito pelo crime da menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos – e a identificação de dois perfis genéticos diferentes, ambos do sexo masculino.

Nas filmagens apresentadas, adquiridas de câmeras de segurança de estabelecimentos ao redor do colégio e das câmeras de monitoramento da Secretaria de Defesa Social (SDS), o delegado Marceone disse que o suspeito transita algumas vezes pelas imediações do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora até entrar no estabelecimento de ensino. Dentro da instituição, conforme imagens cedidas por pessoas que estavam na festa, o mesmo homem aparece próximo às escadas que dão acesso ao bebedouro da escola, onde Beatriz teria ido tomar água e não foi mais vista.

Com relação aos perfis de DNA, um foi encontrado na faca utilizada no crime e o outro nas unhas da mão direita de Beatriz Angélica. Ainda não se sabe a quem pertence os materiais coletados na faca e nas unhas, uma vez que, conforme a PC, já foram realizados mais de 60 exames comparativos em pessoas suspeitas, mas todos foram descartados.

Testemunhas

O suspeito, que entrou no colégio e foi visto por testemunhas, além de aparecer em filmagens cedidas por pessoas que estavam na quadra do colégio na noite do dia 10 de dezembro passado (dia do crime), não aparece saindo do colégio. Apesar disso, conforme a investigação, onze pessoas relataram ter visto o homem, que tem pele negra, vestia calça jeans, camisa tipo pólo cor verde e tem cabelos encaracolados.

A presença do suspeito foi comprovada, segundo a PC, através de reprodução simulada, feita com testemunhas e pessoas suspeitas. Essas onze pessoas também assistiram ao vídeo, no qual aparece o suspeito do lado de fora do colégio, e teriam confirmado que a pessoa “se assemelha muito” com o homem visto no bebedouro. O local onde o crime ocorreu, no entanto, ainda não foi divulgado.

Durante a coletiva, Marceone Ferreira voltou a dizer que a PC não vem medindo esforços para resolver este caso e que o mesmo “não vai cair no esquecimento” até porque o Caso Beatriz é “prioridade do governo do Estado“. Ele também voltou a afirmar que “o caso é de alta complexidade e de difícil elucidação”. (foto/divulgação)

Delegado e perito devem trazer novidades sobre Caso Beatriz

Beatriz Angélica MotaPrestes a completar nove meses do assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, ocorrido no dia 10 de dezembro de 2015 no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, o delegado responsável pelas investigações, Marceone Ferreira reunirá a imprensa mais uma vez nesta quinta-feira (8) para apresentar os avanços nas investigações. O perito oficial do caso, Gilmário Lima, também participará da coletiva, que acontecerá no Colégio da Polícia Militar (CPM), às 14h30.

A coletiva foi convocada pela assessoria da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) na noite de ontem (8), dois dias antes de um grupo realizar uma manifestação para pedir a saída de Marceone do caso. A manifestação, marcada para esta sexta-feira (9), acontecerá a partir das 7h, saindo das imediações do Monumento da Integração, na Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio. De lá, os manifestantes seguirão até à Delegacia de Homicídios, onde pretendem falar com o delegado. Em seguida eles caminharão até o o Fórum Dr. Souza Filho, onde pretendem cobrar do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) esclarecimentos em respeito às ações da força-tarefa designada para o caso.

Manifestação vai pedir a troca do delegado responsável pelas investigações do Caso Beatriz

marceone delegadoCansados de esperar por uma resposta concreta sobre as investigações do caso da menina Beatriz Angélica Mota, brutalmente assassinada no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, no dia 10 de dezembro passado, um grupo de manifestantes fará um novo protesto nesta sexta-feira (9), a partir das 7h. Desta vez, no entanto, o foco será a saída do delegado Marceone Ferreira, que está à frente das investigações.

A concentração acontecerá na Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio, próximo ao Monumento da Integração. De lá, os manifestantes seguirão até à Delegacia de Homicídios, onde pretendem falar com o delegado. Em seguida eles caminharão até o o Fórum Dr.Souza Filho. Em comunicado na página oficial no Facebook, o grupo afirma que o movimento pretende “cobrar do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) esclarecimentos em respeito às ações da força-tarefa designada para o caso, fiscalização do trabalho da polícia e substituição do delegado“. O Blog vai procurar ouvir o delegado Marceone sobre o fato.

Caso Beatriz: Vazamento de vídeo sobre possível novo suspeito causa “deficiência” nas investigações, diz MPPE

Os seis promotores de Justiça que atuarão junto aos demais órgãos de segurança para elucidação do caso da menina Beatriz Angélica Mota devem se reunir com o delegado responsável pelas investigações, Marceone Ferreira, ainda esta semana. A informação foi repassada pelo promotor Júlio César Lira, durante coletiva de imprensa realizada ontem (15) em Petrolina. “Essa conversa já está determinada para acontecer. Ele já acenou positivamente e vai nos receber”, afirmou o promotor. Agora, a equipe de promotores está acompanhando o caso 24 horas por dia, segundo garantiu o procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Carlos Guerra de Holanda.

Com relação ao vazamento de um suposto vídeo que mostra um possível novo suspeito, o promotor Júlio César afirmou desconhecer a autoria das imagens e disse que, caso seja verídico, a quebra de sigilo causa “deficiência” nas investigações. “Eu tomei conhecimento desse fato novo através da imprensa. É uma situação que ainda não chegou ao Ministério Público. Diante dessa perspectiva, de ser sigiloso, o conhecimento amplo e irrestrito dessa nova talvez possível linha de investigação, ela já entra com uma deficiência terrível para a nossa prova”, declarou.

Júlio César negou que esteja acontecendo uma “desconexão” entre o Ministério Público de Pernambuco e a Polícia Civil, responsável direta pelas investigações do caso, que completou seis meses no último dia 10. “Não está acontecendo desconexão alguma, é porque a gente ainda não conversou com o delegado. A mim causa bastante estranheza que um inquérito que corre em segredo de Justiça, que a imprensa tenha conhecimento da prova antes do Ministério Público. E isso não é uma deficiência do Ministério Público”, disparou.

O caso

Beatriz Angélica, de sete anos, foi morta com mais de 40 facadas. O fato aconteceu nas dependências do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, no centro de Petrolina, no dia 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de encerramento do ano letivo. O corpo da menina foi encontrado numa sala de material esportivo desativada. No entanto, o delegado Marceone revelou em entrevista coletiva, no último dia 10, que a Polícia Civil ainda não tem como comprovar cientificamente o local do crime. Mas, de acordo com o próprio Marceone, Beatriz foi assassinada em outro local e levada em seguida para o depósito onde seu corpo foi encontrado.

Até o momento apenas o retrato falado do possível assassino foi divulgado pela Polícia Civil. Mas na coletiva do último dia 10, o delegado Marceone admitiu a possibilidade de refazer um novo retrato falado, devido o depoimento de novas testemunhas. O caso segue sob sigilo policial e nada mais será divulgado sobre as investigações até que o caso seja concluído, suspeitos sejam presos ou o assassino seja encontrado.

Em meio a polêmica, promotor deixa de acompanhar investigações do Caso Beatriz

O representante do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em Petrolina, Carlan Carlo da Silva (foto), deixou de acompanhar as investigações do caso da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, brutalmente assassinada nas dependências do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, no dia 10 de dezembro do ano passado.

Segundo informações da Rádio Jornal, o promotor se recusou a detalhar os motivos que o fizeram deixar de acompanhar as investigações. A saída de Carlan Carlo ocorreu em meios à divulgação de um vídeo no qual a mãe da vítima, Lúcia Mota, critica veementemente a atuação do MPPE em Petrolina e pede que o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria Geral da União (CGU) investiguem o órgão, em especial o promotor. Segundo Lúcia, “o Ministério Público de Petrolina só se preocupa em denegrir a imagem da Polícia”. Vale frisar que o trabalho do MPPE é de fundamental importância para a punição do assassino ou assassinos.

Exatos seis meses após o crime, o delegado responsável pelo caso, Marceone Ferreira, revelou em entrevista coletiva, nesta sexta-feira (10), que a Polícia Civil ainda não tem como comprovar cientificamente o local do crime. Mas, de acordo com o próprio Marceone, Beatriz foi assassinada em outro local e levada em seguida para o depósito de material esportivo onde seu corpo foi encontrado.

Na coletiva de hoje, o delegado decidiu se pronunciar acerca de declarações do advogado do Colégio Auxiliadora, Clailson Ribeiro, que criticou a Polícia Civil por divulgar a existência de cinco funcionários suspeitos de envolvimento no crime. Os números de suspeitos também não batem. A Polícia Civil havia confirmado anteriormente a existência de apenas cinco suspeitos. Mas, segundo o advogado, não apenas cinco funcionários, e sim sete, deram depoimentos divergentes. Para Marceone, os números “ficam por parte” da escola.

Até o momento apenas o retrato falado do possível assassino foi divulgado pela Polícia Civil. Mas, na coletiva de hoje, o delegado Marceone admitiu a possibilidade de refazer um novo retrato falado, devido o depoimento de novas testemunhas. O caso segue sob sigilo policial e nada mais será divulgado sobre as investigações até que o caso seja concluído, suspeitos sejam presos ou o assassino seja encontrado.

Seis meses após assassinato de Beatriz, delegado revela que Polícia Civil ainda não tem como comprovar cientificamente o local do crime

delegadoMarceone

Passados seis meses do assassinato da menina Beatriz Angélica, morta nas dependências do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, o delegado responsável pelas investigações, Marceone Ferreira, reuniu a imprensa mais uma vez na manhã de hoje (10) para comentar sobre as investigações.

Durante entrevista, o delegado – que já havia informado que só se pronunciaria mediante a prisão dos suspeitos – comentou as recentes declarações da mãe da menina Beatriz, Lúcia Mota, que em vídeo divulgado nas redes sociais fez várias denúncias contra o Colégio, inclusive, responsabilizando a escola pela morte da menina.

Sobre as denúncias da mãe, o delegado disse que ainda não é possível provar se a falta de algum tipo de segurança poderia ter resultado diretamente na morte de Beatriz.

 “Uma coisa é ter uma falha em algum alvará, outra coisa é você comprovar que a falta destes alvarás deram causa à morte de Beatriz. A falta de segurança foi responsável pela morte? Esta é uma análise muito delicada. Foi citado o caso da boate no Rio Grande do Sul, mas neste caso a falta de seguranças foi responsável pela morte das pessoas. Acredito que as falhas [da escola] devem ser analisadas mais pela esfera civil do que criminal”, disse.

Marceone lembrou ainda, que a escola poderá responder criminalmente, caso seja comprovado que a instituição tentou, de alguma forma, dificultar as investigações.

A partir do momento que eu sentir que há uma dificuldade da escola dentro da investigação, a diretoria responderá criminalmente por isso. Tem que ver o que a escola tem para colaborar. É difícil saber como é isso. Ela [escola] dá acesso, e não poderia ser diferente. Mas até o momento a gente não pode dizer que a escola está se omitindo ou tentando prejudicar as investigações”, explicou.

Sem retratação

Na coletiva, Marceone decidiu se pronunciar acerca de declarações do advogado do Colégio, Clailson Ribeiro, que criticou a Polícia Civil por divulgar a existência de cinco funcionários suspeitos de envolvimento no crime.

Os números de suspeitos também não batem. A Polícia Civil havia confirmado anteriormente a existência de apenas cinco suspeitos. Mas, segundo o advogado, não apenas cinco funcionários, e sim sete, deram depoimentos divergentes. Para Marceone, os números “ficam por parte” da escola.

Dentro da investigação são aqueles cinco que nós apresentamos. Não quero entrar nesta discussão, o que eu falei, falei. Se preciso for falo novamente. Não tenho que me retratar em nada. A escola é que tem que tomar a cautela necessária para não se prejudicando nesta investigação”, explicou.

Local 

Apesar de tantas polêmicas e cobranças sobre o desfecho do crime, o delegado revelou que até o momento a Polícia Civil não tem como comprovar cientificamente o exato local do crime.

Estamos aguardando as perícias, mas ainda não temos como comprovar cientificamente esta situação [local da morte]. Acreditamos que o crime aconteceu nesta área que ainda está isolada. Se eventualmente comprovarmos que ouve reforma num local onde a criança foi morta isso coloca a escola como diretamente envolvida no crime. Mas, desde o início estamos acompanhando isso com perícias, mas é preciso ter cautela porque a escola sempre procurou a polícia para comunicar sobre reformas”, ressaltou. Marceone completou justificando que seu novo posicionamento, apesar de não haver novidades no caso, deveu-se a setores da imprensa que lhe cobravam informações. (foto: Ângela Santana)

Vídeo Blog: Advogado do Colégio garante que funcionários suspeitos de participação no assassinato de Beatriz não trabalham mais na instituição e fala em “transferência de responsabilidade da polícia”

Após polêmica, Polícia Civil só voltará a se pronunciar sobre Caso Beatriz quando assassino for preso

polícia civilApós polêmica envolvendo o delegado Marceone Ferreira, responsável pelo caso da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, assassinada dentro do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, e o advogado da instituição, Clailson Ribeiro, referente às revelações feitas por Marceone durante entrevista coletiva esta semana, a Polícia Civil de Pernambuco informou que não será mais divulgado nada sobre as investigações até que o caso seja concluído, suspeitos sejam presos ou o assassino seja encontrado.

A polêmica maior teve início quando o delegado Marceone informou que cinco funcionários da escola (ele não revelou nomes) estão sendo investigados por suposta participação no crime. No entanto, conforme o advogado Clailson, visto que as investigações seguem em sigilo, essas informações jamais poderiam ter sido divulgadas, uma vez que, segundo ele, o delegado colocou em xeque os demais funcionários da instituição de ensino. Clailson classificou a atitude como “precipitada”.

Em entrevista a este Blog, Clailson Ribeiro ainda criticou o andamento das investigações e chegou a dizer que, o crime parece ter sido muito bem arquitetado, já que a polícia, passados quatro meses, ainda não chegou à sua autoria. Se não foi muito bem arquitetado, é porque deve está acontecendo uma falha muito grande nessa investigação.”

O advogado ainda disse que, a informação repassada pelo delegado de que é praticamente certo que a menina não foi morta no local onde o corpo foi encontrado, “é bastante nova e a gente vê com bastante preocupação, porque, se não foi lá [no depósito de material esportivo desativado que o crime aconteceu], passados quatro meses, eu acho que a polícia não tem condições de, tecnicamente, descobrir onde foi”, finalizou.

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